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Brasil - Evolução dos Indicadores da Agenda

21 JAN, 2019 / POR: ACIONISTA.COM.BR

Bandeira do Brasil

Atividade do varejo finaliza o ano 2018 com alta de 2,8%

IGP-10 apresenta variação de -0,26% em janeiro

IPC da Fipe cresce 0,24% na 2ª prévia de janeiro

IBC-Br avança 0,29% em novembro


GráficoÍndice de estoques do varejo sobe em janeiro

O Índice de Estoques (IE) do comércio varejista paulistano subiu em janeiro, ao passar de 112,3 pontos em dezembro para 115 pontos em janeiro, alta de 2,4%. Em relação ao mesmo período do ano passado, o IE registrou alta de 9,2%.

De acordo com a assessoria econômica da Entidade, o indicador começou bem o ano, apresentando queda da média de estoques excedentes a um patamar quase considerado normal. Como a Entidade já havia previsto em dezembro, por causa da elevação da confiança recente de consumidores, era possível que o Natal tivesse bom desempenho e, com isso, houvesse um ajuste significativo dos estoques, após três ou quatro anos de um patamar relativamente elevado de excesso de produtos nas prateleiras, o que de fato aconteceu.


EmpregoIndicador Antecedente apresenta perdas em dezembro

A Fundação Getulio Vargas (FGV) e o The Conference Board (TCB) divulgaram que o Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil caiu 0,8% entre novembro e dezembro. Apesar da queda, em 115,8 pontos, o indicador de dezembro foi o terceiro maior do ano passado.

"Os resultados do IACE e ICCE em dezembro representam oscilações em torno da tendência de recuperação gradual, e não sinais de reversão do ciclo de atividades", segundo Paulo Picchetti do IBRE FGV. "No entanto, as expectativas positivas com relação à trajetória de retomada continuam condicionadas à aprovação das reformas necessárias", diz Picchetti.

InadimplênciaConfiança do Consumidor cresce 12% em 2018

O Indicador de Confiança do Consumidor alcançou 45,8 pontos, frente a 40,9 observados no mesmo período de 2017. Apesar do crescimento expressivo, o índice mostra que a maioria ainda está pessimista. A escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos, mostram uma percepção mais otimista do consumidor.

Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, aspectos como o achatamento da renda e o alto índice de desemprego continuam impactando o bolso do consumidor, fazendo com que a avaliação do momento atual seja negativa. 'Mesmo diante de uma situação em que a maior parte dos consumidores avalia como ruim, as boas expectativas se mantêm para o futuro. Mas, para que a retomada da confiança se consolide, será preciso que o consumidor sinta alguma melhora no momento atual, com o aumento da oferta de vagas de emprego e o avanço da sua renda', analisa.

InadimplênciaValor médio do aluguel residencial fica estável em 2018

Para Rolando Mifano, vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do Secovi-SP, essa estabilidade indica a recuperação gradual do setor, confirmando que o momento ainda é favorável para negociação entre proprietários e inquilinos. 'O locador tem privilegiado a manutenção dos bons inquilinos, flexibilizando as negociações. Essa tem sido uma boa saída para ajudar a custear os gastos do imóvel como IPTU, taxa condominial e manutenção', afirma Mifano.Duas tipologias registraram ligeira alta nos valores em dezembro. Os preços do aluguel dos imóveis de 1 dormitório e de 2 dormitórios aumentaram, respectivamente, 0,15% e 0,10%. Os imóveis de 3 dormitórios registraram uma queda de 0,5% em seu valor.


InadimplênciaInadimplência do consumidor recua 1,1% em 2018

As adversidades ocorridas na economia ao longo dos últimos anos fizeram com que as famílias ficassem mais cautelosas, o que inibiu o consumo e a tomada de crédito, contribuindo para a queda do fluxo de inadimplência. Passado o período mais intenso da crise econômica, o indicador demonstra sinais de que caminha para estabilização, após três anos consecutivos de queda nos registros. Ainda assim, a manutenção de um ritmo estável do estoque de inadimplência está condicionada por uma recuperação mais consistente do mercado de trabalho, redução dos juros e evolução da renda.


Fontes: Enfoque, Reuters, UOL, G1, TradingView e ADVFN.

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