Investidor pensativo

Como deve ser composta uma carteira de ações em momentos de incertezas?

01 ABR, 2019 / POR: GUERATTO PRESS

"O momento é desafiador e exige que a alocação dos investimentos em renda variável leve em consideração uma relação risco/retorno que dimensione os setores mais sensíveis à reforma previdenciária".

O mercado financeiro normalmente prevê alguns acontecimentos, principalmente econômicos e políticos, que sempre são escolhas e falas dos governantes que já deixam a entender qual será o rumo das decisões. No Brasil, temos a Reforma da Previdência para ser aprovada, mas existem vários ruídos dentro do Congresso e do Senado que deixam a entender que essa aprovação custará muito esforço do Governo em convencer a maioria dos deputados. Com essas inconsistências no meio do caminho, o mercado financeiro já se antecipa, por isso vemos a bolsa tendo queda, mesmo com o recorde alcançado de 100 mil pontos. A tendência era continuar seguindo uma curva de crescimento, mas acabou desacelerando após várias noticias sobre os impasses entre Rodrigo Maia e Sérgio Moro.

Com o mercado sendo afetado e a falta de confiança nas próximas decisões, existe possibilidade de queda nas ações, portanto, é preciso fazer uma revisão na carteira de ações de curto prazo.

"O momento atual é desafiador e exige que a alocação dos investimentos em renda variável leve em consideração uma relação risco/retorno que dimensione bem os setores mais sensíveis à reforma previdenciária. Para quem quer aproveitar as oportunidades e se defender dos riscos no curto prazo, indicamos a carteira semanal e para quem pode manter as posições por mais tempo, indicamos a carteira mensal", explica o economista-chefe da Nova Futura Investimentos, Pedro Paulo Silveira.

É preciso conhecer os riscos da renda variável, para que não haja surpresas depois, principalmente em momentos de quedas na Bolsa. Se existir um bom planejamento financeiro, é possível ainda conseguir bons rendimentos. É a partir do dimensionamento dos riscos que as escolhas devem ser feitas, para que seja aproveitado da melhor forma esse momento de volatilidade.

Sobre a Nova Futura Investimentos
Sócia-fundadora da BM&Bovespa, a Nova Futura Investimentos, foi fundada em 1983, atua nos mercados de commodities, renda fixa, renda variável e seguros. Com presença nacional, a instituição financeira conta com 21 escritórios espalhados por diversas cidades do país. Ao longo de mais de três décadas de existência, se consolidou como uma das maiores e mais independentes casas de investimentos do Brasil.
Com tradição no mercado institucional, vem se tornando referência no varejo, oferecendo a mesma qualidade já ofertada ao mundo empresarial agora também para pessoas físicas. Em 2017, confirmando a tradição de excelência, a corretora recebeu o selo Nonresident Investor Broker, que reconhece a estrutura organizacional e tecnológica especializada na prospecção de clientes, prestação de serviços de atendimento consultivo assim como execução de ordens e distribuição de produtos da BM&FBovespa para investidores não residentes.


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