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Índice
para outros Setores |
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Setor
Energia: Saiba como escolher o papel
27 de Setembro de
2011 |
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O setor de
energia é um dos mais recomendados para investimento em
bolsa quando o cenário é de intensa volatilidade como o qual
os investidores convivem há alguns meses. A estabilidade da
geração de receitas e, também por isso, o bom percentual de
dividendos e juros sob capital pagos em relação ao lucro
líquido das companhias, são justificativas para escolher o
setor diante de um momento como o atual. No entanto, a
tarefa não é fácil, já que há mais de 35 empresas listadas
na BM&FBOVESPA. Não bastasse a quantidade de opções, o setor
tem sido caracterizado por movimentos que demonstram que
está em transição.
O preço
final das tarifas de energia definido em leilões é um desses
indicadores. O retorno inferior fixado em leilões em relação
ao início dos anos 2000, por exemplo, é unanimidade
independentemente da fonte de geração, inclusive nos leilões
de energia eólica, considerada uma das mais caras, estão
surpreendendo e vindo até 100% mais baixos do que o esperado
previamente. Isso é um reflexo de uma situação
macroeconômica de juros e inflação mais baixos, mas também
de uma estabilização na demanda e também de um nível
hidrológico confortável. Na visão do analista-chefe da Senso
Corretora, entrevistado para esta matéria, esse cenário não
deve ter maiores alterações no longo prazo, nem mesmo com a
realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas no Brasil. O
quadro ficou evidente também nos leilões das três maiores
obras em andamento no país: usinas de Jirau, Santo Antônio e
Belo Monte. O que também é um forte indício de que deve ser
uma constante para as empresas administrarem, ou seja, elas
terão que conviver com tarifas menores.
Há outra
questão que se tornou relevante neste ano: o aumento da
participação da Petrobras no setor de energia. A Tendências
Consultoria fez um estudo, disponibilizado em seu
site, sobre a
participação da companhia nos leilões de energia
termelétrica. |
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Apesar de queda
em boa parte do setor, os destaques positivos são a ação da MPX
com alta de 41,99% em 2011 até o final de agosto. No mesmo
período, valorização de 32,03% da Renova, de 11,44% da Taesa, de
15,98% da CESP, de 10,45% das PN da Cemig, de 7,14% da CEED, de
3,95% da Equatorial e de 2,93% da CPFL Energia. Por outro lado,
as ações que chamaram a atenção por caírem mais foram as da
CEEE-T com queda de 25% e as da Eletrobras PNB, com
desvalorização de 20,97% nos primeiros oito meses do ano (no mês
de setembro já recuperou, e está com queda de 13,89% até o dia
26.09). Para saber qual foi o desempenho das demais ações do
setor no período e nos primeiros nove meses do ano, acesso
através do
link, após o fechamento do
mês.
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Antonio Góes
Analista-chefe Senso Corretora
O setor está sendo marcado por incorporações. Ele ainda está bem
distribuído e a grande parte das companhias atua somente em uma ou
outra atividade, como geração ou transmissão ou distribuição. E eu
destacaria empresas com atuação integrada, como é da Cemig. Além
disso, ela atua com comercialização com clientes livres, que são de
grande porte. Apesar de ser de economia mista, ou seja, o Governo do
Estado de Minas Gerais tem boa parte do capital, ela é um benchmark
no setor no que diz respeito à Governança Corporativa. E isso seria
um diferencial apontado para optar por um papel no setor de energia.
Além disso, ela vem fazendo aquisições. Recentemente aumentou sua
participação na Light e fortaleceu sua atuação no segmento de
distribuição.
A Copel é outra
companhia integrada que eu destacaria. O único ponto divergente é
que ela é e tem comportamento de estatal. Por isso, tem sempre o
risco de governo, e consequêntemente, tem um desconto maior em
bolsa. As demais companhias são muito influenciadas por notícias do
setor. Um exemplo é a CPFL Energia. Apesar de ser integrada, tem uma
forte atuação em geração, tem uma carteira em distribuição, mas
praticamente não tem transmissão. No estado em que atua, São Paulo,
que tem o maior PIB do país, concorre com a presença de Eletropaulo,
distribuidora, e da AES Tietê, geradora. Elas também são empresas
interessantes, já que o controle da segunda está nas mãos da
primeira. E aí o potencial de dividendos chama a atenção na AES
Tietê. Ambas têm como holding a Brasiliana, que entra no grupo
daquelas companhias que podem ser influenciadas pelas discussões
quanto a renovação ou não das concessões em 2015.
A renovação das
concessões é uma questão bastante discutida ultimamente. No entanto,
não preocupa de forma relevante, pois há expectativa favorável de
que o Governo prorrogue as concessões que vão vencer. No entanto, e
se não houvesse a renovação, mas sim novos processos de concessões,
as tarifas viriam mais baixas.
Recomendação:
Os
últimos meses foram de queda nas ações também para o setor Elétrico,
o que o colocou em COMPRA. No entanto, destacamos essa recomendação
para as seguintes empresas, com seus respectivos preços-alvos para
dez/2011. Cemig, com R$35,00, Copel com R$47,00, AES Tietê, com R$33,00
e Light, com R$39,00.
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Marco
Saravalle
Analista
Corretora Coinvalores
Relatório de Acompanhamento veiculado dia 21.09
Consideramos a
Tractebel uma interessante opção de investimento, pelo seu
perfil defensivo, com previsibilidade de geração de caixa, boa
distribuição de dividendos e ótima governança corporativa, mas
também pelas suas perspectivas de sólido crescimento e pelo seu
conservadorismo na comercialização de energia, com baixa
exposição as oscilações do preço spot.
O setor de
energia elétrica se destaca pelo seu perfil defensivo, reflexo
da menor elasticidade da demanda por energia em relação à renda,
em comparação a outros segmentos da economia, reduzindo os
riscos conjunturais às empresas que nele atuam. No entanto,
indefinições políticas e riscos regulatórios são recorrentes e a
atual discussão a respeito das concessões de geração de energia,
que se encerram em 2015, deve ser acompanhada de perto pelo
investidor, ressaltando que nenhuma concessão da Tractebel vence
neste período.
Quanto à
demanda, esperamos contínuo crescimento no médio e no longo
prazo, e dados os bons indicadores de renda e emprego, devemos
observar o setor continuamente aquecido, especialmente nos
segmentos “comercial” e “residencial”, enquanto o segmento
“industrial” é mais afetado por fatores que vêm prejudicando a
manufatura no país. Restrições ambientais, que aumentam os
custos e o tempo de aprovação dos projetos, e a diversificação
da matriz energética, são eventos que devem elevar os preços da
energia nos próximos anos.
A Tractebel é
a maior geradora privada de energia elétrica no Brasil, possui
parque gerador de 22 usinas, sendo nove hidrelétricas, seis
termelétricas e sete complementares (biomassa, PCHs e eólicas).
A capacidade instalada da empresa deve alcançar 6.907,60 MWs,
após a total entrada em operação da Usina Hidrelétrica de
Estreito. O controle acionário da companhia é exercido pela GDF
Suez, que possui 68,71% das ações ordinárias da companhia. O
free float é de 21,29%.
Não
consideramos, no entanto, o potencial de geração da hidrelétrica
de Jirau nas nossas projeções, já que ainda há uma incógnita em
relação à venda do ativo da controladora para a Tractebel, em
relação a prazos e a preço. Em nosso modelo, temos como premissa
uma elevação considerável dos preços nos próximos anos, com
expectativa de crescimento da demanda e aumento de custos dos
projetos, bem como um avanço razoável na capacidade de geração,
após total operacionalização de Estreito e de novos parques
eólicos no nordeste.
Por outro
lado, a crescente concorrência nos leilões e as pressões
políticas pela redução das tarifas podem ser ameaças ao
crescimento sustentável do setor. As margens operacionais da
empresa devem continuar evoluindo positivamente, apesar de
pressões de custos, corroborando nosso otimismo com seu
desempenho.
Recomendação:
Reafirmamos, portanto, nosso parecer de COMPRA para as ações
ordinárias da companhia, para as quais temos preço alvo de R$
34,50.
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Empresa ► |
AES Elpa |
AES Tiete |
Afluente |
Afluente T |
Ampla Energia |
Celesc |
Celpa |
Celpe |
CEMAT |
CESP |
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Dados▼ |
AELP3 |
GETI4 |
AFLU3 |
AFLT3 |
CBEE3 |
CLSC65 |
CELP5 |
CEPE5 |
CMGR3 |
CESP6 |
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Nível Gov.
Corporativa |
- |
- |
- |
- |
- |
N2 |
- |
- |
- |
N1 |
|
PL 2T10 R$ MM |
1.982,81 |
2.034,48 |
39,59 |
- |
- |
1.917,50 |
918,21 |
1.541,92 |
1.131,45 |
10.677,94 |
|
PL 2T11 R$ MM |
1.991,63 |
1.918,09 |
40,15 |
75,24 |
1.722,05 |
2.124,83 |
813,82 |
1.628,29 |
1.222,97 |
10.533,51 |
|
LL 2T10R$ MM |
481,40 |
151,24 |
1,97 |
4,89 |
51,60 |
43,72 |
(75,50) |
136,18
|
(14,83) |
78,49 |
|
LL 2T11R$ MM |
238,95 |
160,52 |
1,96 |
4,73 |
102,49 |
81,09 |
(38,51) |
79,83 |
74,35 |
72,57 |
|
Variação LL 2T11(%) |
(50,36) |
6,14 |
(0,81) |
(3,25) |
98,61 |
85,46 |
(48,99) |
(41,38) |
(601,38) |
(7,55) |
|
ROE 2T11(%) |
11,99 |
8,36
|
4,88 |
6,28 |
5,95 |
3,81 |
NE |
4,90 |
6,07 |
0,68 |
|
Índices
Bovespa▼ |
|
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|
|
|
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Ibovespa |
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√. |
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IBRX-50 |
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IBRX |
|
√. |
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IBRA |
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√. |
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√. |
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ICO 2 |
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√. |
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IDIV |
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√. |
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IGC |
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√. |
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√. |
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IGCT |
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Itag |
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√. |
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√. |
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ISE |
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√. |
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√. |
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IVBX2 |
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√. |
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MLCX |
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√. |
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√. |
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SMLL |
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ICON |
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INDX |
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IEE |
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√. |
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√. |
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IMAT |
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IMOB |
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ITEL |
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IFNC |
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UTIL |
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√. |
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√. |
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Empresa ► |
COELBA |
Cemig |
Coelce |
Cosern |
CEEE-D |
CEEE-GT |
Celgpar |
Copel |
CPFL Energia |
CTEEP |
|
Dados▼ |
CEEB3 |
CMIG3 |
COEC5 |
CSRN3 |
CEED4 |
EEEL3 |
GPAR3 |
CPLE6 |
CPFE3 |
TRPL4 |
|
Nível Gov.
Corporativa |
- |
N1 |
- |
- |
N1 |
N1 |
- |
N1 |
NM |
N1 |
|
PL 2T10 R$ MM |
2.168,68 |
12.190,50 |
1.221 |
681,17 |
1.894,69 |
2.208,95 |
- |
10.854,62 |
6.536,18 |
4.531,89 |
|
PL 2T11 R$ MM |
2.270,29 |
12.457,05 |
1.351,80 |
701,99 |
1.728,85 |
2.377,54 |
(715,69) |
11.637,04
|
6.781,44 |
4.499,79 |
|
LL 2T10R$ MM |
211,26 |
407,11 |
121,74 |
72,27 |
(72,16) |
(5,73) |
(221,12) |
251,35
|
359,77 |
190,59 |
|
LL 2T11R$ MM |
203,51 |
523,06 |
131,27 |
52,43 |
(31,02) |
16,77 |
(87,30) |
257,48 |
294,08 |
200,51 |
|
Variação LL 2T11(%) |
(3,67) |
28,48 |
7,83 |
(27,46) |
(57,02) |
(392,50) |
(60,52) |
2,44
|
(18,26) |
5,20 |
|
ROE 2T11(%) |
8,96 |
4,19
|
9,70 |
7,46 |
NE |
0,70 |
NE |
2,21 |
4,33 |
4,55 |
|
Índices
Bovespa▼ |
|
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|
Ibovespa |
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√. |
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√. |
√. |
√. |
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IBRX-50 |
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√. |
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√. |
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IBRX |
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√. |
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√. |
√. |
√. |
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IBRA |
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√. |
√. |
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√. |
√. |
√. |
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ICO 2 |
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√. |
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IDIV |
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√. |
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√. |
√. |
√. |
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IGC |
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√. |
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√. |
√. |
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√. |
√. |
√. |
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IGCT |
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√. |
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√. |
√. |
√. |
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Itag |
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√. |
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ISE |
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√. |
√. |
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√. |
√. |
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IVBX2 |
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√. |
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√. |
√. |
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MLCX |
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√. |
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√. |
√. |
√. |
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SMLL |
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√. |
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ICON |
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INDX |
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IEE |
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√. |
√. |
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√. |
√. |
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IMAT |
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IMOB |
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ITEL |
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IFNC |
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UTIL |
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√. |
√. |
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√. |
√. |
√. |
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Empresa ► |
Duke Energy |
Energias do Brasil |
Elektro |
Eletrobras |
Eletropaulo |
EMAE |
Energisa |
Equatorial |
Inergia |
Light |
|
Dados▼ |
GPA4 |
ENBR3 |
EKTR4 |
ELET6 |
ELPL4 |
EMAE4 |
ENGI3 |
EQTL3 |
IENG3 |
LIGT3 |
|
Nível Gov.
Corporativa |
- |
NM |
- |
N1 |
N2 |
- |
- |
NM |
- |
NM |
|
PL 2T10 R$ MM |
- |
4.490,01 |
1.393,19 |
78.049,40 |
3.902,53 |
792,61 |
1.205,89 |
915,77 |
125,30 |
3.615,12 |
|
PL 2T11 R$ MM |
3.000,17 |
4.679,47 |
1.469,22 |
76.046,04 |
3.466,15 |
835,42 |
1.566,58 |
878,58
|
59,97 |
3.327,43 |
|
LL 2T10R$ MM |
39,88 |
164,82 |
90,93 |
1.392,10 |
485,83 |
- |
71,34 |
88,38
|
(6,93) |
137,65 |
|
LL 2T11R$ MM |
56,14 |
188,55 |
123,19 |
347,09 |
255,39 |
4,39 |
55,93 |
68,18 |
(48,81) |
45,34 |
|
Variação LL 2T11(%) |
40,75 |
14,40 |
35,48 |
(75,07) |
(47,43) |
- |
(21,59) |
(22,85) |
604,90 |
(67,06) |
|
ROE 2T11(%) |
1,87 |
4,02
|
8,38 |
0,45 |
7,36 |
NE |
3,57 |
7,76
|
NE |
1,36 |
|
Índices
Bovespa▼ |
|
|
|
|
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|
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Ibovespa |
|
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√. |
√. |
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√. |
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IBRX-50 |
|
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√. |
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IBRX |
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√. |
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√. |
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√. |
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IBRA |
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√. |
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√. |
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ICO 2 |
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√. |
√. |
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IDIV |
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√. |
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IGC |
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√. |
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IGCT |
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Itag |
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√. |
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ISE |
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√. |
√. |
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IVBX2 |
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√. |
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MLCX |
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√. |
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√. |
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SMLL |
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√. |
√. |
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ICON |
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INDX |
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IEE |
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√. |
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√. |
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IMAT |
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IMOB |
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ITEL |
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IFNC |
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UTIL |
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Empresa ► |
MPX |
Rede Energia |
Redentor |
Renova |
Tractebel |
Taesa |
|
Dados▼ |
MPXE3 |
REDE4 |
RDTR3 |
RNEW11 |
TBLE3 |
TRNA11 |
|
Nível Gov.
Corporativa |
NM |
- |
NM |
N2 |
NM |
N2 |
|
PL 2T10 R$ MM |
- |
741,88 |
528,42 |
140,34 |
4.201,45 |
2.348,91 |
|
PL 2T11 R$ MM |
1.509,71
|
1.296,04 |
434,94 |
285,06 |
5.580,14 |
2.116,92 |
|
LL 2T10R$ MM |
(68,32) |
(240,10) |
30,51 |
(1,98) |
269,50 |
72,27 |
|
LL 2T11R$ MM |
(78,26) |
67,87 |
6,78 |
(0,94) |
358,77 |
72,75 |
|
Variação LL 2T11(%) |
14,54 |
(128,27) |
(77,77) |
(52,55) |
33,13 |
0,66 |
|
ROE 2T11(%) |
NE |
5,23
|
1,55 |
NE |
6,42 |
3,43 |
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Índices
Bovespa▼ |
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Ibovespa |
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IBRX-50 |
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IBRX |
√. |
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√. |
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IBRA |
√. |
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|
√. |
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ICO 2 |
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IDIV |
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IGC |
√. |
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√. |
√. |
√. |
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IGCT |
√. |
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√. |
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|
Itag |
√. |
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√. |
√. |
√. |
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ISE |
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IVBX2 |
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√. |
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MLCX |
√. |
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√. |
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SMLL |
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ICON |
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INDX |
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√. |
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IEE |
√. |
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√. |
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√. |
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IMAT |
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IMOB |
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ITEL |
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IFNC |
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UTIL |
√. |
|
|
|
√. |
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►Informações Relevantes: |
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VBC não é negociada desde 2006.
O Patrimônio Líquido divulgado é atribuído à controladora.
ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido
consolidados
NE - Não existe.
Fonte: Resultados divulgados no site da BM&Fbovespa
conforme Legislação Societária.
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Empresas |
Pay Out |
Dividendos (%) LL |
Tag Along (On) e (PN) |
Conselheiros Independentes |
|
AES Elpa |
- |
- |
Não |
- |
|
AES Tietê |
100% |
Anual |
80% |
Não |
|
Afluente |
25%+10% PN |
Anual |
Não |
Não |
|
Afluente T |
25%+10% PN |
Anual |
Não |
Não |
|
Ampla |
25% |
Anual |
Não |
Não |
|
Celesc |
25% |
Anual |
100% ON PN |
Sim |
|
Celpa |
Não especificado |
Anual |
Não |
Não |
|
Celpe |
25% |
Anual |
Não |
Não |
|
CEMAT |
25% |
Anual |
Não |
Sim |
|
Cesp |
10% |
Anual |
100% PN |
Sim |
|
Cemig |
50% |
Semestre |
Não |
Sim |
|
Coelba |
25% + 10% PN A e B |
Anual |
Não |
Sim |
|
Coelce |
25% + 6% PNA e 10% PNB |
Anual |
Não |
Sim |
|
Cosern |
25% +10% PNA e B |
Anual |
Não |
Não |
|
Copel |
25%+10% PNA e B |
Anual |
Não |
Sim |
|
CPFL Energia |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Cia Trans.Paulista |
10% |
Três vezes ano |
Não |
Sim |
|
Duke Energy |
10% ON e PN |
Anual |
Não |
Não |
|
Energias do Brasil |
50% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Elektro |
25%* |
Semestre |
Não |
Não |
|
Eletropaulo |
25% |
Anual |
Não |
Sim |
|
EMAE |
25% + 10% PM |
Anual |
Não |
Sim |
|
Energisa |
25% |
Anual |
80% ON PN |
Sim |
|
Equatorial |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
MPX |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Inepar |
25% |
Anual |
80% ON PN |
Sim |
|
Light |
50% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Rede Energia |
25% + 10% PM |
Anual |
Não |
Sim |
|
Redentor |
25% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Renova |
25% |
Anual |
100% ON PN |
Sim |
|
Tractebel |
55% |
Anual |
100% |
Sim |
|
Taesa |
50% |
Anual |
Não |
Sim |
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►Informações Relevantes: |
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A AES Elpa pertence ao grupo
AES, mas não há menção à Companhia no site do grupo.
Pay Out é o percentual pago do lucro líquido em forma
de dividendos e juros sobre capital.
Tag Along: Para as empresas que não especificamos o
direito ou não de tag along para as ações preferenciais,
significa que elas têm somente uma classe de ação. De acordo
com Lei das S.As, Artigo 254-A o tag along é o direito que
assegura que a venda do controle de uma empresa poderá
ocorrer sob a condiçÃo de que o acionista adquirente faça
uma oferta pública de aquisição das demais ações ordinárias
de modo a assegurar a seus detentores o preço mínimo de 80%
do valor pago pelas ações integrantes do bloco de controle.
Conselheiro Independente, de acordo com o Instituto
Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC): O Conselho da
organização deve, preferencialmente, ter maioria de
conselheiros independentes. O conselheiro independente se
caracteriza por: Não ter qualquer vínculo com a organização,
exceto eventual participação de capital; não ser acionista
controlador, membro do grupo de controle, cônjuge ou parente
até segundo grau destes, ou ser vinculado a organizações
relacionadas ao acionista controlador;não ter sido empregado
ou diretor da organização ou de alguma de suas subsidiárias;
não estar fornecendo ou comprando, direta ou indiretamente,
serviços ou produtos à organização;não ser funcionário ou
diretor de entidade que esteja oferecendo serviços ou
produtos à organização;não ser cônjuge ou parente até
segundo grau de algum diretor ou gerente da organização;não
receber outra remuneração da organização além dos honorários
de conselheiro (dividendos oriundos de eventual participação
no capital estão excluídos desta restrição)No Novo Mercado é
obrigatório que 20% dos conselheiros sejam independentes.
As informações citadas acima são determinadas em estatuto e,
no caso dos dois primeiros itens, podem ser feitos
diferentemente na prática.
Fonte: site e contato com as companhias, BM&FBovespa (Tag
Along).
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Elaborado e editado pela jornalista Grazieli Inticher
Binkowski
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Atendendo a
instrução CVM nº 388 de 30/04/2003, o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br declara que:
I – As recomendações expressas pelo analista entrevistado e
publicadas pelo Acionista.com.br, refletem única e exclusivamente
suas opiniões pessoais, e que foram elaboradas de forma independente
e autônoma, inclusive em relação à instituição à qual esteja
vinculado, se for o caso;
II – O analista entrevistado não mantém vínculo com qualquer pessoa
natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários
foram alvo de análise no relatório divulgado;
III – A instituição à qual o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br está vinculado, quando for o caso, bem como os
fundos, carteiras e clubes de investimentos em valores mobiliários
por ela administrados não possui participação acionária direta ou
indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de
quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de
análise no relatório divulgado, ou está envolvida na aquisição,
alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
IV – O analista entrevistado não é titular, direta ou indiretamente,
de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua
análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu
patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e
intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
V – O analista entrevistado pelo Acionista.com.br ou instituição à
qual esteja vinculado não recebe remuneração por serviços prestados
ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos
valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou
pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de
direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia;
e
VI – A remuneração do analista entrevistado ou esquema de
compensação do qual é integrante não está atrelada à precificação de
quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas
no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações
financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, se
for o caso.
Advertência:
As informações
econômico financeiras apresentadas no Acionista.com.br são extraídas
de fontes de domínio público, consideradas confiáveis. Entretanto,
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