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Índice
para outros Setores |
Setor Energia – À Espera de novos volumes
18 de março de 2010 |
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A não ser pelo Leilão de Belo Monte, que deve acontecer em abril, 2010 será um período em que notícias sobre possíveis fusões e mudanças regulatórias marcarão o setor de energia
elétrica. O patamar do preço da energia vendida no mercado spot (à vista) e também fixada nos últimos leilões, apesar de estar muito abaixo de anos anteriores, não é tão relevante neste
momento. A determinação da cotação varia conforme eventos pontuais, regime de chuvas, demanda e os custos que terão o empreendimento a partir do qual ela será gerada.
A perspectiva das companhias, que já divulgaram os resultados de 2009, é de que o preço suba nos próximos anos, acompanhando o incremento do PIB brasileiro.
A relação entre a expansão do consumo da energia e da economia é de 1,5 vezes. Além disso, o estoque de energia é de 5% do que é consumido anualmente no país,
cerca de 100 mil MW.
Para os próximos anos, não há novas entradas de energia programadas, além do leilão de Belo Monte. No entanto, apenas 40% da energia terá garantia firme,
ou seja, será vendida no leilão. Mas há outras possibilidades, como os leilões de energias renováveis que o Governo Federal têm feito. Além dele, as empresas parecem
empenhadas em desenvolver novos projetos com fontes renováveis. Muitas delas, como é o caso da CPFL Energia e da Tractebel iniciarão a operação de projetos com
Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e a base de energia eólica e biomassa entre este e o próximo ano.
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O setor é considerado defensivo, e mostrou isso durante a crise financeira no final de 2008, assim como não acompanhou a forte recuperação do mercado em 2009. Neste ano, o que
pode mexer com a volatilidade dos papéis são possíveis aquisições dos playeres brasileiros, apesar de nada de concreto ter sido falado pelas companhias. Da mesma forma, a renovação
das concessões que vencem em 2015 é um driver relevante, já que garantiria a continuidade de novos volumes. Por outro lado, esses contratos viriam com uma tarifa menor para as
companhias, isso porque, seriam renovações e não novos volumes. A energia gerada não viria de projetos em construção, que demandas sem investimentos para as companhias.
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Ricardo Correa
Analista Corretora Ativa
Informações de Relatório
O resultado do quarto trimestre da AES Tietê foi marginalmente negativo. Ele veio abaixo da expectativa do consenso de mercado, com efeitos negativos causados
pela combinação de estratégia de comercialização de energia (a sazonalização do contrato com a Eletropaulo permite que a geradora postergue a entrega de energia)
combinado a eventos não-recorrentes. Apesar dos números terem apresentado resultado abaixo da expectativa, não podemos dizer que houve deterioração efetiva nos
fundamentos da empresa. A tendência é que a sazonalização do contrato bilateral de fornecimento de energia com a Eletropaulo postergue para o fim do ano a entrega
da energia contratada para a distribuidora, aumentando a expectativa de receita para a geradora nos próximos semestres. Excluindo-se os eventos não-recorrentes, o EBITDA
ajustado teria sido R$ 286 milhões com queda de 11% em relação ao ano anterior.
A visão da Corretora é positiva sobre os resultados da Eletropaulo. Os números vieram ligeiramente acima da expectativa do mercado, com surpresa positiva relacionada ao
efeito não-recorrente da adesão ao Refis (Programa de Recuperação Fiscal) acima do inicialmente dado como premissa pela empresa. Além disso, destacamos que a Eletropaulo
manteve os gastos gerenciáveis sob-controle sem apresentar perda de qualidade operacional, apesar de tê-los elevado em 34% em relação ao mesmo período do ano passado.
Com relação a expectativas, podemos dizer que a sinalização relacionada à emissão de debêntures conversíveis no valor de R$ 800 milhões é positiva, na medida em que melhora
a posição de caixa, garantindo fluxo de dividendos, e diminui o custo médio da dívida da distribuidora.
No 4T09, a companhia registrou elevação de 10% no ano na receita líquida, impulsionada pela combinação do aumento no volume de energia consumida pelo mercado
cativo combinado ao resultado do reajuste tarifário incidente nas tarifas da energia distribuída pela empresa. A distribuidora apresentou diminuição de 22,5% em seu EBITDA
em relação ao mesmo período de 2008. O lucro líquido registrado foi 1,1% menor que o mesmo período do ano passado, com resultado acima da expectativa do mercado,
influenciado pelo efeito da adesão ao Refis (R$ 298 milhões, ante guidance de R$ 250 milhões).
A Transmissão Paulista apresentou seus resultados financeiros referentes ao 4T09, e registrou pequena elevação de 0,3% na receita líquida, combinado a uma queda de
4,7% em seu EBITDA e de 13% em seu lucro líquido na comparação com o mesmo período. Os resultados foram negativamente impactados por eventos não-recorrentes
e por uma elevação nos gastos com pessoal.
A visão Corretora Ativa é Negativa. O resultado trimestral da transmissora veio abaixo da expectativa de consenso do mercado, com sinalização negativa associada à elevação
dos gastos com pessoal o que implica necessariamente em perda de valor para a empresa. Mantemos nossa percepção de que a tendência para a empresa é de estabilidade
nos próximos trimestres, compensando ao longo de 2010 a postergação da revisão tarifária ocorrida em 2009.
Recomendação: Revisamos as estimativas de Equatorial Energia de modo a incorporar, (i) mudanças nos parâmetros regulatórios e modelos de cálculo de revisão tarifária,
(ii) a venda da participação da companhia na Light e (iii) atualização de premissas macroeconômicas. Com as alterações, chegamos a um preço de R$ 20,70/ação, com
17% de upside em relação ao fechamento de 03/03, que, combinado a uma expectativa de dividend yield de 12% para 2010, nos leva a uma recomendação de COMPRA para a EQTL3.
A holding que, com a venda da participação na Light, deterá somente o controle da distribuidora do estado do Maranhão (Cemar), tem uma característica de estabilidade de
margens e bons níveis de dividendos. Identificamos como riscos potenciais à tese de investimento de Equatorial uma eventual estratégia de desinvestimento por parte da PCP
(controladora) que atualmente possui um ativo “à deriva”, com plano de negócios de expansão através da aquisição de distribuidoras futuramente privatizadas pela Eletrobrás
inviabilizado pelo cenário político atual que torna pouco crível um cenário de novas privatizações no setor.
Ressaltamos, entretanto, que, os papéis da Equatorial têm Tag Along, e, na hipótese de venda de seu controle, há pouco risco para os minoritários. Além disso, a indefinição
a respeito da estratégia de crescimento da holding reforça sua posição de pagadora de dividendos, oferecendo um dos maiores yields do setor, os quais prevemos situarem-se
entre 9% e 12% nos próximos cinco anos. Por esta razão, consideramos os papéis da Equatorial Energia uma opção interessante de investimento defensivo, com elevada distribuição
de lucros aos acionistas e baixo nível de risco.
A MPX divulgou na terça-feira os resultados financeiros referente ao 4T09. A geradora não apresentou informação nova a respeito do desenvolvimento dos projetos. Sua receita
líquida de R$ 14,4 milhões no 4T09 com crescimento de R$ 6,3 milhões em relação ao mesmo período do ano passado devido ao aumento da receita com comercialização de energia.
O lucro líquido foi de R$ 15,0 milhões no 4T09.No ano de 2009, a companhia apurou um resultado negativo de R$ 147,4 milhões, tendo sido bastante impactado pelo resultado negativo
de R$ 246,8 milhões da apuração contábil dos hedges.
De uma maneira geral, não existe fato relevante a ser comentados no resultado trimestral. Mantemos nossa expectativa direcionada ao futuro relatório de reservas de carvão da mina
da Colômbia que será divulgado no final de março. Temos recomendação de COMPRA para os papéis da geradora, com um target price de R$ 28,51/ação e upside de 7% para dez/10.
A Tractebel apresentou seus resultados financeiros referentes ao 4T09 acima de nossas expectativas, tanto no que se refere a questões operacionais quanto financeiras. A empresa
apresentou um aumento de 14,4% em seu EBITDA em relação ao mesmo período do ano passado, com margem operacional 4 p.p. acima do mesmo período. O lucro líquido foi de 22,9%
maior em doze meses.
A visão da Corretora é positiva. A geradora, conforme vínhamos prevendo, apresentou resultados com apreciação de margens e estabilidade operacional, refletindo a recuperação
do mercado e consumo de energia elétrica combinado a um cenário hidrológico igualmente. Em nossas estimativas, a geradora tende a manter o aumento de margens no próximo
trimestre, como resultado do reaquecimento do mercado livre associado à estabilidade no montante gerado pela empresa. Mantemos nossa recomendação de compra para TBLE3,
com Target Price de R$ 26,47/ação e 28% de upside para dez/10.
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Empresa ► |
AES Tiete |
Celpe |
Cosern |
Copel |
CPFL
Energia |
Cia
Transmissão
Paulista |
Energias
do Brasil |
|
Dados▼ |
GETI4 |
CEPE6 |
CSRN3 |
CPLE6 |
CPFE3 |
TRPL4 |
ENBR3 |
|
Nível
Gov.
Corporativa |
- |
- |
- |
N1 |
NM |
N1 |
NM |
|
PL 2008
R$ MM |
501,04 |
1308,26 |
551,66 |
8267,53 |
.5.018,62 |
4.108,30 |
.3.542,92 |
|
PL 2009
R$ MM |
501,04 |
1412,94 |
585,39 |
10.190,82 |
.5.082,94 |
4.185,35 |
.4.268,70 |
|
LL 2008
R$ MM |
.692,46 |
466,31 |
212,34 |
.389,68 |
.1.275,69 |
827,07 |
.388,78 |
|
LL 2009
R$ MM |
.780,24 |
435,53 |
197,17 |
.857,49 |
.1.286,47 |
828,02 |
.625,14 |
|
Variacao
LL 4T09
(%) |
12,68 |
.-6,6 |
-7,15 |
.120,05 |
.0,84 |
0,12 |
.60,79 |
|
ROE
4T09(%) |
.155,72 |
30,82 |
33,16 |
.8,41 |
.25,3 |
19,78 |
14,64. |
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Índices
Bovespa▼ |
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|
Ibovespa |
. |
. |
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.√ |
.√ |
.√ |
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|
IBRX-50 |
. |
. |
. |
.√ |
. |
..√ |
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|
IBRX |
√. |
. |
. |
.√ |
..√ |
. |
..√ |
|
IGC |
. |
. |
. |
..√ |
..√ |
..√ |
..√ |
|
Itag |
. |
. |
. |
. |
.√ |
. |
..√ |
|
ISE |
√. |
....√. |
. |
.√ |
..√ |
. |
..√ |
|
IVBX2 |
. |
. |
. |
√. |
..√ |
..√. |
. |
|
MLCX |
.√. |
. |
. |
.√ |
..√ |
..√ |
. |
|
SMLL |
. |
...√. |
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. |
..√ |
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ICON |
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INDX |
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... |
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IEE |
.√. |
.....√. |
. |
..√ |
..√ |
..√ |
..√ |
|
IMOB |
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|
ITEL |
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. |
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|
IFNC |
. |
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|
|
| Empresa ► |
Elektro |
Eletropaulo |
Energisa |
Light |
MPX |
Tractebel |
| Dados▼ |
EKTR4 |
ELPL6 |
ENGI11 |
LIGT3 |
MPXE3 |
TBLE3 |
|
Nível
Gov.
Corporativa |
- |
N2 |
- |
NM |
NM |
NM |
|
PL 2008
R$ MM |
.1.103,03 |
.3.298,82 |
. |
2.803,70 |
2.095,85 |
.3.170,79 |
|
PL 2009
R$ MM |
1.127,31. |
.3.281,27 |
.802,85 |
2.887,05 |
1.907,36 |
.3.681,27 |
|
LL 2008
R$ MM |
.391,79 |
.1.027,11 |
.104,96 |
974,45 |
204,08 |
.1.115,15 |
|
LL 2009
R$ MM |
.485,57 |
.1.063,19 |
.249,71 |
604,83 |
-147,39 |
.1.134,40 |
|
Variacao
LL 4T09
(%) |
.23,94 |
.3,51 |
.137,91 |
-37,93 |
-172,22 |
..1,73 |
|
ROE
4T09(%) |
.43,07 |
.32,4 |
.31,1 |
20,94 |
NE |
.30,81 |
| Índices Bovespa▼ |
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| Ibovespa |
. |
..√ |
. |
.√ |
. |
. |
| IBRX-50 |
. |
..√ |
. |
. |
. |
. |
| IBRX |
. |
..√ |
. |
.√ |
√ |
..√ |
| IGC |
. |
..√ |
..√ |
..√ |
. |
..√ |
| Itag |
. |
..√ |
..√ |
..√ |
. |
...√ |
| ISE |
. |
...√ |
. |
.√ |
..√ |
.√ |
| IVBX2 |
. |
..√ |
. |
√. |
. |
..√ |
| MLCX |
. |
. |
. |
. |
. |
...√ |
| SMLL |
. |
...√ |
. |
..√ |
....√ |
.. |
| ICON |
. |
. |
...√ |
. |
. |
. |
| INDX |
. |
. |
.. |
. |
. |
.. |
| IEE |
. |
.. |
...√ |
..√ |
...√ |
...√ |
| IMOB |
. |
...√ |
.. |
. |
. |
.. |
| ITEL |
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.. |
| IFNC |
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Informações Relevantes:
Há outras empresas listadas na Bovespa classificadas neste setor, no entanto, não foram incluídas na tabela por duas razões: ou estão listadas no Mercado de Balcão,
e portanto, não tem a obrigatoriedade da divulgação de resultados, nem de seguir regras de governança; ou porque seus ativos não estão sendo mais negociados ou
não têm mais ativos em negociação no mercado à vista. Respectivamente, são elas do primeiro grupo:521 e 524 Participações, Andrade Gutierrez, Baesa, Cemar, Cemig
Geração e Distribuição, Cia Paulista de Força e Luz e CPFL Geração e Piratini. Ao segundo grupo pertencem: AES Sul, EBE, Celp, Brasiliana, Cemar,CEEE Dstribuição e CEEE Geração.
As empresas à frente ainda não divulgaram os números referentes ao consolidado de 2009: AES Elpa, Afluente Geração, Ampla, Celesc (N2),Cemat, Cesp(N1),Celgpar,Coelba,
CEB,Cemig(N1),Coelce,GeraçãoPaulista,Eletrobras(N1),Eletropar,EMAE,Equatorial(NM),Rede Energia, Terna(N2).
Obs: Os índices em que as empresas estão listadas fazem referência a todas as ações da companhia, não somente a esta listada na tabela.
ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não Existe
Fonte:Bovespa;
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| Empresas |
Periodicidade Dividendos/ano |
%Dividendo LL |
Tag Along (On) e (PN) |
Conselheiros Independentes |
|
AES
Elpa |
- |
- |
Não |
- |
|
AES
Tietê |
- |
- |
Não |
- |
|
Afluente
Geração |
- |
- |
Não |
- |
|
Ampa |
Anual |
25% |
Não |
Não |
|
CEB |
- |
- |
Não |
- |
|
Celesc |
Anual |
25% |
100% ON
PN |
Sim |
|
Celgpar |
- |
- |
Não |
- |
|
Celpe |
- |
- |
Não |
- |
|
Cemat |
- |
- |
Não |
Sim |
|
Cesp |
Anual |
* |
100%
PNB |
Sim |
|
Cemig |
Semestral |
50% |
Não |
- |
|
Coelba |
Anual |
25% +
10%PNAe
B |
Não |
Sim |
|
Coelce |
Anual |
25% +
6%PNA e
10% PNB |
Não |
Sim |
|
Cosern |
Anual |
25%
+10%PNA
e B |
Não |
Não |
|
Copel |
Anual |
25%+10%
PNAeB |
Não |
Sim |
|
CPFL
Energia |
Anual
ou
inferior |
25% |
100% |
Sim |
|
Cia
Trans.Paulista |
* |
* |
Não* |
* |
|
Cia.
Ger.
Paulista |
Anual |
10% ON
e PN |
Não |
Não |
|
Energias
do
Brasil |
Anual |
50% |
100% |
Sim |
|
Elektro |
Semestral |
25%* |
Não |
Não |
|
Eletrobras |
Anual |
25% e
PNA8% e
PNB6% |
Não |
Sim |
|
Eletropar |
- |
- |
Não |
- |
|
Eletropaulo |
- |
- |
Não |
- |
|
EMAE |
Anual |
25% +
10%PM |
Não |
Não |
|
Energisa |
- |
- |
80% ON
e PN |
- |
|
Equatorial |
- |
- |
100% |
- |
|
Light |
Anual |
50% |
100% |
Sim |
|
MPX |
Anual |
25% |
100% |
Sim |
|
Rede
Energia |
Anual |
25% +
10%PM |
Não |
Sim |
|
Tractebel |
Anual |
55% |
100% |
Sim |
|
|
|
|
*ERRATA:
18/03/2010:Transmissão Paulista:Não tem política de pay out,
ou seja, % de lucro líquido para pagamento de dividendo,
tem conselheiro independente e tem tag along de 80%.Periodicidade de
dividendos: trimestral, semestral e anual
. |
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Outras Informações: A CESP não possui uma política de dividendos específica de acordo com seu Estatuto Social, o lucro do exercício social, após deduzidos os prejuízos acumulados,
a provisão para imposto de renda e demais tributos incidentes sobre o resultado, é destinado de acordo com a seguinte prioridade:
(i) aplicação de 5% (cinco por cento), antes de qualquer outra destinação, na constituição da reserva legal, até o limite de 20% (vinte por cento) do capital social;
(ii) do saldo, será destinado valor para pagamento do dividendo anual prioritário e obrigatório das Ações Preferenciais A, de 10% calculado sobre o valor do
capital social integralizado representado por Preferenciais A, a ser rateado ente ações preferenciais desta classe;
(iii) do saldo, será destinado valor para pagamento de dividendo anual obrigatório às ações ordinárias e às Ações Preferenciais B correspondente a
10% (dez por cento) do valor do capital social integralizado representado por estas ações, a ser rateado igualmente entre elas.
Elektro
Consta no Estatuto Social da Elektro que fica assegurado ao acionista 25% do lucro líquido remanescente (após dedução dos prejuízos acumulados,
se houver, e da provisão para pagamento do imposto de renda) na forma de dividendo mínimo obrigatório, conforme artigo 202 da Lei nº 6.404/76.
Nos últimos anos, a Companhia vem praticando o valor máximo de pagamento de dividendos aos seus acionistas, com payout de 95% do lucro líquido. |
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Elaborado e editado pela jornalista Grazieli Inticher
Binkowski
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Atendendo a
instrução CVM nº 388 de 30/04/2003, o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br declara que:
I – As recomendações expressas pelo analista entrevistado e
publicadas pelo Acionista.com.br, refletem única e exclusivamente
suas opiniões pessoais, e que foram elaboradas de forma independente
e autônoma, inclusive em relação à instituição à qual esteja
vinculado, se for o caso;
II – O analista entrevistado não mantém vínculo com qualquer pessoa
natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários
foram alvo de análise no relatório divulgado;
III – A instituição à qual o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br está vinculado, quando for o caso, bem como os
fundos, carteiras e clubes de investimentos em valores mobiliários
por ela administrados não possui participação acionária direta ou
indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de
quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de
análise no relatório divulgado, ou está envolvida na aquisição,
alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
IV – O analista entrevistado não é titular, direta ou indiretamente,
de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua
análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu
patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e
intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
V – O analista entrevistado pelo Acionista.com.br ou instituição à
qual esteja vinculado não recebe remuneração por serviços prestados
ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos
valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou
pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de
direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia;
e
VI – A remuneração do analista entrevistado ou esquema de
compensação do qual é integrante não está atrelada à precificação de
quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas
no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações
financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, se
for o caso.
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