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Setor Varejo: Retração não desanima mercado

16 de Abril de 2012

A queda de 0,5% no volume de vendas registrada em fevereiro deste ano sobre o mês anterior foi a primeira desde março de 2010 e não é suficiente para alterar as expectativas do mercado, segundo a avaliação dos analistas da BB Investimentos. Eles observam que a mesma pesquisa, divulgada em 13 de abril pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra um crescimento de 9,6% no volume de vendas entre fevereiro de 2012 e o mesmo período de 2011. O levantamento apontou também que, desde o início do ano, o setor cresceu 8,7% e que o crescimento acumulado nos últimos doze meses é de 6,7%. A receita nominal, que caiu 0,7% na comparação com janeiro, cresceu 13,2% quando se comparam dados de fevereiro com os do mesmo mês do ano anterior.

 

A expectativa é que o setor – praticamente descolado no mercado externo – puxe o crescimento econômico que, neste ano, deve ser ao contrário do registrado no ano passado. Se 2011 registrou uma perda de ritmo no segundo semestre (pelos efeitos da crise e como consequência das medidas macro prudenciais do governo federal), 2012 deve dar aceleração à atividade econômica com a aproximação do segundo semestre. Para isso devem ser decisivas as medidas anunciadas pelo Governo Federal, como a prorrogação da isenção de Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre produtos de linha branca e o corte nos juros cobrados ao consumidor pelos bancos públicos (Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil).                             

 

Os papéis das empresas de varejo têm demonstrado um desempenho acima do Ibovespa, já que os fundamentos do setor estão bastante sólidos e a baixa relação das empresas varejistas com o mercado externo faz com que suas ações sofram com menor intensidade as oscilações do mercado internacional e a volatilidade do mercado brasileiro como um todo. No consolidado do ano, até fechamento do mercado de 13.04, o Ibovespa valorizava 9,4%, e as ações de varejo que compõem o índice, subiam 17,6%, conforme relatório distribuído pela Corretora Ativa em 16.04.

 

Fernando Góes
Analista da Rico.com.vc

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O setor em si é muito bom, tem se comportado bem nesse ano e mesmo no ano passado, quando o mercado estava pior, teve um bom desempenho. Os preços já vêm expressando o baixo risco dos papéis, que no ano sobem acima do mercado – o que não é ruim, já que os papéis seguirão sendo boas opções tanto em cenários positivos, quanto naqueles que pedem posturas mais defensivas em função de um possível agravamento da crise internacional que possa afetar a BM&FBovespa.

 

As medidas que estão sendo tomadas pelo governo, como a extensão da isenção do IPI fortaleceram os papeis, mas sem um impacto tão grande. Já os cortes de juros para o consumidor, anunciados pelos bancos estatais, são mais importantes e impactam mais diretamente. Ainda assim, caberiam medidas de incentivo mais fortes, como a redução de outros tributos. De qualquer forma, o varejo é um dos melhores setores para se apostar por sua relação direta com o mercado interno. Mesmo a Ambev, que exporta, tem fundamentos muito sólidos.

 

Recomendação: Pode-se pensar em dois tipos de aposta. Na primeira, papeis muito sólidos, que pagam bons dividendos. Nesse perfil, destaques para Ambev e Le Lis Blanc. No segundo cenário, recomendaria a procura por papeis que têm expectativa de crescimento, mas que ainda não subiram tanto, como Magazine Luiza, Marisa e Hypermarcas. As ações da Natura se enquadram nos dois perfis, por pagarem dividendos interessantes e ainda terem espaço para subir, seria uma aposta mais arrojada. Alguns papéis com pouca liquidez, como a Springer, também podem ser uma boa aposta para elevação de preço.

 

A B2W foge a qualquer indicação. É o patinho feio do setor – diferente do que acontece com a própria Lojas Americanas, que pelo apoio das lojas físicas sofre menos com os problemas do grupo. A B2W está numa situação muito ruim, o mercado já precifica os papéis pela chance de quebra da empresa. Isso contrasta com a precificação dada às Lojas Americanas, que é avaliada como sólida e se beneficiaria ainda mais se um plano de reformulação da B2W fosse anunciado.

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Nataniel Cezimbra e equipe
Analista BB Investimentos

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O mercado vislumbra 2012 como um espelho do ano passado. Se em 2011 o ritmo de crescimento caiu no segundo semestre, agora ele deve crescer. Ainda assim, o mercado acionário não depende apenas de fundamentos, mas está muito atrelado também ao humor dos investidores. Desde a crise de 2008, o investidor está muito suscetível aos acontecimentos do mercado externo e isso afeta mesmo as empresas que são voltadas para o mercado interno, como a maioria das listadas no setor varejista.

 

Nesse setor, poucas das empresas listadas exportam e os fundamentos para o consumo interno no Brasil estão bons, o desemprego está baixo, a renda das famílias está crescendo. Mesmo assim, as ações têm apresentado performances mais voláteis, por conta dos temores de fora. Isso acontece porque grande parte dos investidores da BM&FBovespa são estrangeiros e retiram investimentos do Brasil quando precisam garantir liquidez individual. A bolsa como um todo está mais volátil.

 

Recomendação: Desde o começo de janeiro, entre as ações do varejo, só a B2W tem apresentado performance inferior a do Ibovespa. São boas opções. Atualmente, em nossa carteira sugerida para o setor destacamos Raia Drogasil (que o Acionista.com.br inclui no setor de saúde)* e Magazine Luiza. A Raia Drogasil tem performance boa e ainda tem sinergia a capturar da fusão entre as empresas. Em 2012 esse papel já subiu 40,3% e está num segmento de fundamentos ainda melhores que os do varejo – as redes de farmácia se beneficiam dos fundamentos macroeconômicos e, também, do envelhecimento da população e do crescimento do mercado de genéricos. Esses remédios permitem margens brutas maiores. Já o Magazine Luiza é recomendado por conta do reflexo esperado pela extensão da isenção de IPI para a linha branca. Quando entraram em negociação, as ações do Magazine Luiza eram vendidas a R$ 16 e agora estão em R$ 12,2. Tem espaço para alta, apesar de ter menos liquidez e ter um comportamento bastante volátil.

 

*informação incluída pelo editor.

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Empresa ► Alpagartas Ambev Arezzo Brasmotor B2W Cambuci Cia Hering Globex Grendene
  Dados▼ ALPA4 AMBV4 ARZZ3 BMTO4 BTOW3 CAMB4 HTGX3 GLOB3 GRND3
Nível Gov. Corporativa N1 - NM - NM - NM - NM
PL 2010R$ MM 1.310 24.361,86 146,21 751,20 225,94 34,43 - 738,00 2.544,60 1.675,29
PL 2011R$ MM 1.477,68 25.611,32 384,04 785,05 1.138,84 40,31 2,26 2.636,62 1.800,56
LL 2010R$ MM 306,34 7.561,38 64,53 267,08 33,58 9,44 0,08 - 63,15 312,39
LL 2011R$MM 307,42 8.640,97 91,61 164,59 - 89,16 6,55 3,00 90,46 305,44
Variação LL 2011 (%) 0,35 14,28 41,96 - 38,37 - 365,52 - 30,61 3.650,00 - 243,25 - 2,22
ROE 2011(%) 20,80 33,74 23,85 20,97 NE 16,25 132,74 3,43 16,96
Índices Bovespa                  
Ibovespa . .
IBRX-50 .
IBRX . . .
IBRA . . . . .
ICO 2 .
IDIV . . .
IGC . . . . .
IGCT . .
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ISE . .
IVBX2 . .
MLCX . .
SMLL . . .
ICON . . . . .
INDX . . .
IEE
IMAT
IMOB
ITEL
IFNC
UTIL
 

 
Empresa ► Grazziotin Guararapes Hypermarcas Lojas Americanas Le Lis Blanc Lojas Renner Magazine Luiza Marisa Marisol
  Dados▼ CGRA3 GUAR3 HYPE3 LAME4 LLIS3 LREN3 MGLU3 AMAR3 MRSL4
Nível Gov. Corporativa - - NM - NM NM NM NM -
PL 2010R$ MM 276,93 1.949,47 5.059,09 452,67 152,99 1.021,30 47,43 823,03 341,40
PL 2011R$ MM 291,70 2.238,34 6.645,93 690,49 197,02 1.154,99 620,94 857,76 371,05
LL 2010R$ MM 33,27 337,79 261,90 309,62 37,05 308,02 68,83 208,67 22,11
LL 2011R$MM 35,57 363,85 - 54,65 340,43 37,65 336,90 11,66 177,49 38,03
Variação LL 2011 (%) 6,91 7,71 - 120,87 9,95 1,62 9,38 - 83,06 5,40 5,40
ROE 2011(%) 12,19 16,26 NE 49,30 19,11 29,17 1,88 20,69 10,25
Índices Bovespa                  
Ibovespa . . .
IBRX-50 . . .
IBRX . . .
IBRA . .
ICO 2 . .
IDIV
IGC . . . .
IGCT . . .
Itag . . . . . .
ISE
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IMAT
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IFNC
UTIL
 

 

 

Empresa ► Mundial Nadir Figueiredo Natura Pão de Açucar Saraiva Springer Technos Vulcabras/Azaléia Whirlpool
  Dados▼ MNDL4 NAFG4 NATU3 PCRA5 SLED4 SPRI5 TECN3 VULC3 WHRL4
Nível Gov. Corporativa - - NM N1 N2 - NM - -
PL 2010R$ MM 91,63 280,95 1.257,50 7.023,32 424,41 95,78 132,49 529,41 1.636,69
PL 2011R$ MM 39,43 297,69 1.250,24 7.625,27 466,15 128,95 366,81 212,90 1.715,96
LL 2010R$ MM 12,89 17,79 744,05 618,49 61,02 3,83 35,71 120,95 620,33
LL 2011R$MM - 40,11 23,44 830,90 718,21 64,92 46,99 88,95 - 315,99 368,67
Variação LL 2011 (%) 5,40 5,40 11,67 16,12 6,39 1.126,89 149,09 - 361,26 - 40,57
ROE 2011(%) NE 7,87 66,46 9,42 13,93 36,44 24,25 NE 21,48
Índices Bovespa                  
Ibovespa . .
IBRX-50 . .
IBRX . .
IBRA . . . .
ICO 2 . .
IDIV . .
IGC . . .
IGCT . .
Itag . .
ISE .
IVBX2 . .
MLCX . .
SMLL . .
ICON . . . .
INDX .
IEE
IMAT
IMOB
ITEL
IFNC
UTIL
 

 

Informações Relevantes:

O Patrimônio Líquido é atribuído à controladora.
ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não existe.
Fonte: Resultados divulgados no site da BM&Fbovespa conforme Legislação Societária.


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Empresas

Pay Out (%)

Periodicidade

Tag Along
(On) e (PN)

Conselheiros Independentes

Alpagartas 25% Ano Não Não
Ambev 25% Ano Não Não
Arezzo 25% Ano 100% Sim
B2W 25% Ano 100% Sim
Cambuci - - 80% ON/PN -
Cia Hering 25% Ano 100% Sim
Globex 25% Ano Não Não
Grazziotin 25% Ano 100% ON/PN Não
Guararapes 25% + 10% PN Ano Não Não
Grendene 25% Ano 100% Sim
Hypermarcas 25% Ano 100% Sim
Le Lis Blanc 25% Ano 100% Sim
Lojas Americanas - - 100% ON/PN -
Lojas Renner 50% Ano 100% Não
Magazine Luiza 15% Ano 100% Sim
Marisa 25% Ano 100% Sim
Marisol - - 80% ON/PN -
Mundial 30% Ano Não Não
Nadir Figueiredo - - 80% ON/PN -
Natura 45% Ano 100% Sim
Pão de Açúcar 25% Trimestre Não Sim
Saraiva 25% Ano 100% 90% Não
Technos 25% Ano - Sim
Vulcabras/Azaléia 25% Ano Não Sim

 

Informações Relevantes:


Blasmotor, holding do grupo Whirpool, e a operacional, também listada, não disponibiliza informações sobre Governança Corporativa. http://www.whirlpool.com.br/investidor.aspx
Cambuci, empresa que detém a marca Penalty, não disponibiliza informações sobre Governança Corporativa em seu site www.penalty.com.br, ou espaço destinado a investidores.
Globex é proprietária das Lojas Ponto Frio, que pertence ao Grupo Pão de Açúcar (Companhia Brasileira de Distribuição - CBD). Em dezembro de 2009, o grupo fez um acordo de associação com as lojas Casa Bahia e sua controlada Extra-Eletro.
Le Lis Blanc pode pagar dividendos semestralmente ou em períodos menores, desde que passe por processo determinado no Estatuto da companhia.
As informações disponíveis da Lojas Americanas são as mesmas indicadas para os acionistas da B2W. As Lojas Americanas é a operação física da mesma empresa da B2W. Ambas são controladas por três sócios, que possuem pouco mais de 50% das ações da B2W. O site de relações com investidores das companhias são integrados e todas as informações são referentes à B2W, apesar das Lojas Americanas continuarem com ações negociadas na bolsa de valores brasileira, e terem ações com boa liquidez, conforme comprova a adesão da ação a diversos índices na BM&FBOVESPA.
Marisol e a Springer não disponibiliza informações sobre Governança Corporativa, se quer destina um espaço para investidores no site www.springer.com.br.
Natura: O Estatuto Social estabelece um percentual não inferior a 30% do lucro líquido anual ajustado na forma da Lei das Sociedades Anônimas. Adicionalmente, em 17 de março de 2004 o Conselho de Administração adotou uma política indicativa de distribuição de dividendos de no mínimo 45% do lucro líquido ajustado. A política de dividendos não impede a Companhia, no entanto, em determinadas circunstâncias, de declarar dividendos inferiores a 45% do lucro líquido ajustado.
Nadir Figueiredo não disponibiliza as demais informações sobre Governança Corporativa.


Pay Out é o percentual pago do lucro líquido em forma de dividendos e juros sobre capital.
Tag Along: Para as empresas que não especificamos o direito ou não de tag along para as ações preferenciais, significa que elas têm somente uma classe de ação. De acordo com Lei das S.As, Artigo 254-A o tag along é o direito que assegura que a venda do controle de uma empresa poderá ocorrer sob a condiçÃo de que o acionista adquirente faça uma oferta pública de aquisição das demais ações ordinárias de modo a assegurar a seus detentores o preço mínimo de 80% do valor pago pelas ações integrantes do bloco de controle.
Conselheiro Independente, de acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC): O Conselho da organização deve, preferencialmente, ter maioria de conselheiros independentes. O conselheiro independente se caracteriza por: Não ter qualquer vínculo com a organização, exceto eventual participação de capital; não ser acionista controlador, membro do grupo de controle, cônjuge ou parente até segundo grau destes, ou ser vinculado a organizações relacionadas ao acionista controlador;não ter sido empregado ou diretor da organização ou de alguma de suas subsidiárias; não estar fornecendo ou comprando, direta ou indiretamente, serviços ou produtos à organização;não ser funcionário ou diretor de entidade que esteja oferecendo serviços ou produtos à organização;não ser cônjuge ou parente até segundo grau de algum diretor ou gerente da organização;não receber outra remuneração da organização além dos honorários de conselheiro (dividendos oriundos de eventual participação no capital estão excluídos desta restrição)No Novo Mercado é obrigatório que 20% dos conselheiros sejam independentes.

As informações citadas acima são determinadas em estatuto e, no caso dos dois primeiros itens, podem ser feitos diferentemente na prática.
Fonte: site e contato com as companhias, BM&FBovespa (Tag Along).

 

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Elaborado e editado pela jornalista Grazieli Inticher Binkowski e reportagem Clarisse de Freitas

      redacao@acionista.com.br


 

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