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Setor Energia – Desafios até ao mais defensivo

07 de Junho de 2011

O processo de consolidação, iniciado há alguns anos, e os investimentos em novos volumes continuam sendo drivers importantes para acompanhar o setor de energia elétrica. Apesar de suficientemente contratado para os próximos anos e de grandes obras em processo, o setor tem o desafio de seguir o país no seu ritmo de crescimento – que até aqui também tem sido positivo para os balanços destas companhias. Para isso, cada empresa tem investido em uma estratégia própria que leva a aumentar o seu roll de fontes de energia. A viabilidade, o custo e o sucesso que vai elas vão obter também deve ser variado. Mas o que não muda é a relevância desses objetivos para o país, que depende dessa energia para fazer frente às necessidades de segmentos como a construção civil e de obras específicas como para a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Diante disso, e de outras vantagens mais previsíveis, como a característica defensiva das companhias elétricas, os investidores não ficam nunca de fora dele. A grande questão é saber escolher entre tantas companhias listadas em bolsa.
 

Em épocas de turbulências ou indefinições dos mercados, o setor elétrico é um dos porto-seguros buscado pelos investidores. Como o primeiro semestre deste ano foi um pouco dos dois, essa tendência fica clara no ganho acumulado de 2011 de 10,4% do Índice de Energia Elétrica (IEE) na BM&FBOVESPA, conforme levantamento da Corretora Ativa divulgado em relatório enviado ao mercado nessa segunda-feira, dia 06.06. Em relação aos principais índices da bolsa brasileira, o IEE é o segundo que valorizou mais, vantagem que fica maior diante da queda no ano do restante dos índices, com exceção do ITEL.

Para o segundo semestre, essa distância positiva do setor elétrico em relação aos menos defensivos pode diminuir, já que a expectativa é que o mercado de forma geral melhore. Além disso, alguns eventos setoriais – mesmo que já esperados - podem ter alguma influência nos negócios dos papéis das elétricas. Um deles é o leilão de transmissão, marcado para o dia 10.06. E outro é 3º ciclo de revisão tarifária para as distribuidoras que ficará para o mês de setembro. As mudanças no cálculo e a determinação final do percentual de reajuste – referente à WACC - vem se arrastando desde o ano passado. O ultimo evento relacionado a isso, foi a finalização da segunda audiência pública proposta pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) – que encerrou no final de maio - referente a uma nova WACC de 7,57%.

 

Planner Corretora
Informações veiculadas em relatórios divulgados em 01.06
Analista-chefe Ricardo Martins

Aumentamos nossa exposição às ações da Copel para nosso portfólio do mês de junho. Achamos atrativo o atual nível de negociação de suas ações, sendo que não enxergamos motivos para sua performance ter ficado abaixo da média do setor elétrico até maio (0,55% CPLE6 contra 9,4% IEE). Após as mudanças políticas ocorridas no estado do Paraná, a empresa vem passando por um processo de mudança em seus negócios, com foco em crescimento, otimização de sua estrutura de capital e uma possível revisão da sua política de dividendos. Acreditamos em um papel de destaque no setor elétrico para a Copel nos próximos anos.

As companhias AES Tietê e AES Eletropaulo foram mantidas nas nossas carteiras recomendadas no mês de junho. A primeira é uma empresa focada em geração de energia através de fontes hídricas. Até 2015 possui 100% de seu volume de energia assegurada negociada junto a AES Eletropaulo, este contrato é reajustado anualmente através do repasse do IGP-M. Além disso, possui um baixo nível de endividamento, aliado a baixa necessidade de investimentos. Assim, a empresa mantém sua política de 100% na distribuição de dividendos aos acionistas.

Quanto à AES Eletropaulo, elevamos sua participação em nossa carteira. A empresa deve continuar com um momento positivo para suas ações, devido aos fatores como a expectativa de forte resultado no primeiro semestre, ao elevado dividend yield semestral, à possibilidade de ganhos extra, caso a venda da AES Atmus seja confirmada, à redução do risco “Dívida Eletrobras” no curto e médio prazo e aos baixos múltiplos e característica defensiva.

Recomendação: COMPRA para Copel PNB (CPLE6), com preço-alvo de R$52,00. COMPRA para AES Tietê PN (GETI4), com preço-alvo de R$ 24,29. E COMPRA para AES Eletropaulo (ELPL4), com preço-alvo de preço-alvo de R$ 40,13. Todos os preços são para doze meses.


Ativa Corretora
Informações veiculadas em relatórios divulgado em 01.06
Estrategista Mônica Araújo

Ainda no mês de maio, reduzimos nossa exposição ao setor de energia na nossa carteira principal. No entanto, não realizamos alterações na carteira defensiva. Na primeira, mantemos a Tractebel (TBLE3). O resultado da geradora no 1T11 veio dentro de nossa expectativa, e reforçou nossa  percepção de que a empresa possui grande capacidade de manter-se gerando valor a partir da comercialização de energia no mercado livre. Não esperamos aprimoramento operacional relevante para o 2T11, contudo, mantemo-nos otimistas quantos aos resultados anuais da atividade.  Acreditamos que a estratégia de comercialização da empresa agrega valor ao papel, na medida em que a maior alocação de energia para o mercado livre garante margens superiores. Ressaltamos que o único risco pertinente no curto prazo está relacionado à transferência dos ativos da usina de Jirau de sua controladora Suez para a Tractebel.

A Cemig (CMIG4) é outra empresa que está na nossa carteira principal. A companhia apresentou no mês de maio uma performance negativa de aproximadamente 2,8%, próxima à queda registrada pelo Ibovespa. Nossa visão é de que existe potencial para reprecificação da energia comercializada pelo segmento de geração, uma vez que a empresa possui energia que deve ser brevemente descontratada e, com isso, terá uma maior exposição ao mercado livre, aprimorando ao longo de 2011 suas margens. Acreditamos que o mercado ainda não tenha precificado tal possibilidade, uma vez que a Cemig não apresenta em seu disclosure os seus contratos a serem vencidos. Ressaltamos também que nosso valuation não incorpora esse cenário.

Além dessas duas companhias, nossa carteira defensiva é formada por mais três companhias pertencentes ao setor, e somente uma a mais de outro segmento.  As primeiras são a AES Tietê (GETI4), a Transmissão Paulista (TRPL4) e a Copel (CPLE6).  Quanto à AES Tietê (GETI4), destacamos que ela é uma empresa geradora com perfil estável, tanto pelas características de contratação da energia assegurada da empresa, quanto pela localização do parque gerador que mentem um fluxo hidráulico e financeiro relativamente constante. Por isso estamos ela na nossa carteira, com uma expectativa de dividend yield para 2011 de 9,3%.

A Transmissão Paulista (TRPL4) tem na natureza de seu negócio um apelo de muita estabilidade e um dividend yield projetado para 2011 de 10,5%. A companhia se beneficia diretamente do aumento esperado para o IGP-M este ano, uma vez que as tarifas de transmissão são anualmente reajustadas de acordo com a variação deste índice. E a Copel (CPLE6) é uma estatal integrada do setor elétrico, com alocação relevante em geração de energia e risco político em queda, em função da mudança de governo estadual do Paraná. Acreditamos que o nível de dividendos para 2011 tende a se elevar em relação aos dois anos anteriores na medida em que o fim da política de descontos a que era submetida poderá elevar seu bottom line e permitir que a posição do caixa se consolide, possibilitando a elevação do payout.

Recomendação: COMPRA para TBLE3, com target price de R$ 35,20 e upside de 31,6%. Mantemos recomendação COMPRA para Cemig, com target price de R$ 33,60/ação para dez/11 e upside de 13,5% em relação ao fechamento de maio. 


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Empresa ► AES Elpa AES Tiete Afluente Ampla Energia Celesc Celpa Celpe Cemat Cesp Coelba Cemig
  Dados▼ AELP3 GETI4 AFLU3 CBEE3 CLSC6 CELP5 CEPE5 CMGR4 CESP6 CEEB3 CMIG3
Nível Gov. Corporativa - - - - N2 - - - N1 - N1
PL 1T10R$ MM 2.069.149 2.235.697 40,91 1.676.260 1.879.826 993,70 1.445,92 1.146.279 10.624.448 1.968.255 10.730.983
PL 1T11R$ R$ MM 4.942,12 2.174,40 42.382 1.642,54 2.056.686 851,75 1.609,38 1.448,61 10.510,94 2.553,24 12.003,11
LL 1T10R$ MM 218,39 (0,18) 1,38 122,27 142 1,31 150,36 (9,73) 28,88 192,94 520,07
LL 1T11 R$ MM 277,98 (10,96) 1,59 59,06 116 (39,91) 80,42 (20,00) 60,99 177,78 526,15
Variacao LL 1T11(%) 27,29 6.128,41 15,21 (51,69) (18,20) (3.146,49) (46,52) 105,62 111,22 (7,86) 1,17
ROE 1T11(%) 5,62 NE 3,75 3,59 30,82 NE 4,99 NE 0,58 6,96 4,38
Índices Bovespa                      
Ibovespa .
IBRX-50 .
IBRX . . .
IBRA . . .
ICO 2 .
IDIV . .
IGC . . .
IGCT . .
Itag . . .
ISE . . . .
IVBX2 . .
MLCX . . .
SMLL
ICON
INDX
IEE . .   .
IMAT
IMOB
ITEL                
IFNC
UTIL . . .

Informações Relevantes:

ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não existe.
Fonte: Resultados divulgados no site da BM&Fbovespa conforme Legislação Societária.

Empresa ► Coelce Cosern CEEE-D Copel CPFL Energia Cia Transmissão Paulista Duke Energy Energias do Brasil Elektro Eletropaulo EMAE
  Dados▼ COEC3 CSRN3 CEED4 CPLE6 CPFE3 TRPL4 GPA4 ENBR3 EKTR4 ELPL4 EMAE4
Nível Gov. Corporativa - - N1 N1 NM N1 - NM - N2 -
PL 1T10R$ MM 1.246.877 616,55 1.966,85 10.611.013 5.473.141 4.517.167 3.352.918 4.549.955 1.302.935 3.437.906 792,61
PL 1T11R$ R$ MM 1.461,33 746,93 1.759,86 11.669,99 7.231,94 4.563,84 2.950,23 6.659,32 1.516,50 4.033,81 817,09
LL 1T10R$ MM 115,65 55,71 9,19 319,36 487,86 206,97 32,81 200,43 125,54 222,92 -
LL 1T11 R$ MM 104,52 35,25 13,03 384,83 465,88 205,84 57,22 202,01 143,31 281,89 4,39
Variacao LL 1T11(%) (9,62) (36,73) 41,76 20,50 (4,51) (0,54) 74,39 0,79 14,15 26,46 -
ROE 1T11(%) 7,15 4,71 0,74 3,29 6,44 4,51 1,93 3,06 9,45 6,98 NE
Índices Bovespa                      
Ibovespa . . . .
IBRX-50 . .
IBRX . . . .
IBRA . .
ICO 2 . . . .
IDIV . . .
IGC . . . . .
IGCT . . .
Itag . . .
ISE . . . .
IVBX2 . . .
MLCX . . . .
SMLL .
ICON
INDX .
IEE . . .      
IMAT
IMOB
ITEL                
IFNC
UTIL . . . .

Informações Relevantes:

ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não existe.
Fonte: Resultados divulgados no site da BM&Fbovespa conforme Legislação Societária.

Empresa ► Energisa Equatorial Inepar Light MPX Rede Energia Redentor Renova Tractebel Taesa VBC Energia
  Dados▼ ENGI11 EQTL3 IENG3 LIGT3 MPXE3 REDE4 RDTR3 RNEW11 TBLE3 TRNA11 NCNE5
Nível Gov. Corporativa - NM - NM NM - NM N2 NM N2 NM
PL 1T10R$ MM 1.135.810 1.368.413 132,31 3.477.471 1.808.938 946,88 - - 5.929,97 2.276,63 -
PL 1T11R$ R$ MM 1.520,16 1.039,13 108,88 3.496,47 1.663,10 2.574,03 455,80 287,00 5.379,64 2.581,19 1.658,40
LL 1T10R$ MM 47,20 52,96 (4,08) 224,78 (195,68) (105,82) - 1,21 246,72 69,26 109,88
LL 1T11 R$ MM 36,69 36,69 (5,58) 166,33 (52,59) (75,64) 23,37 (1,71) 306,95 72,83 114,35
Variacao LL 1T11(%) (22,26) (30,72) 36,93 (26,01) (73,12) (28,52) - (241,17) 24,41 5,15 4,07
ROE 1T11(%) 2,41 3,53 NE 4,75 NE NE 5,12 NE 5,70 2,82 6,89
Índices Bovespa                      
Ibovespa .
IBRX-50
IBRX . . .
IBRA . . . .
ICO 2
IDIV .
IGC . . . . .
IGCT . . .
Itag . . . . .
ISE . . . .
IVBX2 . .
MLCX
SMLL . . .
ICON
INDX
IEE . . . . .    
IMAT
IMOB
ITEL                
IFNC
UTIL . . . .

Informações Relevantes:

ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não existe.
Fonte: Resultados divulgados no site da BM&Fbovespa conforme Legislação Societária.

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Empresas

Pay Out (%)

Periodicidade

Tag Along
(On) e (PN)

Conselheiros Independentes

AES Elpa - - Não -
AES Tietê 100% Anual 80% Não
Afluente 25%+10%PN Anual Não Não
Ampla 25% Anual Não Não
Celesc 25% Anual 100% ON PN Sim
Celpa Não especificado Anual Não Não
Celpe 25% Anual Não Não
Cemat 25% Anual Não Sim
Cesp 10% Anual 100%PN Sim
Cemig 50% Semestre Não Sim
Coelba 25% + 10%PNA e B Anual Não Sim
Coelce 25% + 6% PNA e 10% PNB Anual Não Sim
Cosern 25% +10%PNA e B Anual Não Não
Copel 25%+10% PNA e B Anual Não Sim
CPFL Energia 25% Anual 100% Sim
Cia Trans.Paulista 10% Três vezes ano Não Sim
Duke Energy 10% ON e PN Anual Não Não
Energias do Brasil 50% Anual 100% Sim
Elektro 25%* Semestre Não Não
Eletropaulo 25% Anual Não Sim
EMAE 25% + 10%PM Anual Não Sim
Energisa 25% Anual 80%ON PN Sim
Equatorial 25% Anual 100% Sim
MPX 25% Anual 100% Sim
Inepar 25% Anual 80% ON PN Sim
Light 50% Anual 100% Sim
Rede Energia 25% + 10%PM Anual Não Sim
Redentor 25% Anual 100% Sim
Renova 25% Anual 100% ON PN Sim
Tractebel 55% Anual 100% Sim
Taesa 50% Anual Não Sim
VBC Energia - - Não -

Informações Relevantes:


A AES Elpa pertence ao grupo AES, mas não há menção à Companhia no site do grupo.
A VBC Energia faz parte do Grupo Camargo Correa. No site não há especificações quanto à empresa e a uma área de relações com investidores.

Pay Out é o percentual pago do lucro líquido em forma de dividendos e juros sobre capital.
Tag Along: Para as empresas que não especificamos o direito ou não de tag along para as ações preferenciais, significa que elas têm somente uma classe de ação. De acordo com Lei das S.As, Artigo 254-A o tag along é o direito que assegura que a venda do controle de uma empresa poderá ocorrer sob a condiçÃo de que o acionista adquirente faça uma oferta pública de aquisição das demais ações ordinárias de modo a assegurar a seus detentores o preço mínimo de 80% do valor pago pelas ações integrantes do bloco de controle.
Conselheiro Independente, de acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC): O Conselho da organização deve, preferencialmente, ter maioria de conselheiros independentes. O conselheiro independente se caracteriza por: Não ter qualquer vínculo com a organização, exceto eventual participação de capital; não ser acionista controlador, membro do grupo de controle, cônjuge ou parente até segundo grau destes, ou ser vinculado a organizações relacionadas ao acionista controlador;não ter sido empregado ou diretor da organização ou de alguma de suas subsidiárias; não estar fornecendo ou comprando, direta ou indiretamente, serviços ou produtos à organização;não ser funcionário ou diretor de entidade que esteja oferecendo serviços ou produtos à organização;não ser cônjuge ou parente até segundo grau de algum diretor ou gerente da organização;não receber outra remuneração da organização além dos honorários de conselheiro (dividendos oriundos de eventual participação no capital estão excluídos desta restrição)No Novo Mercado é obrigatório que 20% dos conselheiros sejam independentes.

As informações citadas acima são determinadas em estatuto e, no caso dos dois primeiros itens, podem ser feitos diferentemente na prática.
Fonte: site e contato com as companhias, BM&FBovespa (Tag Along).

 

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Elaborado e editado pela jornalista Grazieli Inticher Binkowski

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Atendendo a instrução CVM nº 388 de 30/04/2003, o analista entrevistado pelo Acionista.com.br declara que:
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II – O analista entrevistado não mantém vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado;
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IV – O analista entrevistado não é titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
V – O analista entrevistado pelo Acionista.com.br ou instituição à qual esteja vinculado não recebe remuneração por serviços prestados ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia; e
VI – A remuneração do analista entrevistado ou esquema de compensação do qual é integrante não está atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, se for o caso.

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