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Setor Varejo Desempenho Superior
02 de março de 2010
Desempenho


As empresas do setor, em grande parte independentemente do segmento para o qual vendem e atuam, têm se beneficiado e continuarão a refletir os indicadores de crescimento do salário real do brasileiro, o nível de emprego formal e os patamares dos índices de preço, que ainda são considerados positivos. Conforme destaca a Senso Corretora, em seu relatório mensal, o mercado acionário brasileiro, de forma geral, não tem refletido esses bons indicadores. O fechamento de 2009 de algumas dessas variáveis demonstram o saldo positivo com que os especialistas iniciaram as projeções para 2010.

O Índice Geral de Preços (IGP-DI) encerrou 2009 em deflação de 1,43%. A produção industrial apresentou queda de somente 0,2% no mês de novembro frente a outubro. Isso significa que o setor produtivo tem acompanhado a retomada da demanda. O IPCA (Índice de Preços do Consumidor Amplo), que inclui os preços de administrados, como de energia elétrica e educação, encerrou 2009 com inflação de 4,31%, abaixo do centro da meta estabelecida pelo Banco Central (BC), de 4,5%. Além disso, a equipe de análise da Senso lembra que o comércio varejista brasileiro voltou a mostrar crescimento em novembro com uma alta de 1,1% frente a outubro, sendo o sétimo resultado positivo nesta base de comparação. Além disso, nas últimas reuniões, o BC manteve a taxa de juros em 8,75% ao ano.

No entanto, em relatório recente, a Corretora Ativa coloca a preocupação frente ao aumento dos patamares de inflação. Lembra que, apesar do aumento de alguns preços serem exógenos, como por exemplo resultando das fortes chuvas em São Paulo, há indicadores de que o BC começará o ciclo de elevação dos juros a partir do mês de abril. A trajetória do DI futuro na BM&F já demonstra isso, pois já ultrapassou os 12%. Há alguns fatores sazonais que também contribuem para isso, como os reajustes do transporte público, o gasto com matrículas e materiais escolares. No entanto, há outros, como a pressão dos preços dos alimentos in natura.
 

                Mercado de Ações

Os múltiplos das empresas do setor indicam que estas companhias estão mais caras que as demais listadas na Bovespa. No entanto, a retomada da atividade brasileira diante da crise mundial e o destaque para o mercado interno são justificativas para que os atuais patamares não estejam supervalorizados, de acordo com o economista da Um Investimentos, Hersz Ferman. Por isso e diante da continuidade da expansão da economia brasileira, é provável que estas ações continuem subindo.

 
Opinião do Mercado
 

Hersz Ferman
Economista
Um Investimentos


Não há dúvida de que aumento de juros e o corte de incentivos que o setor vinha tendo não são bons sinais para as vendas no varejo no curto prazo. Essas medidas fizeram com que muitas pessoas antecipassem o consumo de alguns bens, como, por exemplo, de automóveis. Além disso, taxas maiores significam crédito mais caro para o consumo. No entanto, a motivação para o provável aumento da Selic e o fim de isenções tributárias, como o IPI reduzido para segmentos do varejo demonstram que a atividade econômica está normalizando. A partir deste ano, consumo e a economia vão continuar se expandindo sem estímulos como esses.

Em uma visão de longo prazo é possível esperar um setor de crescimento. Alguns indicadores como o número de empregos (medido pelo Caged), o nível de renda, o aumento do índice de confiança do consumidor e as vendas no varejo fortalecem essa tendência de crescimento. E para os próximos anos, as perspectivas dos agentes econômicos para o incremento da economia brasileira, através de projeções para o crescimento do PIB de até 5,5%, embasam essa visão otimista.


Senso Corretora
Antonio Goes
Analista Chefe


A preferência no setor de varejo é pela Lojas Americanas e Pão de Açúcar. Além de atuarem em parte com as classes C,D e E, que estão sustentando essa elevação no consumo e à frente do crescimento de renda, as companhias são protagonistas de movimentos importantes. A primeira é líder nos segmentos em que atua. Após a compra da Blockbuster, se posicionou em pontos importantes e atraiu uma clientela de maior poder aquisitivo. O Pão de Açúcar tem feito importantes movimentos de aquisição - como os mais recentes, Ponto Frio e Casa Bahia. A partir de agora, eles devem ser mais difíceis de acontecer no setor de varejo, especialmente em outros mercados, como no ramo de têxteis, em que a concorrência entre companhias abertas como Lojas Renner e Marisa é mais acirrada.


Recomendação: Incluímos nas nossas carteiras recomendadas a Lojas Americanas, com um up side de 38,78% sob a cotação de fechamento de janeiro com um preço-alvo de R$ 18,36 para LAME4. Assim como o papel PCAR5 do Pão de Açúcar, com potencial de R$ 83,45 para dez/2010,e isso significa 31% em relação a cotação de 11/02.
 


Corretora Ativa
Dados divulgados em relatório sobre o Pão de Açúcar

Revisamos nossas estimativas para Pão de Açúcar, incorporando ao valuation novas premissas macroeconômicas e operacionais, além do efeito da associação com a Casas Bahia. Nosso novo Target Price é de R$83,45/ação para dez/10 (sobre o preço anterior de R$65,34), o que representa upside de 31% em relação à cotação de mercado em 11/02/2010. Acreditando que a companhia esteja bem posicionada para se beneficiar do crescimento esperado das vendas de bens duráveis e maior consumo de alimentos pela população pertencente às classes de menor renda, recomendamos COMPRA para PCAR5

Após um investimento mais tímido em abertura de lojas em 2009 em virtude da atividade bastante intensa de M&A, o GPA ex-Ponto Frio e Casas Bahia deve retomar um maior ritmo de expansão a partir de 2010, com um total de 84 novas lojas, o que representa um aumento de 8,4% da área de vendas. Em função da maior participação do Assai nas vendas da companhia e do impacto da substituição tributária, projetamos margem EBITDA de 6,7% em 2010 frente a 7,1% no ano anterior.

Com relação ao Ponto Frio, revisamos para cima nossas estimativas para as vendas, em função de uma recuperação mais forte e mais rápida do que estávamos prevendo anteriormente. As projeções indicam alta de 17,7% nas vendas brutas de mercadorias em 2010 sobre 2009, bastante acima do crescimento de 8,2% esperado para 2009, explicada exclusivamente pelo aumento da receita/m2, já que não consideramos aberturas neste ano, que deve ser dedicado à avaliação do portifólio atual de lojas, até mesmo devido ao overlap com algumas lojas da Casas Bahia.

Acreditamos que a margem EBITDA negativa de 2009 já será revertida para 3,2% em 2010, chegando a um patamar mais confortável de 5,2% em 2011. Identificamos como riscos à tese de investimento: (i) pouca visibilidade em função da falta de dados contábeis da Casas Bahia; (ii) aceleração da inflação e redução da renda disponível, além do aumento da taxa de juros; (iii) concorrência acirrada em praças específicas como o Rio de Janeiro.


LOJAS RENNER – Margens são o ponto alto do 4T09

A Lojas Renner divulgou seus resultados referentes ao 4T09 e ao ano de 2009, apresentando um aumento de 9,5% das vendas mesmas lojas. A receita líquida das vendas de mercadorias cresceu 16% YoY, enquanto o lucro bruto apresentou avanço de 26% YoY. Com isso, a margem bruta da operação de varejo aumentou significativos 3,8 p.p. YoY, ficando em 48,7%. O resultado da operação financeira registrou forte aumento, de 57% YoY, respondendo por 16,2% do EBITDA da companhia, que foi de R$159,4 milhões no 4T09, o que representa uma alta de 55,8% em relação ao 4T08. Deste modo, a margem EBITDA teve forte expansão de 5,7 p.p. no 4T09 YoY, ficando em 22,4%.

Visão ATIVA – Positivo. Apesar dos números de vendas da Renner terem vindo em linha com o consenso de mercado, o EBITDA e o lucro líquido vieram bastante acima, o que deve ser trigger de curto prazo para o papel. Atribuímos boa parte do crescimento de vendas da companhia à fraca base de comparação, lembrando que as vendas mesmas lojas tiveram queda de 5,4% no 4T08. O grande destaque do trimestre foram mesmo as margens operacionais. A margem bruta de 48,7% da operação de varejo está bastante acima do patamar registrado no 4T em anos anteriores. O melhor desempenho de vendas permitiu uma maior diluição das despesas com vendas, o que não ocorreu no 3T09. Já nas despesas administrativas, a companhia continuou mostrando notável contenção. Ressaltamos novamente o incremento do ticket médio do Cartão Renner: 9,7% YoY, acima da inflação de 12 meses, o que acreditamos que seja resultado de um Natal mais fraco em 2008, impactado pela queda dos níveis de confiança do consumidor. Aguardamos o conference call que será realizado hoje para obtermos maiores detalhes sobre as expectativas da companhia para 2010 e algum possível guidance. No entanto, acreditamos que o cenário atual que conjuga fatores como aumento de renda, baixa taxa de juros, confiança do consumidor em níveis elevados, além do fim do IPI reduzido para bens duráveis, favoreça as vendas de artigos de vestuário, beneficiando o desempenho operacional de Lojas Renner.

NATURA – 4T09: Mais um trimestre de destaque

A Natura divulgou seu resultado referente ao 4T09 e ao ano de 2009. Os números continuaram fortes, apesar da base difícil de comparação, e em linha com as expectativas do consenso de mercado. A receita líquida da operação Brasil mostrou leve aceleração com crescimento de 16,6% YoY. Já as operações internacionais em fase de consolidação (Argentina, Chile e Peru) registraram alta de 8,8% sobre o 4T08 em suas receitas, a despeito de elevadas taxas de expansão, em torno de 40% YoY, em moeda local ponderada, devido à valorização do real no período. A margem bruta consolidada apresentou aumento de 0,8 p.p. YoY, enquanto a margem EBITDA foi de 23,1%, alta de 0,6p.p. na mesma base de comparação. Por fim, o lucro líquido cresceu 34,7% YoY, impactado positivamente por uma menor taxa de IR no ano de 2009.

Visão ATIVA – Neutro, pois o resultado veio em linha com as estimativas médias de mercado. Apesar disso, acreditamos que este resultado possa impulsionar as ações da Natura no curto prazo, dada a performance relativamente fraca do papel em 2010. Os ganhos de produtividade continuam acontecendo em custos e despesas, o que está se refletindo nas margens, enquanto as vendas, apesar da base forte, aumentaram significativamente, acelerando inclusive nas operações no Brasil. O canal de vendas no Brasil mantém expansão, próximo de 20% YoY, o que atribuímos, entre outros fatores, ao sucesso do modelo CNO. Novamente foi detectada piora no nível de estoques, o que vem sendo justificado pela necessidade de formação de estoques estratégicos visando melhorar o nível de atendimento. As operações internacionais continuaram mostrando elevadas taxas de evolução de receitas, o que, no entanto, foi prejudicado pela valorização do real, quando observamos os números em reais. O resultado da companhia no ano de 2009 comprovou a resiliência do setor de cosméticos e do modelo de negócios da Natura. Apesar da manutenção das boas perspectivas para o setor, inevitavelmente veremos uma desaceleração nas taxas de crescimento do canal de vendas e menores ganhos de produtividade na margem, dado que a gordura existente vai se reduzindo.

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Indicadores
Empresa ► Brasmotor* B2W Dufry Globex Grazziotin Guararapes Gradiente (IGB) Grendene* Hypermarcas Le Lis Blanc
  Dados▼ BMTO3 BTOW3 DUFB11 GLBO3 CGRA3 GUAR4 - GRND3 HYP3 LLIS3
Nível Gov. Corporativa - NM DR3 - - - - NM NM NM
PL 3T08 R$ MM 1.069,04 265,96 - 746,22 147.005,80 1.329,09 (354,86) 1.155,53 2.086,31 166,60
PL 3T09 R$ MM 981,81 260,51 - 346,23 167.737,77 1.439,66 (483,99) 1.400,10 2.691,63 160,89
LL 3T08 R$ MM 64,71 21,83 - 464,00 5.326,54 8,88 (29,24) 75,80 (92,38) 4,48
LL 3T09 R$ MM 32,99 13,48 - (40,71) 5.415,45 51,80 (14,60) 66,83 3,83 4,31
Variacao LL 3T09 (%) (49,01) (38,24) - (108,77) 1,67 483,50 (50,08) (11,83) (104,15) (3,66)
ROE 3T09(%) 3,36 5,17 NE 3,22 3,59 NE 5,41 0,14  2,67
Índices Bovespa                    
Ibovespa . . . . . . . . .
IBRX-50 . . . . . . . . .
IBRX . . . . . . . . .
IGC . . . . .
Itag . . . . . .
ISE . .. . . . . . . . .
IVBX2 . . . . . . . . .
MLCX . .. . . . . . . .. .
SMLL . . . . . . . .
ICON . . . . . . . .
INDX . .. . . . . . . . .
IEE . .. . . . . . . . .
IMOB . .. . . . . . . . .
ITEL . .. . . . . . . . .
IFNC . .. . . . . . . . .
Informações Relevantes:
*Resultados não-consolidados
ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não Existe
Fonte: Relatório das Empresas e Bovespa


 
 
Indicadores
Empresa ► Livraria do Globo* Lojas Americanas Lojas Heringer* Lojas Renner Marisa Marisol Natura Pão de Açúcar Saraiva Spirnger Whirlpool*
  Dados▼ LGLO3 LAME4 LHER4 LREN11 MARI3 MRSL4 NATU3 PCAR4 SLED4 SPRI6 WHRL3
Nível Gov. Corporativa - - - NM NM - NM N1 N2 - -
PL 3T08 R$ MM (6,30) 305,13 (11,34) 688,74 567,79 236,26 851,12 5.430,94 314 96,19 2.206,34
PL 3T09 R$ MM - 334,36 (11,62) 814,65 704,12 254,42 945,87 6.456,68 356,49 92,88 1.880,30
LL 3T08 R$ MM (4,02) 6,67 (45,00) 28,41 (9,16) 10,70 159,67 66,62 460,00 1,34 142,14
LL 3T09 R$ MM - 36,52 (47,00) 30,60 26,06 12,08 190,18 171,02 (6,52) 189,00 71,71
Variacao LL 3T09 (%) - 447,72 4,44 7,68 (384,37) 12,91 16,67 16,67 (101,42) 16,67 (49,55)
ROE 3T09(%) NE 10,92 NE 0,94 3,77 4,23 20,10 2,64 NE 203,40 3,81
Índices Bovespa                      
Ibovespa . . . . . . .
IBRX-50 . . . . . . .
IBRX . . . . . . .
IGC . . . .
Itag . . . ..
ISE . . . . . . . . . .
IVBX2 . . . . . . .
MLCX . . . . . . . .
SMLL . . . . . . . . . . .
ICON . . . . . . .
INDX . . . . . . . . . .
IEE . . . . . . . . . . .
IMOB . . . . . . . . . . .
ITEL . . . . . . . . . . .
IFNC . . . . . . . . . . .
Informações Relevantes:
*Resultados não-consolidados
ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não Existe
Fonte: Relatório das Empresas e Bovespa

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                Governança Corporativa
Empresas Periodicidade Dividendos/ano %Dividendo LL Tag Along (On) e (PN) Conselheiros Independentes
Blasmotor - - Não -
B2W Anual 25% 100% Sim
Globex Anual 25% Não Sim
Grazziotin Anual 25% 100% Não
Guararapes Anual 25% e 10%+(PN) Não Não
Gradiente - - 100% -
Grendene Anual 25% 100% Sim
Hypermarcas Anual 25% 100% Sim
Livraria do Globo - - - -
Le Lis Blanc Anual 25% 100% Sim
Lojas Americanas* -      
Lojas Hering Anual 25% - Sim
Lojas Renner Anual 25% 100% Não
Marisa Anual 25% 100% Sim
Marisol* -   80% e 80%  
Natura Anual 45%* 100% Sim
Pão de Açúcar Trimestral 25% - Sim
Saraiva Anual 25% 100% e 90% (PN) Sim
Springer - - 100% -
Whirpool - - - -

As informações citadas acima são determinadas em estatuto e, no caso dos dois primeiros itesn, podem ser feitos diferentemente na prática.
Definição de Conselheiro Independente, de acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC): é o profeissional que não teve nenhum tipo de ligação com a empresa, exceto por participação no capital. No Novo Mercado é obrigatório que 20% dos conselheiros sejam independentes.

As informações citadas acima são determinadas em estatuto e, no caso dos dois primeiros ites, podem ter alguma variação na prática.
Definição de Conselheiro Independente, de acordo com o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC): é o profeissional que não teve nenhum tipo de ligação com a empresa, exceto por participação no capital. No Novo Mercado é obrigatório que 20% dos conselheiros sejam independentes.
As empresas sem os dados não deixaram à disposição o Estatuto no seu website e não responderam à solicitação do Acionista.com.br.
Informações Relevantes:
A Dufry não é uma empresa brasileira, por isso, está listada na Bovespa de forma diferenciada das demais e não segue os mesmo padrões de governança.
A Gradiente (IGB) não tem ativos negociados no mercado à vista.
A Le Lis Blanc pode pagar dividendos semestralmente ou em períodos menores, desde que passe por processo determinado no Estatuto da companhia.
Natura: O Estatuto Social estabelece um percentual não inferior a 30% do lucro líquido anual ajustado na forma da Lei das Sociedades Anônimas. Adicionalmente, em 17 de março de 2004 o Conselho de Administração adotou uma política indicativa de distribuição de dividendos de no mínimo 45% do lucro líquido ajustado. A política de dividendos não impede a Companhia, no entanto, em determinadas circunstâncias, de declarar dividendos inferiores a 45% do lucro líquido ajustado.
Lojas Americanas:Dados não disponíveis até o fechamento da matéria.
Marisol:Dados não disponíveis até o fechamento da matéria.

Fonte: Empresas

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Elaborado e editado pela jornalista Grazieli Inticher Binkowski

Atendendo a instrução CVM nº 388 de 30/04/2003, o analista entrevistado pelo Acionista.com.br declara que:
I – As recomendações expressas pelo analista entrevistado e publicadas pelo Acionista.com.br, refletem única e exclusivamente suas opiniões pessoais, e que foram elaboradas de forma independente e autônoma, inclusive em relação à instituição à qual esteja vinculado, se for o caso;
II – O analista entrevistado não mantém vínculo com qualquer pessoa natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado;
III – A instituição à qual o analista entrevistado pelo Acionista.com.br está vinculado, quando for o caso, bem como os fundos, carteiras e clubes de investimentos em valores mobiliários por ela administrados não possui participação acionária direta ou indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou está envolvida na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
IV – O analista entrevistado não é titular, direta ou indiretamente, de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
V – O analista entrevistado pelo Acionista.com.br ou instituição à qual esteja vinculado não recebe remuneração por serviços prestados ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia; e
VI – A remuneração do analista entrevistado ou esquema de compensação do qual é integrante não está atrelada à precificação de quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, se for o caso.


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