|
As
empresas
do
setor,
em
grande
parte
independentemente
do
segmento
para
o
qual
vendem
e
atuam,
têm
se
beneficiado
e
continuarão
a
refletir
os
indicadores
de
crescimento
do
salário
real
do
brasileiro,
o
nível
de
emprego
formal
e os
patamares
dos
índices
de
preço,
que
ainda
são
considerados
positivos.
Conforme
destaca
a
Senso
Corretora,
em
seu
relatório
mensal,
o
mercado
acionário
brasileiro,
de
forma
geral,
não
tem
refletido
esses
bons
indicadores.
O
fechamento
de
2009
de
algumas
dessas
variáveis
demonstram
o
saldo
positivo
com
que
os
especialistas
iniciaram
as
projeções
para
2010.
O
Índice
Geral
de
Preços
(IGP-DI)
encerrou
2009
em
deflação
de
1,43%.
A
produção
industrial
apresentou
queda
de
somente
0,2%
no
mês
de
novembro
frente
a
outubro.
Isso
significa
que o
setor
produtivo
tem
acompanhado
a
retomada
da
demanda.
O
IPCA
(Índice
de
Preços
do
Consumidor
Amplo),
que
inclui
os
preços
de
administrados,
como
de
energia
elétrica
e
educação,
encerrou
2009
com
inflação
de
4,31%,
abaixo
do
centro
da
meta
estabelecida
pelo
Banco
Central
(BC),
de
4,5%.
Além
disso,
a
equipe
de
análise
da
Senso
lembra
que o
comércio
varejista
brasileiro
voltou
a
mostrar
crescimento
em
novembro
com
uma
alta
de
1,1%
frente
a
outubro,
sendo
o
sétimo
resultado
positivo
nesta
base
de
comparação.
Além
disso,
nas
últimas
reuniões,
o BC
manteve
a
taxa
de
juros
em
8,75%
ao
ano.
No
entanto,
em
relatório
recente,
a
Corretora
Ativa
coloca
a
preocupação
frente
ao
aumento
dos
patamares
de
inflação.
Lembra
que,
apesar
do
aumento
de
alguns
preços
serem
exógenos,
como
por
exemplo
resultando
das
fortes
chuvas
em
São
Paulo,
há
indicadores
de
que o
BC
começará
o
ciclo
de
elevação
dos
juros
a
partir
do
mês
de
abril.
A
trajetória
do DI
futuro
na
BM&F
já
demonstra
isso,
pois
já
ultrapassou
os
12%.
Há
alguns
fatores
sazonais
que
também
contribuem
para
isso,
como
os
reajustes
do
transporte
público,
o
gasto
com
matrículas
e
materiais
escolares.
No
entanto,
há
outros,
como
a
pressão
dos
preços
dos
alimentos
in
natura.
|
|
|
Hersz
Ferman
Economista
Um
Investimentos
Não há
dúvida de
que aumento
de juros e
o corte de
incentivos
que o setor
vinha tendo
não são
bons sinais
para as
vendas no
varejo no
curto
prazo.
Essas
medidas
fizeram com
que muitas
pessoas
antecipassem
o consumo
de alguns
bens, como,
por
exemplo, de
automóveis.
Além disso,
taxas
maiores
significam
crédito
mais caro
para o
consumo. No
entanto, a
motivação
para o
provável
aumento da
Selic e o
fim de
isenções
tributárias,
como o IPI
reduzido
para
segmentos
do varejo
demonstram
que a
atividade
econômica
está
normalizando.
A partir
deste ano,
consumo e a
economia
vão
continuar
se
expandindo
sem
estímulos
como esses.
Em uma
visão de
longo prazo
é possível
esperar um
setor de
crescimento.
Alguns
indicadores
como o
número de
empregos
(medido
pelo
Caged), o
nível de
renda, o
aumento do
índice de
confiança
do
consumidor
e as vendas
no varejo
fortalecem
essa
tendência
de
crescimento.
E para os
próximos
anos, as
perspectivas
dos agentes
econômicos
para o
incremento
da economia
brasileira,
através de
projeções
para o
crescimento
do PIB de
até 5,5%,
embasam
essa visão
otimista.
|
|
|
Senso
Corretora
Antonio
Goes
Analista
Chefe
A
preferência
no
setor
de
varejo
é
pela
Lojas
Americanas
e Pão
de
Açúcar.
Além
de
atuarem
em
parte
com
as
classes
C,D e
E,
que
estão
sustentando
essa
elevação
no
consumo
e à
frente
do
crescimento
de
renda,
as
companhias
são
protagonistas
de
movimentos
importantes.
A
primeira
é
líder
nos
segmentos
em
que
atua.
Após
a
compra
da
Blockbuster,
se
posicionou
em
pontos
importantes
e
atraiu
uma
clientela
de
maior
poder
aquisitivo.
O Pão
de
Açúcar
tem
feito
importantes
movimentos
de
aquisição
-
como
os
mais
recentes,
Ponto
Frio
e
Casa
Bahia.
A
partir
de
agora,
eles
devem
ser
mais
difíceis
de
acontecer
no
setor
de
varejo,
especialmente
em
outros
mercados,
como
no
ramo
de
têxteis,
em
que a
concorrência
entre
companhias
abertas
como
Lojas
Renner
e
Marisa
é
mais
acirrada.
Recomendação:
Incluímos
nas
nossas
carteiras
recomendadas
a
Lojas
Americanas,
com
um up
side
de
38,78%
sob a
cotação
de
fechamento
de
janeiro
com
um
preço-alvo
de R$
18,36
para
LAME4.
Assim
como
o
papel
PCAR5
do
Pão
de
Açúcar,
com
potencial
de R$
83,45
para
dez/2010,e
isso
significa
31%
em
relação
a
cotação
de
11/02.
|
|
|
Corretora
Ativa
Dados
divulgados
em
relatório
sobre o
Pão de
Açúcar
Revisamos
nossas
estimativas
para
Pão de
Açúcar,
incorporando
ao
valuation
novas
premissas
macroeconômicas
e
operacionais,
além do
efeito
da
associação
com a
Casas
Bahia.
Nosso
novo
Target
Price
é
de
R$83,45/ação
para
dez/10
(sobre
o preço
anterior
de
R$65,34),
o que
representa
upside
de
31% em
relação
à
cotação
de
mercado
em
11/02/2010.
Acreditando
que a
companhia
esteja
bem
posicionada
para se
beneficiar
do
crescimento
esperado
das
vendas
de bens
duráveis
e maior
consumo
de
alimentos
pela
população
pertencente
às
classes
de
menor
renda,
recomendamos
COMPRA
para
PCAR5
Após um
investimento
mais
tímido
em
abertura
de
lojas
em 2009
em
virtude
da
atividade
bastante
intensa
de M&A,
o GPA
ex-Ponto
Frio e
Casas
Bahia
deve
retomar
um
maior
ritmo
de
expansão
a
partir
de
2010,
com um
total
de 84
novas
lojas,
o que
representa
um
aumento
de 8,4%
da área
de
vendas.
Em
função
da
maior
participação
do
Assai
nas
vendas
da
companhia
e do
impacto
da
substituição
tributária,
projetamos
margem
EBITDA
de 6,7%
em 2010
frente
a 7,1%
no ano
anterior.
Com
relação
ao
Ponto
Frio,
revisamos
para
cima
nossas
estimativas
para as
vendas,
em
função
de uma
recuperação
mais
forte e
mais
rápida
do que
estávamos
prevendo
anteriormente.
As
projeções
indicam
alta de
17,7%
nas
vendas
brutas
de
mercadorias
em 2010
sobre
2009,
bastante
acima
do
crescimento
de 8,2%
esperado
para
2009,
explicada
exclusivamente
pelo
aumento
da
receita/m2,
já que
não
consideramos
aberturas
neste
ano,
que
deve
ser
dedicado
à
avaliação
do
portifólio
atual
de
lojas,
até
mesmo
devido
ao
overlap
com
algumas
lojas
da
Casas
Bahia.
Acreditamos
que a
margem
EBITDA
negativa
de 2009
já será
revertida
para
3,2% em
2010,
chegando
a um
patamar
mais
confortável
de 5,2%
em
2011.
Identificamos
como
riscos
à tese
de
investimento:
(i)
pouca
visibilidade
em
função
da
falta
de
dados
contábeis
da
Casas
Bahia;
(ii)
aceleração
da
inflação
e
redução
da
renda
disponível,
além do
aumento
da taxa
de
juros;
(iii)
concorrência
acirrada
em
praças
específicas
como o
Rio de
Janeiro. |
|
|
LOJAS
RENNER
–
Margens
são o
ponto
alto do
4T09
A Lojas
Renner
divulgou
seus
resultados
referentes
ao 4T09
e ao
ano de
2009,
apresentando
um
aumento
de 9,5%
das
vendas
mesmas
lojas.
A
receita
líquida
das
vendas
de
mercadorias
cresceu
16%
YoY,
enquanto
o lucro
bruto
apresentou
avanço
de 26%
YoY.
Com
isso, a
margem
bruta
da
operação
de
varejo
aumentou
significativos
3,8
p.p.
YoY,
ficando
em
48,7%.
O
resultado
da
operação
financeira
registrou
forte
aumento,
de 57%
YoY,
respondendo
por
16,2%
do
EBITDA
da
companhia,
que foi
de
R$159,4
milhões
no
4T09, o
que
representa
uma
alta de
55,8%
em
relação
ao
4T08.
Deste
modo, a
margem
EBITDA
teve
forte
expansão
de 5,7
p.p. no
4T09
YoY,
ficando
em
22,4%.
Visão
ATIVA
–
Positivo.
Apesar
dos
números
de
vendas
da
Renner
terem
vindo
em
linha
com o
consenso
de
mercado,
o
EBITDA
e o
lucro
líquido
vieram
bastante
acima,
o que
deve
ser
trigger
de
curto
prazo
para o
papel.
Atribuímos
boa
parte
do
crescimento
de
vendas
da
companhia
à fraca
base de
comparação,
lembrando
que as
vendas
mesmas
lojas
tiveram
queda
de 5,4%
no
4T08. O
grande
destaque
do
trimestre
foram
mesmo
as
margens
operacionais.
A
margem
bruta
de
48,7%
da
operação
de
varejo
está
bastante
acima
do
patamar
registrado
no 4T
em anos
anteriores.
O
melhor
desempenho
de
vendas
permitiu
uma
maior
diluição
das
despesas
com
vendas,
o que
não
ocorreu
no
3T09.
Já nas
despesas
administrativas,
a
companhia
continuou
mostrando
notável
contenção.
Ressaltamos
novamente
o
incremento
do
ticket
médio
do
Cartão
Renner:
9,7%
YoY,
acima
da
inflação
de 12
meses,
o que
acreditamos
que
seja
resultado
de um
Natal
mais
fraco
em
2008,
impactado
pela
queda
dos
níveis
de
confiança
do
consumidor.
Aguardamos
o
conference
call
que
será
realizado
hoje
para
obtermos
maiores
detalhes
sobre
as
expectativas
da
companhia
para
2010 e
algum
possível
guidance.
No
entanto,
acreditamos
que o
cenário
atual
que
conjuga
fatores
como
aumento
de
renda,
baixa
taxa de
juros,
confiança
do
consumidor
em
níveis
elevados,
além do
fim do
IPI
reduzido
para
bens
duráveis,
favoreça
as
vendas
de
artigos
de
vestuário,
beneficiando
o
desempenho
operacional
de
Lojas
Renner.
NATURA
– 4T09:
Mais um
trimestre
de
destaque
A
Natura
divulgou
seu
resultado
referente
ao 4T09
e ao
ano de
2009.
Os
números
continuaram
fortes,
apesar
da base
difícil
de
comparação,
e em
linha
com as
expectativas
do
consenso
de
mercado.
A
receita
líquida
da
operação
Brasil
mostrou
leve
aceleração
com
crescimento
de
16,6%
YoY. Já
as
operações
internacionais
em fase
de
consolidação
(Argentina,
Chile e
Peru)
registraram
alta de
8,8%
sobre o
4T08 em
suas
receitas,
a
despeito
de
elevadas
taxas
de
expansão,
em
torno
de 40%
YoY, em
moeda
local
ponderada,
devido
à
valorização
do real
no
período.
A
margem
bruta
consolidada
apresentou
aumento
de 0,8
p.p.
YoY,
enquanto
a
margem
EBITDA
foi de
23,1%,
alta de
0,6p.p.
na
mesma
base de
comparação.
Por
fim, o
lucro
líquido
cresceu
34,7%
YoY,
impactado
positivamente
por uma
menor
taxa de
IR no
ano de
2009.
Visão
ATIVA
–
Neutro,
pois o
resultado
veio em
linha
com as
estimativas
médias
de
mercado.
Apesar
disso,
acreditamos
que
este
resultado
possa
impulsionar
as
ações
da
Natura
no
curto
prazo,
dada a
performance
relativamente
fraca
do
papel
em
2010.
Os
ganhos
de
produtividade
continuam
acontecendo
em
custos
e
despesas,
o que
está se
refletindo
nas
margens,
enquanto
as
vendas,
apesar
da base
forte,
aumentaram
significativamente,
acelerando
inclusive
nas
operações
no
Brasil.
O canal
de
vendas
no
Brasil
mantém
expansão,
próximo
de 20%
YoY, o
que
atribuímos,
entre
outros
fatores,
ao
sucesso
do
modelo
CNO.
Novamente
foi
detectada
piora
no
nível
de
estoques,
o que
vem
sendo
justificado
pela
necessidade
de
formação
de
estoques
estratégicos
visando
melhorar
o nível
de
atendimento.
As
operações
internacionais
continuaram
mostrando
elevadas
taxas
de
evolução
de
receitas,
o que,
no
entanto,
foi
prejudicado
pela
valorização
do
real,
quando
observamos
os
números
em
reais.
O
resultado
da
companhia
no ano
de 2009
comprovou
a
resiliência
do
setor
de
cosméticos
e do
modelo
de
negócios
da
Natura.
Apesar
da
manutenção
das
boas
perspectivas
para o
setor,
inevitavelmente
veremos
uma
desaceleração
nas
taxas
de
crescimento
do
canal
de
vendas
e
menores
ganhos
de
produtividade
na
margem,
dado
que a
gordura
existente
vai se
reduzindo. |
|
voltar ao topo |
|
|
| Empresa ► |
Brasmotor* |
B2W |
Dufry |
Globex |
Grazziotin |
Guararapes |
Gradiente
(IGB) |
Grendene* |
Hypermarcas |
Le Lis
Blanc |
| Dados▼ |
BMTO3 |
BTOW3 |
DUFB11 |
GLBO3 |
CGRA3 |
GUAR4 |
- |
GRND3 |
HYP3 |
LLIS3 |
| Nível Gov. Corporativa |
- |
NM |
DR3 |
- |
- |
- |
- |
NM |
NM |
NM |
| PL 3T08 R$ MM |
1.069,04 |
265,96 |
- |
746,22 |
147.005,80 |
1.329,09 |
(354,86) |
1.155,53 |
2.086,31 |
166,60 |
| PL 3T09 R$ MM |
981,81 |
260,51 |
- |
346,23 |
167.737,77 |
1.439,66 |
(483,99) |
1.400,10 |
2.691,63 |
160,89 |
| LL 3T08 R$ MM |
64,71 |
21,83
|
- |
464,00 |
5.326,54 |
8,88 |
(29,24) |
75,80 |
(92,38) |
4,48 |
| LL 3T09 R$ MM |
32,99 |
13,48
|
- |
(40,71) |
5.415,45 |
51,80 |
(14,60) |
66,83 |
3,83 |
4,31 |
| Variacao LL 3T09 (%) |
(49,01) |
(38,24) |
- |
(108,77) |
1,67 |
483,50 |
(50,08) |
(11,83) |
(104,15) |
(3,66) |
| ROE 3T09(%) |
3,36 |
5,17 |
|
NE |
3,22 |
3,59 |
NE |
5,41 |
0,14 |
2,67 |
| Índices Bovespa▼ |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
| Ibovespa |
. |
√ |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| IBRX-50 |
. |
√ |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| IBRX |
. |
√ |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| IGC |
. |
√ |
. |
. |
√ |
. |
. |
√ |
√ |
√ |
| Itag |
. |
√ |
. |
. |
. |
. |
. |
√ |
√ |
√ |
| ISE |
. |
.. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| IVBX2 |
. |
√ |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| MLCX |
. |
.. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
.. |
. |
| SMLL |
. |
√ |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
√ |
. |
| ICON |
. |
√ |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
√ |
. |
| INDX |
. |
.. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| IEE |
. |
.. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| IMOB |
. |
.. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| ITEL |
. |
.. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
| IFNC |
. |
.. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
. |
Informações Relevantes:
*Resultados não-consolidados
ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não Existe
Fonte: Relatório das Empresas e Bovespa |
|
| |
|
|
|
|
| Empresa ► |
Livraria
do Globo* |
Lojas
Americanas |
Lojas
Heringer* |
Lojas
Renner |
Marisa |
Marisol |
Natura |
Pão de
Açúcar |
Saraiva |
Spirnger |
Whirlpool* |
| Dados▼ |
LGLO3 |
LAME4 |
LHER4 |
LREN11 |
MARI3 |
MRSL4 |
NATU3 |
PCAR4 |
SLED4 |
SPRI6 |
WHRL3 |
| Nível Gov. Corporativa |
- |
- |
- |
NM |
NM |
- |
NM |
N1 |
N2 |
- |
- |
| PL 3T08 R$ MM |
(6,30) |
305,13 |
(11,34) |
688,74 |
567,79 |
236,26 |
851,12 |
5.430,94 |
314 |
96,19 |
2.206,34 |
| PL 3T09 R$ MM |
- |
334,36 |
(11,62) |
814,65 |
704,12 |
254,42 |
945,87 |
6.456,68 |
356,49 |
92,88 |
1.880,30 |
| LL 3T08 R$ MM |
(4,02) |
6,67 |
(45,00) |
28,41 |
(9,16) |
10,70 |
159,67 |
66,62 |
460,00 |
1,34 |
142,14 |
| LL 3T09 R$ MM |
- |
36,52 |
(47,00) |
30,60 |
26,06 |
12,08 |
190,18 |
171,02 |
(6,52) |
189,00 |
71,71 |
| Variacao LL 3T09 (%) |
- |
447,72 |
4,44 |
7,68 |
(384,37) |
12,91 |
16,67 |
16,67 |
(101,42) |
16,67 |
(49,55) |
| ROE 3T09(%) |
NE |
10,92 |
NE |
0,94 |
3,77 |
4,23 |
20,10 |
2,64 |
NE |
203,40 |
3,81 |
| Índices Bovespa▼ |
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| Ibovespa |
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| IBRX-50 |
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| IBRX |
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| IGC |
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| Itag |
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| ISE |
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| IVBX2 |
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| MLCX |
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| SMLL |
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| ICON |
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| INDX |
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| IEE |
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| IMOB |
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| ITEL |
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| IFNC |
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Informações Relevantes:
*Resultados não-consolidados
ROE - Retorno - lucro líquido sobre patrimônio líquido consolidados
NE - Não Existe
Fonte: Relatório das Empresas e Bovespa |
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Atendendo a
instrução CVM nº 388 de 30/04/2003, o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br declara que:
I – As recomendações expressas pelo analista entrevistado e
publicadas pelo Acionista.com.br, refletem única e exclusivamente
suas opiniões pessoais, e que foram elaboradas de forma independente
e autônoma, inclusive em relação à instituição à qual esteja
vinculado, se for o caso;
II – O analista entrevistado não mantém vínculo com qualquer pessoa
natural que atue no âmbito das companhias cujos valores mobiliários
foram alvo de análise no relatório divulgado;
III – A instituição à qual o analista entrevistado pelo
Acionista.com.br está vinculado, quando for o caso, bem como os
fundos, carteiras e clubes de investimentos em valores mobiliários
por ela administrados não possui participação acionária direta ou
indireta, igual ou superior a 1% (um por cento) do capital social de
quaisquer das companhias cujos valores mobiliários foram alvo de
análise no relatório divulgado, ou está envolvida na aquisição,
alienação e intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
IV – O analista entrevistado não é titular, direta ou indiretamente,
de valores mobiliários de emissão da companhia objeto de sua
análise, que representem 5% (cinco por cento) ou mais de seu
patrimônio pessoal, ou esteja envolvido na aquisição, alienação e
intermediação de tais valores mobiliários no mercado;
V – O analista entrevistado pelo Acionista.com.br ou instituição à
qual esteja vinculado não recebe remuneração por serviços prestados
ou apresenta relações comerciais com qualquer das companhias cujos
valores mobiliários foram alvo de análise no relatório divulgado, ou
pessoa natural ou pessoa jurídica, fundo ou universalidade de
direitos, que atue representando o mesmo interesse desta companhia;
e
VI – A remuneração do analista entrevistado ou esquema de
compensação do qual é integrante não está atrelada à precificação de
quaisquer dos valores mobiliários emitidos por companhias analisadas
no relatório, ou às receitas provenientes dos negócios e operações
financeiras realizadas pela instituição a qual está vinculado, se
for o caso.
Advertência: As informações
econômico financeiras apresentadas no Acionista.com.br são extraídas
de fontes de domínio público, consideradas confiáveis. Entretanto,
estas informações estão sujeitas a imprecisões e erros pelos quais
não nos responsabilizamos.
As opiniões de analistas, assim como os dados e informações de
empresas aqui publicadas são de responsabilidade única de seus
autores e suas fontes.
O objetivo deste portal é suprir o mercado e seus clientes de dados
e informações bem como conteúdos sobre mercado financeiro, acionário
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podendo ser imputado ao acionista.com.br nenhuma responsabilização
por prejuízos que eventualmente investidores ou internautas, venham
a sofrer.
O acionista.com.br procura identificar e divulgar endereços na
Internet voltados ao mercado de informação, visando manter informado
seus usuários mais exigentes com uma seleção criteriosa de endereços
eletrônicos. Essa divulgação é de forma única, e os domínios
divulgados são direcionados a todos os internautas por serem de
domínio público. Contudo, enfatizamos que não oferecemos nenhuma
garantia a sua integralidade e exatidão, não gerando portanto
qualquer feito legal.
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