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Fusões e Aquisições devem movimentar R$ 800 milhões

18 de Fevereiro de 2004
O Brasil reúne todas as condições necessárias para duplicar em 2003 o volume de investimentos estrangeiros diretos, atingindo ao final deste ano um total de pelo menos US$ 20 bilhões, ou seja, o dobro de recursos externos para investimento direto que chegaram ao País em 2002. A avaliação é de Ordélio Azevedo Sette, sócio da Azevedo Sette Advogados, para quem " a credibilidade recuperada pelo País e a condução séria da política econômica estão repercutindo muito bem junto à comunidade internacional". Ele observa que a volta da credibilidade elimina uma série de obstáculos que vinham impedindo a tomada de decisões de investimento por parte de empresários estrangeiros. E cita como exemplo o fato de que o principal executivo da Global Enviroment Found, que não vinha ao Brasil há quatro anos, está chegando ao País para analisar quatro projetos de investimentos.


Atraídos pela possibilidade de fazer joint ventures, adquirir empresas ou até mesmo suprir as necessidades financeiras das empresas endividadas, os investidores estrangeiros voltaram a avaliar negócios no Brasil com entusiasmo. Só até março, a Azevedo Sette Advogados trabalha com a expectativa de participar de transações de investidores estrangeiros no Brasil da ordem de pelo menos US$ 800 milhões, envolvendo sete negócios importantes.

Além disso, há outras cinco transações em andamento, segundo Ordélio Azevedo Sette. Ele lembra que os negócios nessa área em todo o ano de 2002 não chegaram sequer a US$ 1 bilhão, depois de ter atingido US$ 2,3 bilhões em 2001. Nesta nova etapa da economia brasileira, ele destaca as áreas de Siderurgia, Metalurgia e Mineração como algumas das que têm provocado maior interesse por parte dos investidores internacionais.


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