ENTENDA O MERCADO

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Conceitos de A a Z organizados para você.


Acionista

1) Proprietário de ações de uma companhia

2) Sócio de uma companhia

Acionista Controlador: Pessoa, física ou jurídica, ou grupo de pessoas vinculadas por acordo de voto, ou sob controle comum, que:

a) é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, a maioria dos votos nas deliberações da assembléia geral e o poder de eleger a maioria dos administradores da companhia;

b) usa efetivamente seu poder para dirigir as atividades sociais e orientar o funcionamento dos órgãos da companhia

Acionista Minoritário: Proprietário de ações com direito a voto, cujo total não lhe permite participar do controle da companhia


Ações

É a representação da menor parcela em que se divide o capital de uma Sociedade Anônima (SA). Os títulos são emitidos com a finalidade de captar recursos. Quem adquire uma ação torna-se sócio da empresa.

Lote: Quantidade de ações de idêntica característica. O lote padrão para cotação é a quantidade de ações a que se refere a cotação. As mais usuais no mercado são a cotação unitária e a cotação por mil ações.

Tipos de ações:

Ações Ordinárias (ONs): Têm direito a voto no estatuto da empresa. Também proporcionam a participação nos resultados da companhia através do recebimento de dividendos. A autoridade maior é a Assembléia dos Acionistas. Os dividendos das ONs são 10% menores dos que os pagos às ações do tipo PN.

Ações Preferenciais (PNs): Não têm direito a voto, mas detêm prioridade na participação dos resultados da empresa. Na distribuição de dividendos os proprietários de ações preferenciais recebem o percentual fixo primeiro que os acionistas detentores de ordinárias.

Valores das Ações:

Contábil: Valor lançado no estatuto e nos livros da companhia;

Patrimonial: Valor global do patrimônio líquido do exercício dividido pelo número de ações;

Intrínseco: Valor apurado na análise fundamentalista;

De liquidação: Valor estimado para o encerramento das atividades da companhia;

De subscrição: Preço da emissão fixado em subscrições para aumento de capital;

De mercado: Valor de cotação em mercados organizados, como bolsas de valores.

Leia mais sobre o assunto: Ações

ADRS (American Depositary Receipts)

Como funciona: American Depositary Receipts (ADRs), são certificados de ações, emitidos por bancos americanos, com lastro em papéis de empresas brasileiras. A mesma empresa pode participar de diferentes tipos de programas, dependendo do nível de exigência das informações que ela envia à Securities Exchange Comission (SEC), a CVM americana. O nível mais sofisticado é o 3, o único em que a empresa pode lançar novas ações e captar recursos. Nos níveis 1 e 2 - e no 144 não há aumento do volume de emissão de ações.

Quem pode negociar: Só pode comprar e vender ADRs os investidores que têm conta no exterior (pessoa física ou jurídica). A abertura da conta é lícita, desde que seja declarada e respeite as regras de tributação. O envio de dinheiro para o exterior só pode ser feito através das instituições financeiras credenciadas a operar câmbio e, se montante ultrapassar US$ 10 mil, o Banco central deverá ser informado.

Arbitragem: É chamada de operação de arbitragem aquela na qual o investidor percebe distorções entre o preço de um mesmo ativo em dois ambientes de negociação distintos e se beneficia disso. Por exemplo: se o preço das ações de uma empresa (depois de aplicado o fator de conversão para a ADR e depois para dólar) é de US$ 20 no Bovespa e de US$ 21 nos Estados Unidos, há uma oportunidade de comprar aqui , efetuar a conversão e vender lá no mesmo momento, embolsando a diferença. Para isso, é preciso que o papel tenha uma boa liquidez, para que o negócio se concretize no tempo correto, o que é crucial para este tipo de operação.

Conversão: As conversões são feitas pelo banco custodiante. O comprador daqui comunica ao banco que deseja efetuar a conversão e vender imediatamente o papel lá. Nos EUA, o Bank of New York é o principal custodiante de ADRs e, no Brasil, o Banco Itaú detém a maior parte das custódias.

Leia mais sobre o assunto: ADRS & BDRS

Aluguel de Ações

O detentor das ações (doador), aluga seus ativos a um terceiro (tomador), em troca de uma taxa acordada. Já o tomador pode negociar esses ativos no mercado, sendo obrigado a devolvê-los dentro do prazo estipulado. Para realizar operações de Aluguel de Ações, é necessário que você tenha aderido ao contrato de BTC (Aluguel de Ações). O tomador deve ao doador a remuneração pelo aluguel, fixada em taxa de juros combinada na assinatura do contrato de aluguel, e corretagens sobre as intervenções da corretora em bolsa. As corretoras agentes deste processo e garantem as operações.

Leia mais sobre o assunto: Aluguel de Ações

B3 (Brasil, Bolsa, Balcão)

Empresa que resulta da combinação de negócios entre a BM&FBovespa e a Cetip.


Back-office

Setor existente nas instituições financeiras responsável pela área de contabilidade e processamentos.


Balancete

Refere-se a um determinado período do exercício social, sendo um balanço parcial do estado patrimonial de uma empresa e sua situação econômica.


Balanço Patrimonial

O Balanço Patrimonial é uma demonstração contábil que tem por finalidade apresentar a posição contábil, financeira e econômica de uma entidade (em geral uma empresa) em determinada data, representando sua situação em tal momento. O Balanço apresenta os Ativos (bens e direitos) e Passivos (obrigações) e o Patrimônio Líquido, que é a diferença entre os ativos e passivos.


BACEN (Banco Central do Brasil)

Órgão federal que executa a política monetária do governo, administra as reservas internacionais do País e fiscaliza o Sistema Financeiro Nacional.


Bear Market (Mercado urso)

Termo utilizado quando o mercado está em baixa. Seu oposto é o Bull Market (mercado touro). O motivo de nomear o mercado com esses animais é pela forma de ataque utilizado por cada um. Urso: Com a pata (de cima para baixo). Touro: Com seu chifre (de baixo para cima).


Benchmark

É um índice de referência utilizado para comparar a lucratividade entre investimentos, produtos, serviços e taxas. Considerado um indicador padrão usado para medir o desempenho comparativo de um ativo por um dado período de tempo, em outras palavras, determinados investimentos costumam acompanhar o benchamark (o índice de referencia), onde consequentemente o risco e o retorno são menores, assim como outros investimentos realizam a proposta de superar o benchamark, então a possibilidade de retorno é maior assim como o risco de resultado negativo também aumenta.

Principais benchmarks brasileiros:
→ Índice Bovespa;
→ Índice Brasil - IBrX;
→ Taxa DI;
→ Variação cambial;
→ Taxa Selic.


BDRS (Brazilian Depositary Receipts)

Brazilian Depositary Receipts: BDRs são certificados de depósito, emitidos e negociados no Brasil, com lastro em valores mobiliários de emissão de companhias estrangeiras.

BDR Patrocinado: Emitido por uma instituição depositária contratada pela companhia estrangeira emissora dos valores mobiliários e pode ser classificado como Nível I, Nível II ou Nível III.

BDR Não Patrocinado: Emitido por uma instituição depositária, sem envolvimento da companhia estrangeira emissora dos valores mobiliários lastro, e só pode ser classificado como Nível I.

Leia mais sobre o assunto: ADRS & BDRS

Blue Chip

Uma ação pode ser considerada uma Blue Chip, ou de primeira linha, quando tem uma reputação de qualidade, confiança e habilidade de operar lucrativamente em períodos bons e ruins. A alta liquidez e a grande frequência de negociação também caracterizam este tipo de ação. O termo Blue Chip origina-se do poker, onde a ficha azul é a que representa o maior valor. No mercado de ações, entretanto, o preço da ação tem pouco a ver com o fato de ser considerada uma Blue Chip ou não.


Bolsas de Valores

São associações civis sem fins lucrativos. Os patrimônios das bolsas são representados por títulos que pertencem às sociedades corretoras membros. Nas bolsas são realizadas as transações com ações e opções. A outra função é a fiscalização de todas as instituições cadastradas, exigindo o cumprimento do regulamento, aplicando as penalidades. Além disso, são utilizadas como instrumentos de fomento do mercado. Hoje, a única bolsa brasileira que negocia ações é a Bovespa.

After-Market: É o Pregão Eletrônico da Bovespa, de 2 ª a 6ª feira, no horário das 17h45 às 19h00.

Clearings: São entidades de Prestação de Serviços de Liquidação e Custódia. Empresas que gerenciam sistemas e garantias para a liquidação das operações realizadas em bolsa e para a custódia - guarda e administração dos valores mobiliários negociados em bolsa.

Megabolsa: É Pregão Eletrônico da Bovespa. O funcionamento é de 2ª a 6ª feira, das 10h00 às 17h00.

Modalidades Operacionais:

À vista: Compra e venda de ações executadas a um preço estabelecido durante o pregão.

À termo: Compra e venda de ações, em sessão de pregão, ou através de sistemas eletrônicos de negociação, a um preço fixado, para entrega numa data definida, entre 30 e 180 dias. A operação é fechada em pontos, que se constitui na compra e venda de certa quantidade de ações a um preço preestabelecido para liquidação.

Opções: Negocia direitos de comprar ou vender certa quantidade de ações até uma determinada data.

Pregão: É o intervalo de tempo para que as sociedades corretoras executem as ofertas de compra e venda de ações. Onde é realizado todo o processo operacional, com os fluxos de oferta e procura do mercado de ações.

Viva-voz: É o pregão que ocorre dentro do ambiente da Bovespa com representantes das corretoras que apregoam suas ofertas, especificando o nome da empresa, o tipo da ação e a quantidade e preço de compra ou de venda. Nem todos os papéis são apregoados no viva-voz.


Bolsa em Alta

Ocorre quando o preço de fechamento do principal índice de uma bolsa, em determinado pregão, é superior ao preço de fechamento do mesmo índice no pregão anterior. Na BM&FBovespa o índice utilizado para verificar se a Bolsa fechou em alta ou em baixa é o Ibovespa, por ele ser o índice mais amplo e o mais divulgado. Assim, podemos dizer que, se o Ibovespa fechou, em um certo dia, com variação positiva, a bolsa fechou em alta.


Bolsa em Baixa

É quando o preço de fechamento do principal índice de uma bolsa, em determinado pregão, é inferior ao preço de fechamento do mesmo índice no pregão anterior. Na BM&FBovespa, o índice utilizado para verificar se a Bolsa fechou em alta ou em baixa é o Ibovespa, por ele ser o índice mais amplo e também o mais divulgado. Assim, podemos dizer que, se o Ibovespa fechou, em um certo dia, com variação negativa, a bolsa fechou em baixa.


Bonificações

As bonificações correspondem à distribuição de novas ações para os atuais acionistas. Também pode ocorrer a distribuição em dinheiro.

Leia mais sobre o assunto: Bonificações

Bônus de Subscrição

São títulos nominativos, negociáveis, que conferem ao seu proprietário o direito de subscrever ações do capital social da companhia emissora, nas condições previamente definidas.

Leia mais sobre o assunto: Bônus e Direito de Subscrição

BTC (Banco de Títulos CBLC)

CBLC: Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia - Oferece aos investidores a possibilidade de disponibilizar suas ações custodiadas para empréstimo a outros investidores que tenham o interesse. Em outras palavras, são acionistas (doadores) dispostos a alugar ações custodiadas na Bovespa para investidores (tomadores) interessados em tomar o papel por um tempo determinado.


Bull Market (Mercado touro)

É o oposto ao Bear Market (mercado urso). É um termo utilizado para dizer que o mercado esta em alta. A origem deste termo é devida a forma que estes dois animais atacam, sendo o touro com seus chifres (de baixo para cima) e o urso com suas patas (de cima para baixo).


CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica)

É uma autarquia federal brasileira, vinculada ao Ministério da Justiça, que tem como objetivo orientar, fiscalizar, prevenir e apurar abusos do poder econômico, exercendo o papel de prevenção e repressão do mesmo.


Caderneta de Poupança

Investimento que oferece remuneração mensal, em juros e correção monetária.


Cálculos de Índices e Rentabilidades

Clique aqui e veja nossa tabela na íntegra.


Câmbio

Relação entre valores de duas ou mais moedas. É uma operação financeira em que há compra ou venda de moeda estrangeira.


Câmbio Comercial

Taxa de câmbio na qual é realizada a operação financeira. É, também, um contrato de câmbio, disciplinado e controlado pelo Banco Central para operações de exportação, importação, remessas e ingresso de capital estrangeiro.


Câmbio de Taxas Flutuantes

Conhecido como câmbio turismo, a taxa é determinada pela oferta e demanda.


CAPEX e OPEX

É uma sigla derivada da expressão Capital Expenditure, que significa "Gastos com ativos de uma empresa".

Leia mais sobre o assunto: CAPEX e OPEX

Capital Aberto

É uma sociedade anônima cujo capital social é formado por ações livremente negociadas no mercado sem necessidade de escrituração pública de propriedade. Assim, as pessoas compradoras das ações são proprietárias apenas de uma parte proporcional da empresa e respondem por dívidas assumidas pelo corpo diretivo da empresa, o conselho de administração e os gerentes executivos ou diretores, os membros da diretoria executiva, apenas e tão somente em função do valor monetário da parte ideal quantificada pelas ações sob sua posse.


Capital Circulante

É o resultado da diferença entre todas as disponibilidades e direitos realizáveis no curto prazo da empresa e todos os deveres e obrigações de curto prazo que ela deve arcar. Ou seja, é o resultado da subtração entre o ativo circulante e passivo circulante.


Carteira de Títulos

Também pode ser chamado de portfólio. Pode ser de propriedade tanto de pessoas físicas como jurídicas, representando um conjunto de títulos de rendas fixa e variável.


CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia)

A CBLC presta o serviço de Custódia Fungível de ativos e administra o BTC (Banco de Títulos). É uma instituição auto-reguladora, supervisionada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que presta serviços de compensação, liquidação e controle de risco das operações. A CBLC presta o serviço de Custódia Fungível de ativos e administra o BTC (Banco de Títulos).


Chinese Wall

Termo em inglês que designa a segregação (separação) de recursos entre dois operadores, para evitar situações de conflitos de interesses ou interesses concorrentes.


Clube de Investimento

O que é um Clube: É formado por pessoas , que tem objetivos em comum, ou seja, a aplicação de recursos em títulos e valores mobiliários, dentro das regras específicas estabelecidas pela CVM e pela Bolsa de Valores.

Regras gerais: Destinado a pessoas físicas com objetivos em comum, admite no mínimo 3 e no máximo 50 pessoas, podendo ser aberto(público em geral), ou fechado (funcionários de empresas, familiares, ou amigos).

Valor inicial: Os participantes determinam o valor a ser aplicado, e o valor inicial de cada cota, sendo que nenhum membro do clube pode possuir mais de 40% do total das cotas.

Nome do clube: Os membros do clube escolhem um nome para o mesmo, que obrigatoriamente não deverá ter sido registrado anteriormente junto aos órgãos competentes.

Administrador: É a sociedade corretora ou distribuidora que administrará o clube de acordo com seu estatuto social e com a legislação em vigor. Cabe ao administrador, manter sob sua guarda os registros administrativos, contábeis, e operacionais do clube, remeter aos cotistas informações relativas ao seu desempenho, mantendo controles eficazes quanto ás operações realizadas pelo clube, a composição da carteira, a custódia dos títulos, aplicações e resgates, e a posição de cada membro do clube.

Gestor: É quem administra a carteira do clube, prestando serviços de gestão dos recursos dos mesmos, de acordo com a política de investimentos do clube. Cabe ao gestor zelar pela boa execução das operações realizadas em nome do clube.

Representante: É um membro do clube escolhido pelos demais, cuja função é representar o clube de investimentos e os interesses dos demais cotistas perante o administrador do clube e perante terceiros.

Conselho de representantes: É um grupo formado por no mínimo, três membros do clube, escolhido pelos demais, cuja função é representar o clube e o interesse de seus cotistas perante o administrador e a terceiros.

Vantagens:

a) Facilidade quanto ao Imposto de Renda, pois o cotista informa somente a sua quantidade de cotas na declaração de bens;

b) A cobrança de IR só é feita, quando há o resgate das cotas, à alíquota de 15% a 22,5% sobre o lucro, conforme o tempo de aplicação.

Documentação necessária: Além do estatuto, cada participante do clube preenche um cadastro, e anexa cópia autenticada de seus documentos (RG, CPF, Comprovante de residência). Se todos os dados estiverem corretos, o Clube é registrado na BM&FBovespa, no cartório de registros especiais e na Receita Federal.Feito isto o clube já está apto a operar.

Os membros do clube decidem onde o dinheiro vai ser aplicado, com a assessoria da corretora, que realizará a transação. De tempos em tempos o clube de investimentos faz uma assembléia para decidir as novas estratégias de aplicação.

Taxa de manutenção: A taxa é mensal e definida conforme o tamanho do clube, da tarefa do administrador e das despesas gerais, como folhetos, correspondências, documentos, relatórios, que são necessários para manter o cotista bem informado.

Informações: O participante do clube recebe um extrato, semelhante ao bancário, com toda a movimentação do clube. O extrato contém informações como o valor do patrimônio do clube, número de cotas, valor da cota, rendimento da cota no período, participação do acionista no total do clube.

Para sair do Clube: Também não há burocracia. O participante pode sair do clube no momento em que desejar. Basta comunicar à corretora. O valor recebido em cada cota será o do dia seguinte ao do pedido de desligamento. O valor é pago em quatro dias.


Come-Cotas

O que é? Desconto semestral de Imposto de Renda sobre os fundos de investimentos de renda fixa, DI.

Período de incidência: Aplica-se este tributo último dia dos meses de maio e novembro, reduzindo assim a quantidade de cotas dos clientes.

Cobrança: Feito pelos administrados dos fundos. Resgate antecipado: Mesmo que resgate antes, a alíquota é cobrada no momento do resgate.

Leia mais sobre o assunto: Come-Cotas

CMN (Conselho Monetário Nacional)

Órgão federal responsável pela formulação da política da moeda e do crédito, e pela orientação, regulamentação e controle de todas as atividades financeiras desenvolvidas no País.


Companhias Abertas

A companhia torna-se aberta quando promove a colocação de valores mobiliários em bolsas de valores ou no mercado de balcão. Valores mobiliários podem ser ações, bônus de subscrição, debêntures, partes beneficiárias e notas promissórias para distribuição pública. As operações de abertura de capital precisam ter autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que fiscaliza o mercado de capitais brasileiro que registra e autoriza a emissão dos valores mobiliários para distribuição pública.


Copom

1) O que é o Copom?

Órgão do BC, responsável por estabelecer a meta para taxa Selic. Foi criado para estabelecer um ritual adequado ao processo decisório de política monetária e aprimorar sua transparência, a exemplo do que já era adotado pelo Federal Open Market Committee (FOMC) do Fred e pelo Central Bank Council do BC da Alemanha. Em 1998, o Banco da Inglaterra instituiu o seu Monetary Policy Committee (MPC) e seguido pelo BC Europeu, em 1999, com a criação da moeda única.

2) Quais são os objetivos do Copom?

Alcançar as metas de inflação estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Caso em um ano a inflação ultrapassar a meta estabelecida pelo CMN, o BC deverá encaminhar uma carta aberta ao Ministério da Fazenda, explicitando os motivos do não cumprimento da meta. Também terá de explicar quais são as medidas para trazer a inflação de volta à trajetória predefinida, bem como o tempo esperado para que essas medidas surtam efeito.

3) Quem integra o Copom?

O Copom é composto pelos membros da diretoria colegiada do BC, isto é, o presidente e os diretores de política monetária, de política econômica, de estudos especiais, de assuntos internacionais, de normas e organização do sistema financeiro, administração, fiscalização e liquidações e desestatização. O presidente tem direito ao voto decisório em caso de empate na decisão da política monetária.

4) Quando ocorrem as reuniões do Copom?

As reuniões dividem-se em dois dias. Mensais desde 2000, o número de reuniões foi reduzido para oito ao ano a partir de 2006. A primeira seção começa na tarde de terça-feira, e a reunião é concluída no fim da tarde do dia seguinte. O Copom pode se reunir extraordinariamente, convocado pelo presidente do BC, em virtude de alterações inesperadas do cenário macroeconômico. Desde a sua criação, ocorreram três reuniões extraordinárias.

5) Qual o formato do primeiro dia de reunião?

Os chefes de departamento fazem suas apresentações técnicas sobre a conjuntura econômica e financeira. Eles fazem apresentações sobre dados da atividade econômica, mercado de câmbio, fluxos de capital, condições de liquidez do mercado monetário, além de dados recentes sobre as tendências da inflação introduzindo as questões que serão discutidas no segundo dia.

6) Qual o formato do segundo dia da reunião?

Inicia-se com a análise das projeções para a inflação,baseadas em diferentes hipóteses para as principais variáveis macroeconômicas.Após essa avaliação, os diretores de política econômica e de política monetária apresentam alternativas para a taxa de juros de curto prazo e fazem recomendações acerca da política monetária. Para concluir, os membros votam numa proposta final,objetivando sempre o consenso.

7) O que é a taxa Selic?

A taxa Selic, o instrumento primário de política monetária do Copom, é a taxa de juros média que incide sobre os financiamentos diários com prazo de um dia útil (overnight)lastreados por títulos registrados no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

O Copom estabelece a meta da taxa Selic, e cabe à mesa de operações do mercado aberto do Banco Central manter a taxa Selic diária próxima à meta.

8) O que é o viés de taxas de juros?

O Copom pode estabelecer um viés de taxa de juros de elevação ou redução), prerrogativa que autoriza o presidente do Banco Central a alterar a meta para meta taxa Selic na direção do viés a qualquer momento entre as reuniões regulares do Copom. O víeis é utilizado, normalmente, quando alguma mudança significativa na conjuntura economica for esperada.

9) Quando as atas do Copom são divulgadas?

As atas em português das reuniões do Copom são divulgadas as 8h30 da quinta-feira da semana posterior a cada reunião, publicadas na ágina do banco Central na Internet e para a imprensa por meio de assessoria de imprensa. A ata fornece um resumo das discussões do Copom, em conformidade com o compromisso da transparência do regime de metas para a inflação.

10) O Copom divulga outras informações sobre política monetária e inflação?

Ao final de cada trimestre, o Copom publica o Relatório de Inflação, que analisa aconjuntura econômica e financeira no Brasil, bem como apresenta suas projeções para a taxa de inflação. As previsões são exibidas por meio do "leque de inflação", que mostra distribuição probabilística, enfatizando o grau de incerteza presente no momento em que as decisões são tomadas.

Fonte: Banco Central do Brasil
Leia mais sobre o assunto: Copom

Crise do Subprime

A chamada Crise do Subprime, ou hipotecas de risco, acontece nos Estados Unidos desde 2007.

Clique aqui para saber mais sobre a Crise do Subprime.


Crowdfunding (Financiamento pela multidão)

Também chamado "Financiamento Colaborativo", é uma modalidade de investimento onde várias pessoas podem investir pequenas quantias de dinheiro no seu negócio, geralmente via internet, a fim de dar vida à sua ideia.


Cupom

Título de dívida utilizado por alguns títulos de investimentos, com fração destacável, impresso com valor a pagar periodicamente.


Cupom Cambial

Título de dívida atrelado ao câmbio, onde os juros são fixados em dólar e o principal em reais. (No Brasil, não costuma-se incluir a taxa de inflação).


CVM

Comissão de Valores Mobiliários é o órgão federal que disciplina e fiscaliza o mercado de valores mobiliários no Brasil.


Day Trade

Conjugação de operações de compra e de venda realizadas em um mesmo dia, dos mesmo títulos, para um mesmo comitente, por uma mesma sociedade corretora, liquidadas por meio de um único agente de compensação, cuja liquidação é exclusivamente financeira.


Debêntures

São títulos nominativos, negociáveis, representativos de dívida de médio/longo prazos contraída pela companhia junto ao credor, neste caso chamado debenturista.

Leia mais sobre o assunto: Debêntures

Depósito

Ativo guardado em um local especifico, sob serviço de custódia (Bancos), para proteção, conservação ou acumulo.


Derivativos

São títulos que derivam seu valor de um ativo-objeto. Os derivativos permitem a montagem de estratégias de investimentos flexíveis, como alavancagem de posições, limitação de prejuízos e arbitragem de taxas de juros. Os mercados de futuros e opções são exemplos.

Leia mais sobre o assunto: Derivativos

Disclaimer

Isenção de responsabilidade escrita. Esta declaração pode estar no prospecto de lançamento do investimento, neste documento pode constar a isenção de responsabilidade por perdas que atingem a terceiros (como erros, má avaliação ou emissões), além de revelar conflitos de interesses que por algum motivo possa vir a afetar recomendações contidas na declaração.


Disclosure

Termo contábil usado nas empresas, que se refere à divulgação de informações financeiras com o objetivo de dar transparência ao público.


Dividend Yield

É um importante indicador de performance das empresas. Ele representa a rentabilidade relativa dos dividendos pagos aos acionistas e é calculado como os dividendos pagos por ação dividido pela cotação atual da ação, em determinado período. Desse modo, se a empresa paga muitos dividendos a seus acionistas ela terá um alto percentual de DY, o que é um bom sinal para quem investe nela.


Dividendos

Os dividendos correspondem à parcela de lucro líquido distribuída aos acionistas, na proporção da quantidade de ações detida, ao fim de cada exercício social. A companhia deve distribuir, no mínimo, 25% de seu lucro líquido ajustado. Se apresentar prejuízo ou estiver atravessando dificuldades financeiras, a companhia não será obrigada a distribuir dividendos. No entanto, caso a situação perdure, as preferenciais adquirirem direito de voto, até que se restabeleça a distribuição de dividendos.

Leia mais sobre o assunto: Dividendos

DOC (Documento de Operação de Crédito)

No dia seguinte ao da emissão, através deste documento ocorre à entrada de crédito bancário.


Drag Along

É uma cláusula que determina que os acionistas minoritários de uma empresa têm a obrigação de vender suas ações caso o acionista majoritário decida vender sua participação e o novo investidor não queira ter a empresa com parte das ações diluída entre vários sócios minoritários. Geralmente, essa venda deve ser feita sob o mesmo preço e as mesmas condições do sócio majoritário. "Drag", nesse caso, vem de “arrastar”: o majoritário leva consigo os minoritários, em uma negociação.


DRE (Demonstração de Resultados no Exercício)

É uma demonstração contábil que se destina a evidenciar a formação do resultado líquido em um exercício, através do confronto das receitas, custos e despesas, apuradas segundo o princípio contábil do regime de competência. A demonstração do resultado do exercício, oferece uma síntese financeira dos resultados operacionais e não operacionais de uma empresa em certo período. Embora sejam elaboradas anualmente para fins legais de divulgação, em geral são feitas mensamente para fins administrativos e trimestralmente para fins fiscais.


EBITDA

EBITDA: Earnings Before Interests, Taxes, Depreciation and Amortization (LAJIDA- Lucro antes do pagamento de juros, impostos, depreciação e amortização do diferido): Elemento de avaliação que mede a geração de caixa na operações da empresa, antes que seja afetada pelos encargos financeiros e débitos contábeis. É um instrumento de análise de desempenho de empresas e setores empresariais, que avalia o lucro operacional antes do lançamento.

a) De despesas não-operacionais (juros e impostos);

b) De despesas que não impactam o caixa das empresas (depreciações e amortizações). Busca determinar o fluxo de caixa operacional baseado nos dados contábeis da empresa. Os valores encontrados são mais significantes em empresas submetidas a depreciações consideráveis, como a indústria de bens de capital, de capital intensivo, ou em casos em que a empresa possui um montante significativo de ativos intangíveis (marcas, patentes). É indicador representativo em empresas de grande porte, e relativamente ineficaz em empresas pequenas, com passivo pequeno ou irrelevante.

Leia mais sobre o assunto: EBITDA

Especulação

Negociação em mercado com o objetivo de ganho.


Estratégia Long/Short

Operação que envolve a negociação casada das posições compradas e vendidas de ações e/ou derivativos diferentes. Consiste na compra de um ativo (posição "long") que pode ter um desempenho superior ao de outro ("short"). Para tanto, aluga-se o segundo ativo e o vende em seguida para recompra futura e entrega ao proprietário.

Leia mais sobre o assunto: Estratégia Long/Short

ETFs (Exchange Trade Fund)

É um fundo de investimento em índice, com cotas negociáveis em bolsa, como se fossem ações. O ETF busca obter desempenho semelhante à performance de determinado índice de mercado e, para tanto, sua carteira replica a composição desse índice, de acordo com regras determinadas por regulação específica.

Ex: PIBB11, BOVA11, SMALL11

Mais informações: ETF, Bovespa

Leia mais sobre o assunto: ETFs

Exigibilidade

Termo utilizado nas empresas para referir-se a obrigações a pagar.


Financiamento do Agronegócio

CDA: Certificado de Depósito Agropecuário

WA: Warrant Agropecuário

CDCA: Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio

LCA: Letra de Crédito do Agronegócio

CRA: Certificado de recebíveis do Agronegócio

CPR: Cédula de Produto Rural

Veja as respectivas definições e formas de negociação nos seguintes materiais destas fontes: BM&FBovespa (SRTA) - BBM (Bolsa Brasileira de Mercadorias) - Banco do Brasil


FIP (Fundo de Investimento em Participações)

Têm como sua norma fundamental a Instrução nº 391 da Comissão de Valores Mobiliários (ICVM 391), de 2003, é a de um veículo específico para investimentos em companhias abertas e fechadas cuja gestão e política estratégica sejam efetivamente influenciadas pelo mesmo. Aos FIP são permitidos, então, investimentos em diversos títulos de equity e dívida emitidos por estes emissores. Como corolário da norma, o valor agregado que se busca em investimentos em cotas de FIP decorre da qualidade desta influência na gestão das empresas que compõem a carteira do fundo, o que, dado o tempo de maturação necessário para a realização desta competência, implica em um risco e um retorno esperado relativamente altos e em prazos mais longos.

Fonte: Uqbar

Follow-on (Ofertas subsequentes de ações)

As ações de uma empresa podem ser ofertadas ao público em uma quantidade determinada por meio de um processo disciplinado por lei e regulamentado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Esse processo compreende várias etapas, que vão desde o levantamento das intenções do mercado a respeito das ações que serão ofertadas até a negociação delas de fato.

Quando uma empresa faz sua primeira oferta pública de ações, essa operação recebe o nome de IPO (Initial Public Offer). Mas se ela já tem o capital aberto e já realizou IPO, as novas ofertas são denominadas subsequentes (follow-on).


FRC (Forward Rate Agreement)

Produto estruturado que combina a negociação de dois contratos futuros de Cupom Cambial, com natureza opostas, de forma a expor o investidor à um Cupom Cambial à termo, ou seja, com início em uma data futura.

Esse mecanismo auxilia os investidores a negociar uma taxa de juro referenciada em dólar à termo sem correr o risco de execução em livros de ofertas distintas para cada Futuro de Cupom Cambial.

Apesar de possuir um livro de ofertas individual, as operações de FRC não são considerados contratos para fins de posição em aberto, uma vez que são automaticamente transformadas pelo sistema da BM&FBovespa em duas outras operações: a primeira para o primeiro vencimento de DDI (ponta curta) e a segunda, de natureza inversa, para o vencimento de DDI idêntico ao vencimento negociado no FRC (ponta longa). A partir do penúltimo dia de negociação do primeiro vencimento de DDI, a primeira operação (ponta curta) será gerada no segundo vencimento de DDI, mantendo-se esse vencimento até o penúltimo dia de negociação, quando o processo se repetirá.


Funding

Geralmente é a troca de uma dívida de curto prazo por outra que tenha um prazo mais longo.


Fundo de Pensão

O fundo de pensão não tem fins lucrativos e foram originados no Brasil nos anos 60 para resolver diversas situações trabalhistas de funcionários de estatais. É uma fundação ou uma sociedade civil que gere o patrimônio de contribuições dos participantes com o objetivo de proporcionar rendas. No Brasil são chamados de Entidades Fechadas de Previdência Complementar.


Fundo Mútuo de Investimento em Empresas Emergentes

Constituído sob a forma de condomínio fechado, é uma comunhão de recursos destinados à aplicação em carteira diversificada de valores mobiliários de emissão de empresas emergentes. Entende-se como empresa emergente uma companhia que satisfaça os seguintes parâmetros: tenha faturamento líquido anual consolidado inferior a R$ 60 milhões e não seja integrante de grupo de sociedades com patrimônio líquido superior a R$ 120 milhões.


Garantia

Ato de assegurar o cumprimento das obrigações. Podendo ser feito através de depósitos de ativos, recursos financeiros, direitos, contratos e outros instrumentos.


Governança Corporativa

Práticas e relacionamentos entre Acionistas/Cotistas, Conselho de Administração, Diretoria, Auditoria Independente e Conselho Fiscal, com a finalidade de otimizar o desempenho da empresa e facilitar o acesso ao capital.

Estas práticas abrangem os assuntos relativos ao poder de controle e direção de uma empresa, bem como as diferentes formas e esferas de seu exercício e os diversos interesses que, de alguma forma, estão ligados à vida das sociedades comerciais.

A governança corporativa proporciona aos proprietários (acionistas ou cotistas) a gestão estratégica de sua empresa e a monitoração efetiva da administração.

As principais ferramentas que asseguram o controle da propriedade sobre a gestão são o Conselho de Administração, a Auditoria Independente e o Conselho Fiscal.

A empresa que opta pelas práticas de governança corporativa adota como linhas mestras a transparência, a prestação de contas (accountability) e a equidade.

No Brasil, os conselheiros profissionais e independentes começaram a surgir tanto como conseqüência do crescimento da necessidade das médias empresas se profissionalizarem rapidamente, tendo em vista o processo de globalização, quanto das primeiras privatizações de empresas estatais no país.

Informações sobre os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa: N1 - N2 - NM


Hedge

É um instrumento que tem como objetivo proteger operações financeiras do risco de volatilidade de preço dos ativos. Ele pode ser feito através de operações no mercado de derivativos (opções e futuros) ou assumindo uma posição em um ativo que tenha um comportamento contrário ao do ativo que você pretende se proteger.


Holding

É uma sociedade criada com o objetivo de administrar um grupo de empresas. Na holding, a empresa criada para administrar possui a maioria das ações ou quotas das empresas componentes de determinado grupo de empresas. Essa forma de sociedade é muito utilizada por médias e grandes corporações e normalmente visa melhorar a estrutura de capital da empresa ou como parte de alguma parceria com outras empresas.


Home Broker

É o sistema para conectar investidores ao sistema de negociação eletrônico. Usado como ferramenta para negociação no mercado de capitais via internet, ele permite que sejam enviadas ordens de compra e venda através do site de uma corretora credenciada.

IPO


Índices Bovespa

BDRX (Índice de BDRs Não Patrocinados): GLOBAL (BDRX) Índice que acompanha dos BDRs Não Patrocinados, autorizados a negociação na BM&FBovespa.

Ibovespa (Índice Bovespa): Índice que acompanha a evolução média das cotações das ações negociadas na Bovespa - Bolsa de Valores de São Paulo. É o valor atual, em moeda corrente, de uma carteira teórica de ações, constituída em 1968 a partir de uma aplicação hipotética.

IBrX50 (Índice Brasil 50): O IBrX-50 é um índice que mede o retorno total de uma carteira teórica composta por 50 ações selecionadas entre as mais negociadas na BM&FBOVESPA em termos de liquidez, ponderadas na carteira pelo valor de mercado das ações disponíveis à negociação.

IBrX (Índice Brasil): Índice de ações calculado e divulgado pela Bolsa de Valores de São Paulo. Mede o retorno de uma carteira teórica composta por 100 ações selecionadas entre as mais negociadas na Bovespa, classificadas em ordem decrescente por liquidez, em termos de seu índice de negociabilidade (número de negócios e volume financeiro medidos nos últimos doze meses).Essas ações são ponderadas na carteira do índice pelo respectivo número de ações disponíveis à negociação no mercado.

IBrA (Índice Brasil Amplo): Índice que mede o comportamento das ações de todas as empresas listadas na BM&FBovespa que atendam a seus critérios de inclusão. As ações componentes são selecionadas por sua liquidez e ponderadas nas carteiras pelo valor de mercado das ações disponíveis à negociação.

ICO2 (Índice Carbono Eficiente): Índice composto pelas ações das companhias participantes do índice IBrX-50 que aceitaram participar dessa iniciativa, adotando práticas transparentes com relação a suas emissões de gases efeito estufa (GEE), leva em consideração, para ponderação das ações das empresas componentes, seu grau de eficiência de emissões de GEE, além do free float (total de ações em circulação) de cada uma delas.

ICON (Índice de Consumo): Índice que mede o comportamento das ações das empresas representativas dos setores de consumo cíclico e não-cíclico. As ações componentes são selecionadas por sua liquidez, e são ponderadas nas carteiras pelo valor de mercado das ações disponíveis à negociação.

IDIV (Índice de Dividendos): Índice composto pelas empresas listadas na BM&FBovespa que apresentaram os maiores "dividend yields" nos últimos 24 meses anteriores a seleção da carteira. Não estão incluídas nesse universo empresas emissoras de BDRs e empresas em recuperação judicial ou falência.

IEE (Índice Setorial de Energia Elétrica): Índice composto por empresas do setor de energia elétrica. Calculado pela Bolsa de Valores de São Paulo.

IFIX (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários): Mede o desempenho de uma carteira composta por cotas de fundos imobiliários que são listados para negociação NA bm&FBovespa. Essas cotas são selecionadas por sua liquidez e ponderadas nas carteiras por seu valor de mercado total (número total de cotas emitidas multiplicado por sua última cotação em mercado).

IFNC (Índice Financeiro): Índice composto pelas empresas listadas na BM&FBovespa mais representativas dos setores de intermediários financeiros, serviços financeiros diversos e previdência e seguros.

IGC-NM (Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada - Novo Mercado): Mede o desempenho de uma carteira teórica composta por ações de empresas que apresentem bons níveis de governança corporativa e que estejam listadas no Novo Mercado.

IGCT (Índice de Governança Corporativa Trade): Índice é composto pelas ações de empresas integrantes do IGC que atendam simultaneamente aos critérios de liquidez abaixo, com base nos 12 meses anteriores.

a) inclusão em uma relação de ações cujos índices de negociabilidade somados representem 99% do valor acumulado de todos os índices individuais;

b) participação em termos de presença em pregão igual ou superior a 95% no período.

IGCX (Índice de Ações com Governança Corporativa): Índice que mede o desempenho de um carteira teórica composta por ações de empresas comprometidas com programas de governança corporativa. Calculado pela Bolsa de Valores de São Paulo.

IMAT (Índice de Materiais Básicos): É composto pelas empresas listadas na BM&FBovespa mais representativas do setor de Materiais Básicos.

IMOB (Índice Imobiliário): É composto pelas empresas listadas na BM&FBovespa mais representativas dos seguintes setores do ramo imobiliário: construção civil, intermediação imobiliária e exploração de imóveis.

INDX (Índice Industrial): Composto pelas ações de emissão de empresas do setor industrial que são negociadas na BM&FBovespa.

ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial): O ISE tem por objetivo refletir o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial, e também atuar como promotor das boas práticas no meio empresarial brasileiro.

ITAG (Índice de Ações com Tag Along Diferenciado): Índice calculado e divulgado pela Bovespa, com objetivo de medir o desempenho de uma carteira teórica composta por ações de empresas que ofereçam melhores condições aos acionistas minoritários, no caso de alienação do controle.Incluem-se na carteira teórica do índice todas as ações para as quais a empresa concede tag along superior em relação à legislação aplicável, e que tenham sido negociadas em pelo menos 30% dos pregões ocorridos nos doze meses anteriores à formação da carteira.

IVBx2 (Índice Valor Bovespa): Índice desenvolvido em conjunto pela BOVESPA e pelo jornal Valor Econômico, visando mensurar o retorno de uma carteira hipotética constituída exclusivamente por papéis emitidos por empresas de excelente conceito junto aos investidores, classificadas a partir da 11ª posição, tanto em termos de valor de mercado como de liquidez de suas ações.

MCLX (Índice Mid-Large Cap): Composto pelas empresas que, em conjunto, representarem 85% do valor de mercado total da Bolsa são elegíveis para participarem do índice MLCX.

SMLL (Índice Small Cap): Composto por empresas de menor capitalização.

UTIL (Índice de Utilidade Pública): Medindo o comportamento das ações das empresas representativas do setor de utilidade pública (energia elétrica, água e saneamento e gás).

Informações completas de cada índice: BM&FBovespa


Índices de Inflação

INPC: O Índice Nacional de Preços ao Consumidor, de freqüência mensal, divulgado pelo IBGE, é calculado nas mesmas regiões que o IPCA, mas abrange famílias com rendimento entre 1 e 8 salários mínimos.

IPCA: Índice de Preços ao Consumidor Amplo é divulgado mensalmente pelo IBGE. Calculado nas regiões metropolitanas de Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Belém, Fortaleza, salvador, Goiânia e no Distrito Federal. Abrange famílias com rendimento entre 1 e 40 salários mínimos. Daí vem seu nome: Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, pois considera rendimentos superiores ao INPC. Tanto esse índice quanto o IPCA são subsidiados pela Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que fornece a estrutura de ponderação das populações-alvo; pela Pesquisa dos Locais de Compra (PLC), que fornece os informantes da pesquisa e pela Pesquisa de especificação de Produtos e Serviços considerados. O IPCA é o índice que o Banco central usa para estabelecer as metas de inflação.

IPCA-15: Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15, de divulgação mensal, usa a mesma metodologia que o IPCA, mas com data de coleta no dia 15 de cada mês.

IPCA-E: O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - Especial coleta de dados de variação de preços entre os dias 16 do mês anterior ao mês de referência. É divulgado trimestralmente e é calculado pela média ponderada das variações dos preços pesquisados.

IGP-DI: Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna, de divulgação mensal e, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). É o índice para o atacado. Coletado entre os dias 1º e 30 de cada mês, em todo o país, em áreas metropolitanas e no interior. É formado pelo IPA-DI (60% do índice), pelo IPC-DI (30%) e pelo INCC- índice nacional da construção civil (10% do índice), todos calculados pela FGV.

IGP-M: Índice Geral de Preços ao Mercado. A diferença entre o IGP-M e o IGP-DI é a data de coleta. O IGP-M, também calculado pela FGV, é coletado entre os dias 21 do mês "A" e 20 do mês "B". Foi criado com a finalidade de servir como indexador de preços na época de inflação inercial descontrolada (entre a década de 80 e início da década de 90). Essa é a razão para a diferença da data de coleta. O mercado precisava de um índice que fosse divulgado no fim do mês para possibilitar os reajustes de preços.

IGP-10: Índice Geral de Preços 10 é calculado pela FGV e tem divulgação mensal. A diferença entre o IGP-DI e o IGP-10 é que este mede a variação dos preços até o dia 10 de cada mês, enquanto aquele mede a variação dos preços entre os dias 1º e 30 do mês. Todos os IGPs são preços aos produtores e aos consumidores.

IPC: Índice de Preços ao Consumidor – São Paulo. É divulgado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Calcula a variação de preços em São Paulo para as famílias com faixa de renda entre 1 e 20 salários mínimos. Considera a variação das quatro últimas semanas em relação as quatro semanas anteriores. É dividido nas seguintes categorias: alimentação, transporte, despesas pessoais, vestuário e educação.

Taxa Selic: Selic é a sigla para Sistema Especial de Liquidação e Custódia, criado em 1979 pelo Banco Central e pela Associação Nacional das Instituições do Mercado Aberto (Andima). O Selic é um sistema eletrônico que permite a atualização diária das posições das instituições financeira. Seu surgimento da taxa visou tornar mais transparente e segura a negociação de títulos públicos. A taxa de juros, Selic, é a média de remuneração dos títulos federais negociados com os bancos, é usada em operações entre bancos e influência os juros de toda a economia.


Insider Trading

É a negociação de valores mobiliários baseada no conhecimento de informações relevantes que ainda não são de conhecimento público, com o objetivo de auferir lucro ou vantagem no mercado. A prática de insider trading configura ato ilícito segundo o direito brasileiro, pois constitui comportamento desleal que atenta contra a segurança e a paridade de condição jurídica no mercado.


Investimento Anjo - Startup

Anjo: Normalmente, são investidores com recursos, com experiência e interessados em oferecer apoio financeiro e técnico; são as principais características desses investidores.

Startup: Pequenas empresas, normalmente formadas por jovens empreendedores, em fase de desenvolvimento lançando suas ideias e projetos inovadores.

Leia mais sobre o assunto: Investimento Anjo - Startup

IPO

Initial Public Offering ou Oferta Pública Inicial. Este é o momento inicial de ofertar publicamente uma ação, onde a empresa abre seu capital e passa a ser listada na Bolsa de Valores. Uma oferta primaria corresponde à emissão de novas ações, geralmente com crescimento da base acionária da empresa. Já a oferta secundária não implica no lançamento de novas ações, de forma que o montante total de ações que constitui o capital social desta empresa continua o mesmo. Assim, as ações vendidas na oferta são as de posse de antigos acionistas. Caso a demanda seja superior à oferta, haverá um rateio da quantidade de ações que cada participante de IPO irá receber.


Juro

Custo ou preço do dinheiro. É a remuneração que o detentor do dinheiro recebe por abrir mão dele por um período de tempo. O valor do juro (seu percentual) é considerado como o custo ou preço do dinheiro. Como qualquer outro bem na economia, o custo do dinheiro (taxa de juro) é determinado pela oferta e procura.


LCI (Letra de Crédito Imobiliário)

Título emitido por bancos comerciais, bancos múltiplos com carteira de crédito imobiliário, a Caixa Econômica Federal, sociedades de crédito imobiliário, associações de poupança e empréstimo, companhias hipotecárias e demais espécies de instituições que venham a ser expressamente autorizadas pelo Banco Central.Emitido sob a forma nominativa, podendo ser transferível mediante endosso em preto.

É lastreado por créditos imobiliários garantidos por hipoteca ou por alienação fiduciária de coisa imóvel, conferindo aos seus tomadores direito de crédito pelo valor nominal, juros e, se for o caso, atualização monetária nelas estipulados.

A letra conterá: o nome da instituição emitente e as assinaturas de seus representantes; número de ordem, o local e a data de emissão; a denominação "Letra de Crédito Imobiliário"; o valor nominal e a data de vencimento; a forma, a periodicidade e o local de pagamento do principal, dos juros e, se for o caso, da atualização monetária; os juros, fixos ou flutuantes, que poderão ser renegociáveis, a critério das partes; a identificação dos créditos caucionados e seu valor; o nome do titular; e a cláusula à ordem, se endossável.

A LCI poderá contar com garantia fidejussória adicional de instituição financeira.

A LCI poderá ser garantida por um ou mais créditos imobiliários, mas a soma do principal das LCI emitidas não poderá exceder o valor total dos créditos imobiliários em poder da instituição emitente.

A critério do credor, poderá ser dispensada a emissão de certificado, devendo a LCI sob a forma escritural ser registrada em sistemas de registro e liquidação financeira de títulos privados autorizados pelo Banco Central.

A LCI poderá ser atualizada mensalmente por índice de preços, desde que emitida com prazo mínimo de trinta e seis meses.

É vedado o pagamento dos valores relativos à atualização monetária apropriados desde a emissão, quando ocorrer o resgate antecipado, total ou parcial, em prazo inferior ao estabelecido na lei, da LCI emitida com previsão de atualização mensal por índice de preços.

Fonte: BM&FBovespa

Leasing

Modalidade de crédito profissional formada por um contrato de locação de equipamentos mobiliários ou imobiliários, acompanhado de uma promessa de venda ao locatário.


Lei Sarbanes-Oxley

Aprovada em julho de 2003 nos Estados Unidos como reação aos grandes escândalos contábeis de empresas como a Enron e a WorldCom. Representa uma profunda reformulação no mercado de capitais norte-americano e regulamenta princípios que devem ser seguidos com base em quatro práticas essenciais: compliance (seguir as regras estabelecidas), accountability (obrigação de prestar contas), disclosure (transparência de informações) e fairness (equidade para os acionistas).

Fonte: Zero Hora

Letras de Câmbio

Título de crédito, emitido por sociedade de crédito, financiamento e investimento, utilizado para o financiamento de crédito direto ao consumidor.


Liquidez

A liquidez de um ativo financeiro relaciona-se à velocidade em que se pode negociá-lo. Quanto maior for a facilidade (menos tempo) para compra e vender um ativo, mais líquido ele é.


Lote

Quantidade de ativos ou títulos com mesma característica.


Lucro Líquido por Ação

Ganho por ação obtido durante um determinado período de tempo, calculado por meio da divisão do lucro líquido de uma empresa pelo número existente de ações.

MoM


Mercados

Primário: Lançamento de novas ações no mercado, com aporte de recursos à companhia. Todas as operações de emissão de ações precisam ser autorizadas pela CVM, sendo também obrigatória a presença do intermediário financeiro.

Secundário: Depois do lançamento inicial ao mercado, as ações passam a ser negociadas nos mercados de balcão, organizados ou não, e bolsas de valores.

Mercado à Vista: É a compra ou venda de ações, através do pregão eletrônico ou viva voz.A liquidação das operações é feita em D+3.

Mercado de Balcão: As negociações de compra e venda, são realizadas diretamente com a intermediária, não é feita pelo mercado Bovespa.

Termo: São contratos para compra ou a venda de uma determinada quantidade de ações, a um preço fixado, para liquidação em prazo determinado. O prazo do contrato a Termo é livremente escolhido pelos investidores, obedecendo o prazo mínimo de 16 dias e máximo de 999 dias corridos.

Leia mais sobre o assunto: Termo

Mercado de Balcão

É um segmento do mercado de capitais que representa um mercado de títulos auto-regulado, sem local físico definido para transações e mantido pelos próprios participantes, sob fiscalização da CVM (Comissão dos Valores Mobiliários).


Mercado de Capitais

É o conjunto de mercados, instituições, contratos e ativos que faz a intermediação de recursos financeiros entre tomadores (companhias abertas que busca captar recursos) e aplicadores (investidores). Tal intercâmbio ocorre por meio de operações financeiras que podem ser efetuadas entre companhias e investidores, diretamente, ou através de uma instituição financeira.

O mercado de capitais engloba os mercados primários (emissão dos títulos feitas pela primeira vez) e secundários (após a primeira emissão feitas pelas empresas SA, no secundário ocorre a troca dos ativos entre os investidores) e sua lógica de funcionamento, bem como os agentes e ativos sob custódia, é regulamentada pela CVM (Comissão dos Valores Mobiliários).


Mercado Futuro

Os contratos futuros são um tipo de derivativo onde o investidor se compromete a comprar ou vender determinada mercadoria por um preço estipulado em uma data futura. Este tipo de investimento pode ser considerado como a evolução do mercado a termo. Sua principal diferença esta na liquidação dos compromissos, pois no mercado a termo o resgate do investimento é feito somente na data de vencimento, já no contrato futuro os compromissos são ajustados diariamente.

Leia mais sobre o assunto: Mercado Futuro

Mercado de Opções

É o mercado em que são negociados direitos de compra ou venda de um lote de ações, com preços e prazos de exercício pré-determinados. O investidor pode ou não exercer o direito da opção, dependendo de como for a evolução do preço do ativo.

Características:

Volatilidade: A oscilação de preço é uma das principais características das opções. Os papéis chegam a variar mais de 50% em apenas um dia devido ao baixo valor. Liquidez: O mercado de opções é sempre constituído por opções de ações de alta liquidez no mercado, no entanto, nem todas as opções da mesma série ou papel têm uma alta liquidez. Dia de exercício: Data limite para os titulares exercerem seu direto. Este dia ocorre nas terceiras segundas-feiras dos meses pares.

Tipos de Exercício:

Estilo americano de exercício: As opções têm validade até uma data predeterminada, e podem ser exercidas no período compreendido entre seu lançamento e seu vencimento.

Estilo europeu de exercício: O titular só pode exercer o direito na data de vencimento.

Quem atua:

Lançador: É o investidor que vende a opção e assume os compromissos de comprar ou vender determinada quantidade da ação a um preço fixado ou até o vencimento da opção ou em data determinada, mediante o recebimento de um prêmio. O lançador de venda assume a obrigação de vender as ações-objeto a que se refere a opção, após o recebimento de uma notificação de que a posição foi exercida. O titular pode, a qualquer tempo, negociar seu direito de venda em mercado, por meio de uma operação de natureza oposta.

Titular: É o investidor que compra a opção e adquire os direitos tanto de comprar como de vender ações referentes a esta opção. O titular pode, a qualquer tempo, negociar seu direito de compra em mercado, por meio de uma operação de natureza oposta.

Lançador x Titular: O lançador de uma opção tem uma posição bem mais arriscada. O prejuízo potencial referente a uma posição vendida em opção de compra ou posição vendida em opção de venda é ilimitado quando o preço do ativo-objeto se movimenta em direção contrária às expectativas, aumentando para uma opção de compra ou diminuindo para uma opção de venda. No caso do titular de uma opção o prejuízo máximo é limitado. A situação pode mudar quando a posição é combinada, processo conhecido como lançamento de opção "coberta". Nesse caso, a posição vendida em uma opção de compra com uma posição comprada no ativo-objeto, ou posição vendida em uma opção de venda com uma posição vendida no ativo-objeto. O lançador de uma opção de compra acredita que o preço das ações no mercado à vista irá cair a um nível abaixo do preço de exercício, assim o titular não irá exercer a opção e o lançador ganhará o valor do prêmio.

Prêmio: O lançador de uma opção recebe um prêmio para assumir a obrigação de vender (opção de compra) ou comprar (opção de venda) se exercido pelo titular. Como qualquer compromisso financeiro, ele deve honrar essa obrigação se designado para tal. O prêmio é o preço da opção, é negociado entre o comprador e o vendedor no momento da operação em mercado e pago no momento da aquisição da opção. Reflete fatores como condições de oferta e demanda, prazo de vigência da opção, diferença entre o preço de exercício e o preço à vista da ação-objeto, volatilidade, dentre outros.

Riscos: Aplicar em opções é muito arriscado. O investidor pode perder todo capital aplicado e deve estar ciente disso. Um dos lados pode tentar cancelar a operação ou não ser capaz de honrá-la financeiramente. Por isso, o lançador de uma opção deve ter capacidade financeira para cobrir eventuais prejuízos bastante altos e dispor de garantias suficientes para atender às exigências de margem. Se as condições de mercado não forem favoráveis à estratégia de investimento, o titular corre o risco de perder todo o investimento em um período de tempo relativamente curto. A opção é ativo esgotável que perde o valor no vencimento. Isto significa que o comprador de uma opção que não a venda no mercado secundário nem a exerça antes do vencimento perderá todo o investimento.

Tipos de Operações:

Arbitragem: É a operação que tem por objetivo tirar proveito de variações na diferença de preço entre dois ativos ou entre dois mercados, ou de possíveis mudanças nessas diferenças. É menos arriscado que a especulação, já que as posições ficam travadas em dois segmentos de mercado.

Especulação: É derivada da participação dos investidores dispostos a assumir o risco com expectativa de ganho. As opções permitem que o investidor alavanque a posição. Desta forma é possível aumentar o retorno potencial sobre um investimento sem ampliar o montante do capital investido, já que o valor aplicado na compra de uma opção é relativamente pequeno em comparação com o ganho.

Hedge: O mercado de opções foi criado para oferecer um mecanismo de proteção ao mercado de ações contra possíveis perdas. Definido como proteção, o hedge é a tomada de posição em mercados futuros oposta à posição no mercado à vista. O objetivo é minimizar os riscos de perdas financeiras caso haja mudança nas expectativas do investidor. Pode ser utilizado também quando o investidor assume posições no futuro para monitorar e fixar o preço de um ativo desde o presente. Como os preços e retornos dos ativos financeiros sofrem flutuações imprevisíveis, as opções podem ser usadas para adaptar o risco às expectativas e metas do investidor. Os participantes do mercado que usam opções para limitar os riscos de oscilação de preços são conhecidos como "hedgers".


Minicontrato Futuro

Derivativo de índices, moedas e commodities que representa uma fração (20%) do respectivo contrato padrão negociado na BM&F.


MoM (Month-over-Month)

Mede desempenho financeiro, de vendas da Cia comparando um mês com outro.


Negociação

Processo de compra e venda de um ativo.


Novo Mercado

Segmento de listagem destinado à negociação de ações emitidas por empresas que se comprometem, voluntariamente, com a adoção de práticas de governança corporativa e disclosure adicionais em relação ao que é exigido pela legislação.

A premissa básica é a de que a valorização e a liquidez das ações de um mercado são influenciadas positivamente pelo grau de segurança que os direitos concedidos aos acionistas oferecem e pela qualidade das informações prestadas pelas empresas.

A entrada de uma empresa no Novo Mercado significa a adesão a um conjunto de regras societárias, genericamente chamadas de boas práticas de governança corporativa, mais rígidas do que as presentes na legislação brasileira.

Essas regras, consolidadas no Regulamento de Listagem, ampliam os direitos dos acionistas, melhoram a qualidade das informações usualmente prestadas pelas companhias e, ao determinar a resolução dos conflitos por meio de uma Câmara de Arbitragem, oferecem aos investidores a segurança de uma alternativa mais ágil e especializada.

A principal inovação do Novo Mercado, em relação à legislação, é a proibição de emissão de ações preferenciais.

Resumidamente, a companhia aberta participante do Novo Mercado tem como obrigações adicionais:

a) realização de ofertas públicas de colocação de ações por meio de mecanismos que favoreçam a dispersão do capital;

b) manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações representando 25% do capital;

c) extensão para todos os acionistas das mesmas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle da companhia;

d) estabelecimento de um mandato unificado de 1 ano para todo o Conselho de Administração;

e) disponibilização de balanço anual seguindo as normas do US GAAP ou IAS GAAP;

f) introdução de melhorias nas informações prestadas trimestralmente, entre as quais a exigência de consolidação e de revisão especial;

g) obrigatoriedade de realização de uma oferta de compra de todas as ações em circulação, pelo valor econômico, nas hipóteses de fechamento do capital ou cancelamento do registro de negociação no Novo Mercado;

h) cumprimento de regras de disclosure em negociações envolvendo ativos de emissão da companhia por parte de acionistas controladores ou administradores da empresa.

Além de presentes no Regulamento de Listagem, alguns desses compromissos deverão ser aprovados em Assembléias Gerais e incluídos no Estatuto Social da companhia.

Um contrato assinado entre a Bovespa e a empresa, com a participação de controladores e administradores, fortalece a exigibilidade do seu cumprimento.


Opção

O Mercado de Opções é o mercado em que são negociados direitos de compra ou venda de um lote de ações, com preços e prazos de exercício preestabelecidos.


Opção (Prêmio)

É o que se paga por obter o direito de comprar ou vendar uma opção.


P/L

Indicador do tempo de recuperação do valor investido, onde P é o preço-cotação da ação em Bolsa, e L é o lucro por ação registrado no respectivo ano. Com estes dados estabelece-se uma relação, que indica em quanto tempo (contado em anos) o capital investido será recuperado. Um dos índices mais usados compara o preço corrente da ação com o lucro para avaliar se a empresa está acima ou abaixo do valor justo.


P/VPA

Preço sobre o valor patrimonial da ação, ou seja, quanto o mercado paga por cada real investido.


Patrimônio Líquido

O PL é uma subconta do Passivo Total, que compõe o Balanço Patrimonial de qualquer empresa. Cada empresa tem determinadas contas que deve declarar no PL, mas ele representa os investimentos dos proprietários na empresa e as reservas de lucro e caixa que ela possui. No Patrimônio Líquido são computados o capital social, integralizado pelos acionistas por meio de aportes, os lucros acumulados pela empresa, as contas de reserva que podem ser constituídas, etc.


Performance

Desempenho obtido em alguma atividade. No mercado financeiro, uma taxa de performance é cobrada em fundos de investimentos quando a rentabilidade ultrapassa um mínimo acordado previamente.


Período de Silêncio (Quiet Period)

Restrição aplicável às instituições e pessoas envolvidas na realização de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários de se manifestarem junto à imprensa quanto à divulgação de informações sobre a companhia emissora, a oferta e o ofertante.Justifica-se porque as informações disseminadas pela mídia, que não necessariamente são completas como as existentes no prospecto, podem condicionar e influenciar decisões de investimento, em virtude da credibilidade dos meios de comunicação entre os participantes do mercado de capitais.

Mais sobre este assunto: CODIM


POP

Proteção do Investimento com Participação:

Produto de renda variável, negociado na Bolsa de Valores de São Paulo, que proporciona uma proteção contra eventuais perdas (desvalorização) do investimento em ações em troca de uma participação nos potenciais ganhos desse investimento.Em essência o POP é uma combinação de três instrumentos:

a) uma determinada ação no mercado a vista;

b) suas correspondentes opções de compra e de venda no mercado de opções.

Ao aderir às operações com POP, o investidor define o nível de proteção desejado ao escolher em que série de POP vai investir.

Assim:

a) se o preço cai: investidor recebe o valor do capital protegido;

b) se o preço sobe: investidor abre mão de uma parcela da valorização.

Embora o POP seja composto por três instrumentos, basta uma única ordem ou instrução para comprá-lo ou vendê-lo no mercado.

O valor do capital protegido que escolhido pelo investidor pode ser menor que o valor pago pelo POP.


Princípios do Equador

Os Princípios do Equador são um conjunto de regras e critérios definidos pelo International Finance Corporation (IFC), braço financeiro do Banco Mundial, que determina uma série de análises sócio-ambientais para o financiamento de projetos (Project Finance).

Mais informações acesse o link: Princípios do Equador

Conheça mais sobre o IFC: International Finance Corporation (IFC)


Private Equity (PE)

Termo relacionado ao tipo de capital empregado nos fundos de PE, que em sua maioria são constituídos em acordos contratuais privados entre investidores e gestores, não sendo oferecidos abertamente no mercado e sim através de colocação privada; além disso, empresas tipicamente receptoras desse tipo de investimento ainda não estão no estágio de acesso ao mercado público de capitais, ou seja, não são de capital aberto, tendo composição acionária normalmente em estrutura fechada.

Saiba mais clicando aqui.

QoQ


QoQ

A técnica de medição que calcula a variação entre um quarto e financeira do trimestre fiscal anterior. Isto é semelhante à medida de ano-sobre-ano, que compara o trimestre de um ano (1 º trimestre de 2005) com o mesmo trimestre do ano anterior (Q1 2004). A medida dá aos investidores e analistas uma idéia de como a empresa está crescendo mais a cada trimestre.


Quota (de Fundo ou Clube de Investimento)

Parte de um fundo ou clube de investimento cujo valor é igual à divisão de seu patrimônio líquido pelo número existente de quotas.

RTA


Rating

É a opinião de uma empresa especializada sobre a capacidade de um país ou empresa honrar compromissos financeiros. Esta avaliação é feita por agências de rating. A "nota" é dada por letras e sinais aritméticos que indicam o maior ou menor grau.

Grau de Investimento (Investment Grade): Indicativo de que o país ou empresa tem baixo risco de calote.

Agências de Rating: Empresas especializadas em avaliar e classificar o risco de um país ou empresa em saldar suas dívidas,ser bom pagador.

Fitch Rating Aaa, Aa, A, Baa, Ba, B, Caa, Ca
Moody's e Standard & Poor's AAA, AA, A, BBB, BB, B, CCC, C, DDD, DD, D
As notas vão de AAA, mais alta qualidade, até D, inadimplente, atraso, valor questionável

Renda Fixa

São títulos que pagam, em períodos definidos, uma certa remuneração, que pode ser determinada no momento da aplicação ou no momento do resgate (no final da aplicação). O modo mais fácil de entender o que é um título de renda fixa é imaginar cada título como um empréstimo.

Leia mais sobre o assunto: Renda Fixa

ROE (Return on Equity)

Retorno líquido comparado ao PL.


ROI (Return on Investment)

Quanto de lucro obtido sobre o que investimos.


ROIC (Return on Invested Capital)

Retorno sobre o capital investido.


Royalties

Valor pago ao detentor de uma marca, patente, processo de produção, produto ou obra original pelos direitos de sua exploração comercial.


RTA (Retorno Total ao Acionista)

Análise da rentabilidade do movimento do preço ativo com o ganho na forma de dividendos e JSCP.


Sociedade Anônima

Empresa que tem o capital dividido em ações, com a responsabilidade de seus acionistas limitada proporcionalmente ao valor de emissão das ações subscritas ou adquiridas.


Spread

Margem adicionada à taxa aplicável a um crédito, título ou moeda. O spread é variável conforme a liquidez, garantias do tomador , o volume do empréstimo e o prazo de resgate. Este termo também é utilizado quando se negocia títulos e moedas no mercado de balcão.


Stakeholder

É uma palavra em inglês muito utilizada nas áreas de comunicação, administração e tecnologia da informação cujo objetivo é designar as pessoas e grupos mais importantes para um planejamento estratégico ou plano de negócios, ou seja, as partes interessadas.

O stakeholder é uma pessoa ou um grupo, que legitima as ações de uma organização e que tem um papel direto ou indireto na gestão e resultados dessa mesma organização. Desta forma, um stakeholder pode ser afetado positivamente ou negativamente, dependendo das suas políticas e forma de atuação.


Stop Gain

Fechar posição de ganho.


Stop Loss

Fechar posição de perda.


Stock Options (Opção de Compra)

Forma de remuneração variável de um profissional da Cia.Este plano de ações permite que o empregado compre ações da empresa na qual trabalha por preço abaixo do mercado.

Restricde Stocks: Quando o funcionário recebe da empresa um pacote de ações com algumas restrições, entre elas, como permanecer um determinado tempo na Cia.

Phantom Stocks: O profissional não tem direito de posse das ações. A empresa compra uma determinada cota, porém não entrega.Após o prazo de carência a Cia paga ao funcionário o equivalente a sua valorização.

Vesting: Carência mínima para o funcionário exercer o direito de compra ou venda das ações.


Tesouro Direto/Título Público

O Tesouro Direto é um Programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a BMF&F Bovespa para venda de títulos públicos federais para pessoas físicas, por meio da internet.
Os títulos públicos são ativos de renda fixa, ou seja, seu rendimento pode ser dimensionado no momento do investimento, ao contrário dos ativos de renda variável (como ações), cujo retorno não pode ser estimado no instante da aplicação. Dada a menor volatilidade dos ativos de renda fixa frente aos ativos de renda variável, este tipo de investimento é considerado mais conservador, ou seja, de menor risco.

Ao comprar um título público, você empresta dinheiro para o governo brasileiro em troca do direito de receber no futuro uma remuneração por este empréstimo, ou seja, você receberá o que emprestou mais os juros sobre esse empréstimo. Dessa maneira, com o Tesouro Direto, você não somente se beneficia de uma alternativa de aplicação financeira segura e rentável, como também ajuda o país a promover seus investimentos em saúde, educação, infraestrutura, entre outros, indispensáveis ao desenvolvimento do Brasil.
Cabe ressaltar que os títulos públicos são negociados apenas escrituralmente, isto é, não existe um documento físico que representa o título. Você terá a garantia da aplicação por meio do número de protocolo gerado a cada operação e o título adquirido ficará registrado no seu CPF, podendo ser consultado a qualquer tempo por meio do seu extrato no site do Tesouro Direto.

Ao investir no Tesouro Direto, você opta pelo tipo de investimento de menor risco da economia, pois os títulos públicos são 100% garantidos pelo Tesouro Nacional.

Leia mais sobre o assunto: Tesouro Direto/Título Público

Underwriters

Instituições financeiras especializadas em operações de lançamento de ações no mercado primário. No Brasil, tais instituições são, em geral, bancos múltiplos ou bancos de investimentos, sociedade distribuidora e corretoras que mantêm equipes formadas por analistas e técnicos capazes de orientar os empresários, indicando-lhes as condições e a melhor oportunidade para que uma empresa abra seu capital ao público investidor, por meio de operações de lançamento.


Underwriting

Esquema de lançamento de ações mediante subscrição pública, para o qual uma empresa encarrega um intermediário financeiro, que será responsável por sua colocação no mercado.


Unit

Certificado de depósito de ações (pacote de ações). Pode ser composto por ações preferenciais e ordinárias. São negociadas na Bolsa e em seus códigos acompanham o número 11. Investidores que possuem este tipo de ativo têm os mesmos direitos quanto ao recebimento de dividendos (PN) e direito a voto que ações (ON), proporcionais à participação de cada papel dentro da unit.


Venture Capital (Capital de Risco)

Forma de financiamento para estágio inicial de novos empreendimentos, novos produtos ou serviços etc.

Saiba mais clicando aqui.


Warrants (Opções de compra não padronizadas)

É um título que confere ao seu detentor a opção de comprar o ativo que lastreia esse título, a um preço predeterminado (preço de exercício) e até uma data preestabelecida (data de vencimento). Trata-se de uma opção não-padronizada, em geral de longo prazo, emitida por instituições detentoras de posições expressivas de valores mobiliários como debêntures, commercial paper, etc.

YoY


Yield

Também pode ser chamado de "Taxa Interna de Retorno", que se refere ao retorno anual de um investimento.


YoY

Taxa homóloga, ou taxa de variação homóloga, é aquela que compara o valor de uma variável neste ano, com o valor dessa variável no mesmo momento, no ano anterior. Em inglês, de uma forma mais direta, a essa variação chama-se variação "Year over Year" (YoY).


Zerar

Liquidar uma posição em títulos ou obrigação de pagar.


Fontes: BM&FBovespa, EnFin, Enciclopédia de Finanças, Fundação Getúlio Vargas, Revista Invista, Investopedia.com

PERGUNTAS FREQUENTES

Por mais que se faça um estudo ou que tenha analistas realizando previsões sobre os diferentes tipos de investimentos, a resposta correta para esta pergunta é que em renda variável não há garantias de alta ou baixa. Sim, é possível estudar e gerar tendências, mas nunca terá 100% de certeza.

Isso acontece porque no dia-a-dia (curto prazo) as variações dos preços das ações oscilam em função de expectativas, e não baseado nos fatos e nas previsões.

A pergunta adequada é: Qual investimento melhor se adequa a situação em que estou no momento?

É preciso levar em consideração o perfil que o investidor se qualifica, quais objetivos que deseja obter, que nível de risco está disposto a tomar, entre outros detalhes capazes de filtrar e encontrar o melhor e mais adequado investimento.

Além de saber a quantia disponível de investimento, é necessário considerar outros 3 fatores: qual o prazo que se deseja para o investimento, que tipo de risco esta disposto a assumir e qual o objetivo do investimento.

Ex: Se o investimento for com objetivo de longo prazo e com possibilidade de assumir riscos, a Bolsa de Valores é uma boa alternativa.

Não existe uma única resposta para essa pergunta. Vários fatores podem interferir no desempenho diário de uma Ação, pois sua oscilação depende de especulações de acionistas que decidem comprar ou vender a ação.

Alguns fatores capazes de influenciar no desempenho da Ação: política, anúncio de investimento ou de dívidas, expansão de mercado, apresentação de resultados, notícias da concorrência, desempenho, etc.

Estar consciente destas possibilidades, atento às notícias e ter conhecimento de que tipo de setor a ação pertence é importante tanto para responder alguns porquês como para realizar suas próprias análises.

A resposta para essa pergunta pode ser extremamente subjetiva. Pois é necessário saber que tipo (estilo) de vida é possível e se pretende manter. Com isso, calcular possíveis gastos no momento da aposentadoria e considerar um estimado de inflação para cálculo mais preciso.

Vários especialistas se arriscam com algumas recomendações, dizendo que é possível acumular o suficiente para ter o equivalente a 60%, 70% ou 80% de sua renda atual; Para cálculo de inflação, ter como base anual de 5% a 10%; Recomendam recalcular a cada 5 anos para saber se o total poupado é compatível com o período previsto para se aposentar; E outros.

Existe apenas um tipo de aplicação que é possível prever o quanto se ganhará no futuro, que são os investimentos pré-fixados. Pois se paga um taxa de juros (determinada no momento que é feito o investimento) sobre o valor investido.

Todos os investimentos possuem riscos, alguns maiores que outros, mas eliminar completamente o risco é impossível.

Com isso, é importante analisar a relação "Risco x Retorno", que se refere ao quanto investidor esta disposto a arriscar para obter o retorno que deseja para então tomar as suas decisões.

É onde se integra operações de Bolsa de Valores e de Bolsa de Mercadorias e Futuros. Na Bolsa de Valores se compra e vende ações de companhias de capital aberto, as negociações são intermediadas por corretoras, que recebem as ordens (de compra ou de venda) de investidores, para então efetuar as operações.

1° passo: Ter uma conta bancária.

2° passo: Abrir uma conta em uma corretora.

3° passo: Transferir o dinheiro que se deseja investir para a conta que foi aberta na corretora.

Após esses processos a corretora lhe dará um acesso para Home Broker onde você pode compra e vender por sua conta. Ou pode entrar em contato com algum Agente Autônomo de Investimento para efetuar a operação que for ordenada.

Quando se investe em ações, o investidor organiza e coordena sua própria carteira, decidindo, quando comprar mais ou vender ações, quais papéis adquirir, qual quantidade, qual estratégia devido ao tipo de papel etc. Já aquele que investe em Fundo de Ações, deixa nas mãos de um especialista para analisar e operar nos investimentos com melhores oportunidades, sendo importante para o investidor ter conhecimento do histórico do gestor, de suas políticas de investimentos e seus custos.

É possível considerar que os principais riscos, são:

→ Risco de Mercado: Refere-se aos riscos de oscilação nos preços;
→ Riscos de Liquidez: Está ligado na impossibilidade de vender ou negociar o ativo;
→ Risco de Crédito: Inadimplência, onde um dos lados não honra suas obrigações;
→ Risco Operacional: Falha ou fraude no processo de operação;
→ Risco Legal: Associados à legalização de contratos e cláusulas.

Primeiramente é preciso listar seus objetivos e ter conhecimento das opções que se enquadram ao seu perfil de investidor.

Nesta lista pode constar: capital disponível para investimento, tempo que se deseja investir, risco que é possível assumir, para que servirá o investimento, entre outros.

A bolsa de valores é o mercado organizado onde se negociam ações de sociedades de capital aberto (públicas ou privadas) e outros valores mobiliários. Utilizam sistemas eletrônicos de negociação para efetuar compras e vendas desses valores.

A bolsa deve preservar elevados padrões éticos de negociação, divulgando - com rapidez, amplitude e detalhes - as operações realizadas. Sendo reguladas e fiscalizadas pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e possuem ampla autonomia para exercerem seu papel de auto-regulamentação sobre as corretoras de valores que nela operam.

As corretoras de valores são instituições financeiras responsáveis por intermediar a compra e venda de títulos financeiros para seus clientes.

Os possíveis riscos, são:

→ Risco de Liquidez: Dificuldade de encontrar compradores;
→ Risco de Mercado: Referente à desvalorização da ação.

É uma ferramenta de negociação on-line que permite a compra e venda de ações pela internet.

Empresa de capital aberto é uma sociedade anônima cujo capital social é formado por ações, aquele investidor que adquirir uma ação passa a fazer parte da empresa (tornando-se acionista). Essas ações são livremente negociadas no mercado da Bolsa de Valores ou no mercado de Balcão sem necessidade de escrituração pública de propriedade.

É importante estar consciente dos riscos envolvidos e avaliar o potencial do investimento para cumprir com suas expectativas. Além disso, estar atento às notícias do mercado financeiro, da economia do país e em todos os fatores que de alguma maneira podem vir a afetar no resultado de seu investimento, para que assim, seja possível prevenir e se proteger com algum eventual contratempo.

Você não corre risco de perder suas ações (apenas corre o risco de perder o dinheiro depositado que não foi aplicado). A Ação adquirida está custodiada na CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia).

Primeiramente esteja ciente de que esta instituição financeira esteja devidamente credenciada na pelos órgãos reguladores da SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Após isso, é importante levar em consideração que todas instituições financeiras estão em busca de resultados, onde dentro delas possuem ofertas de investimento convenientes para o investidor e outros para a própria instituição. Então perguntar onde é melhor investir não é a pergunta correta, mas sim qual dessas instituições me oferece o melhor investimento? Comparando, o investidor poderá decidir onde e qual investimento aderir de acordo ao que se enquadra aos seus objetivos individuais.

Conforme o Banco Central, O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que administra um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores, que permite recuperar os depósitos ou créditos mantidos em instituição financeira, até R$ 250.000,00, em caso de intervenção, de liquidação ou de falência.

São garantidos: Depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio; depósitos de poupança; depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado (CDB/RDB);depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques, destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares; letras de câmbio; letras imobiliárias; letras hipotecárias; letras de crédito imobiliário; letras de crédito do agronegócio; operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos após 08.03.2012 por empresa ligada.

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