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Brasil - Evolução dos Indicadores da Agenda

21 SET, 2018 / POR: ACIONISTA.COM.BR

                                   

Bandeira do Brasil

IPC-S – índice de preço ao consumidor semanal registrou alta de 0,19% na 2° semana de setembro.

IGP-M sobe 1,34% no segundo decêndio de setembro.

IPC-FIPE registra 0,30% na segunda quadrissemana de setembro.

IBC-Br avança 0,57% em julho

Pedidos de falência recuam 19,6% no acumulado em 12 meses


DólarIPCA-15 apresenta variação de 0,09% em setembro

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) com os resultados vem mostrando leve desaceleração em relação à taxa de agosto (0,13%). Esta é a menor taxa para um mês de setembro desde 2006, quando o índice foi de 0,05%, além de ser, também, a menor variação mensal de 2018.


DólarRentabilidade dos imóveis comerciais segue em lenta recuperação

A Fundação Getulio Vargas (FGV) anunciou que no segundo trimestre de 2018, as taxas de retorno da renda, capital e total de imóveis foram de, respectivamente, 1,61%, 0,15% e 1,76%, sobre o trimestre anterior.


DólarInadimplência das empresas bate recorde em agosto.

Foram registrados 5.577.543 CNPJs negativados, um acréscimo de 8,4% em relação ao mesmo mês do ano passado (5.142.623).


DólarExpectativa dos consumidores para inflação fica em 5,6%

'A expectativa de inflação dos consumidores mostra-se bem ancorada e segue de perto a inflação medida pelo IPCA. Parece que enquanto a variação dos preços se mantiver estável, a expectativa dos consumidores para o futuro continuará no mesmo ritmo e oscilará em torno de 5%. Uma excelente notícia, considerando-se a grande incerteza eleitoral que vivemos no momento', afirma o economista Pedro Costa Ferreira, da FGV IBRE.


DólarÍndice de Preços dos Supermercados fica estável em agosto

Apresentando ligeira alta de 0,02% no comparativo com o mês anterior. Com este resultado, o acumulado do ano agora apresenta inflação de 3,20%.

'O preço do leite finalmente caiu, e de forma significativa. Carnes e hortifrutigranjeiros também apresentaram queda. Esses itens têm grande ponderação no cálculo do IPS, pois têm um peso alto na cesta do brasileiro. Por conta disso, o índice geral foi puxado para baixo', avalia o economista da APAS, Thiago Berka.

EleiçõesIntenção de investimentos da indústria recua

O Indicador de Intenção de Investimentos da Indústria recuou 3,1 pontos no terceiro trimestre de 2018 em relação ao trimestre anterior, para 113,0 pontos.

'A redução do ímpeto de investimentos industriais no terceiro trimestre é mais um sinal de perda de fôlego da economia em 2018. Na margem, a evolução deve ser relativizada, porque o efeito da greve dos caminhoneiros não havia sido captada na pesquisa anterior. Mas a contínua elevação das incertezas e o baixo crescimento da economia continuarão contendo uma retomada mais firme dos investimentos até o final deste ano', afirma Aloisio Campelo Jr., Superintendente de Estatísticas Públicas da FGV IBRE.

O resultado geral da pesquisa reforça o cenário de instabilidade que vinha se desenhando nos trimestres anteriores. Houve redução na intenção de realização de investimentos e aumento da incerteza.


Relatório de IndicadoresIndicador antecedente recua 0,3% em agosto

A Fundação Getulio Vargas e o The Conference Board (TCB) divulgaram que o Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil recuou 0,3% no mês de agosto, alcançando 115,2 pontos. O Indicador Coincidente Composto da Economia (ICCE, FGV/TCB) do Brasil, que mensura as condições econômicas atuais, avançou 0,3% no mesmo período, alcançando 102,7 pontos.

'O terceiro avanço consecutivo do ICCE mostra que, após o recuo causado pela paralisação dos transportes em maio, o nível de atividade continua em sua trajetória de lenta recuperação', afirma Paulo Picchetti (FGV IBRE). 'Por sua vez, o desempenho negativo do IACE em agosto mostra que esta recuperação tem baixa probabilidade de ganhar ritmo mais forte nos próximos meses, refletindo incertezas internas e externas que vêm afetando a economia brasileira', diz Picchetti.

Relatório de IndicadoresInadimplência do consumidor afeta 61,5 milhões, mostra Serasa

O montante de dívidas em agosto deste ano atingiu R$ 274 bilhões, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando R$ 4.453 por pessoa. Bancos e cartões de crédito seguiram com a maior participação no total de dívidas atrasadas em agosto/2018. Já Utilities (contas de energia elétrica, gás e água) se destacou com a maior alta observada entre os segmentos, no oitavo mês deste ano, de 2,1 pontos percentuais comparado com agosto/2017.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o ritmo de crescimento econômico mais lento do que o esperado para 2018 comprometeu uma maior reversão do nível de desemprego. Esse fator acabou por ainda manter em patamares elevados a inadimplência do consumidor, apesar do recente recuo da inflação passados os impactos adversos provocados pela paralisação dos caminhoneiros.

Fontes: Enfoque, Reuters, A Bula do Mercado, UOL, G1, TradingView e ADVFN.