De olho no Brasil

Brasil - Evolução dos Indicadores da Agenda

09 NOV, 2018 / POR: ACIONISTA.COM.BR

                                   

Bandeira do Brasil

IGP-M cai 0,11% no 1º decêndio de novembro

IGP-DI cai para 0,26% em outubro | 8,83% no ano / 10,51% nos 12 meses

IPC-C1 avança 0,53% em outubro | 4,09% no ano / 4,28% nos 12 meses

INPC avança 0,40% em outubro. 3,55% no ano / 4,00% nos 12 meses

INCC apresenta variação de 0,43% | 3,93% no ano / 4,61% nos 12 meses

IPCA apresenta variação de 0,45% em outubro – 3,81% no ano / 4,56 nos 12 meses

Indústria recua 1,8%, em sete dos 15 locais pesquisados mostram taxas negativas


DólarÍndice ABCR recua 0,7% em outubro

"A redução do fluxo total foi ditada pela queda do fluxo de leves em outubro, considerando a série livre dos efeitos sazonais. A retração do fluxo de leves no mês interrompe o crescimento dos últimos quatro levantamentos, período em que se observou uma redução das perdas ocorrida com a greve dos caminhoneiros", explica Thiago Xavier, analista da Tendências Consultoria. "O quadro de baixo dinamismo dos veículos leves converge com as dificuldades financeiras ainda apontadas pelas famílias em meses recentes", conta.
"Em relação ao fluxo de pesados, apesar do crescimento no mês, encontra-se abaixo dos níveis pré-greve, mas essa diferença é menor quando se realiza a mesma comparação para o fluxo total e de leves. A ligeira expansão de pesados em outubro contribuiu ainda mais para redução desta diferença, já que os demais índices (total e leves) apresentaram perdas no mês. Entretanto, o comportamento oscilante do fluxo pesados desde a paralisação de maio também evidencia as dificuldades e a lentidão que configuram o processo de retomada da produção industrial", completa Xavier.

DólarIAEmp registra 90,8 pontos em outubro

'O índice antecedente do emprego (IAEmp) teve mais um recuo mostrando a continuação do processo de ajuste de expectativas. O recuo do IAEmp mostra a reversão do otimismo quanto ao dinamismo da atividade econômica que teve desempenho abaixo do esperado em 2018. Além disso, ainda existe a incerteza quanto ao crescimento em 2019. ', afirma Fernando de Holanda Barbosa Filho, economista da FGV IBRE.

DólarAta do Copom reforça expectativa de manutenção da Selic

A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), divulgada nesta terça, 06, reforçou a mensagem contida no comunicado publicado após a reunião da semana passada, quando a Selic foi mantida em 6,5% ao ano.

Assim como no comunicado, a autoridade monetária sinalizou que a normalização da política monetária ocorrerá apenas diante de uma piora do cenário prospectivo de inflação ou de seu balanço de riscos, e que eventuais altas tendem a ser graduais.

De acordo com relatório diário do Bradesco, as projeções de inflação divulgadas no documento estão muito próximas das metas no médio prazo, sugerindo um quadro relativamente benigno para a variação de preços. Além disso, segundo o comitê, as medidas de núcleo passaram de níveis baixos para apropriados, ainda consistentes com as metas de inflação. Assim como no comunicado, o BC apontou que o grau de assimetria dos riscos diminuiu desde a última reunião, o que é compatível com a manutenção de uma política monetária estimulativa.

Por fim, os membros do colegiado reforçaram as condicionalidades sobre os próximos passos da política monetária: a evolução da atividade econômica, do balanço de riscos e das expectativas de inflação. Em suma, à luz do cenário básico com o qual trabalhamos e da sinalização apontada pelo Copom em sua comunicação, acreditamos que a Selic ficará estável em 6,50% até o final de 2018 e encerrará 2019 em 8,0%.


Fontes: Enfoque, Reuters, A Bula do Mercado, UOL, G1, TradingView e ADVFN.
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