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Evolução dos Indicadores da Agenda Doméstica

17 JUL, 2018 / POR: ACIONISTA.COM.BR

                                   

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Indicador Antecedente recua em junho.

O Indicador Antecedente Composto da Economia (IACE) para o Brasil, publicado pelo FGV IBRE e pelo The Conference Board (TCB) caiu 0,1%, entre maio e junho, para 112,7 pontos. Das oito séries componentes, quatro contribuíram para a queda do indicador, com destaque para o Índice de Expectativas do Consumidor, que recuou 4,5%.

'A despeito da nova queda do LEI em junho, o resultado positivo do CEI permite uma avaliação no sentido de que os efeitos negativos das paralisações de maio não terem sido tão profundos quanto inicialmente captados pelos indicadores de expectativas', afirma Paulo Picchetti (FGV/IBRE). 'A recomposição do nível de atividades parece ocorrer de forma a indicar que uma reversão do ciclo econômico por enquanto é pouco provável', diz Picchetti.

IGP-10 apresenta variação de 0,93% em julho, mostra FGV.

Uma queda em relação aos 1,86% registrados em junho. Com este resultado, o índice acumula alta de 6,07% no ano e de 8,06% em 12 meses.


IBC-Br recua 3,34% em maio.

Passou de 138,01 pontos para 133,40 pontos na série dessazonalizada de abril para maio. O Índice de Atividade Econômica é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica e é um dos subsídios para a decisão do Banco Central (BC) sobre a taxa Selic. O índice incorpora e sintetiza informações sobre o nível da atividade dos setores da economia, como indústria, agropecuária e serviços.


Demanda das empresas por crédito cresce 1,9% no 1º semestre.

De acordo com os economistas da Serasa Experian, a alta de 1,9% da busca empresarial por crédito no primeiro semestre deveu-se ao bom resultado da demanda empresarial por crédito observada no primeiro trimestre deste ano, cuja alta foi de 5,8% perante os três primeiros meses do ano passado. No segundo trimestre, influenciada pela paralisação dos caminhoneiros, houve recuo de 1,9% na demanda das empresas por crédito comparativamente ao segundo trimestre de 2017.

Segundo os economistas da Serasa Experian, os setores ligados aos bens de consumo duráveis, impulsionados por taxas de juros mais baixas e pela expansão, ainda que modesta, do crédito ao consumidor, exibiram desempenho melhor do que os setores mais ligados à massa de rendimentos, e lideraram a expansão da atividade varejista no primeiro semestre deste ano.

Fonte: Enfoque