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CESP alerta para proibição da pesca na piracema
Medida do Ibama vai
até dia 28 e protege período de reprodução dos peixes
Entre novembro e fevereiro, período da piracema, o Instituto
Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)
estabelece normas específicas que limitam a pesca amadora e
profissional. A piracema é a época do ano em que os peixes se
reproduzem, nadando rio acima, contra a correnteza, para realizar a
desova. Algumas espécies, pelo instinto de preservação, fazem longo
percurso, vencendo vários obstáculos naturais. Na piracema é comum
vermos grandes cardumes e pode ocorrer pesca predatória, feita
clandestinamente com armadilhas, redes e outros artifícios, utilizados
por pescadores sem preocupação com a preservação dos peixes.
As regras para a pesca durante a piracema estão estabelecidas nas
instruções normativas 194 e 195 editadas pelo Ibama. O pescador amador
ou profissional, antes de sair para pescar, deve conhecer as normas
que estão no site
www.ibama.gov.br/pesca-amadora.
A multa para quem infringe a regra pode variar de R$ 700,00 a R$
100.000,00. Os infratores também têm de responder por crime ambiental.
Compromisso ético
A Companhia Energética de São Paulo (CESP) tem compromisso ético
com a conservação e a biodiversidade. A Empresa faz o monitoramento da
qualidade ecológica dos reservatórios, da ictiofauna, da produção
pesqueira e dos equipamentos de transposição para peixes. Em suas duas
estações de aquicultura e hidrobiologia, localizadas próximas às
usinas hidrelétricas Jupiá e Ilha Solteira, a CESP produz alevinos no
mesmo período da piracema, acompanhando o período do ambiente natural.
A Estação de Jupiá produz anualmente cerca de 3.200.000 alevinos de
oito espécies de peixes de piracema da bacia hidrográfica do Alto do
Paraná. Os maiores volumes de soltura dos peixes, feita na bacia
hidrográfica da estação, são realizados em março e abril. Em Paraibuna
são produzidos anualmente cerca de 530.000 alevinos de seis espécies
de peixes da bacia do rio Paraíba do Sul.
Áreas de reprodução
As equipes técnicas da CESP procuram identificar, cadastrar e
caracterizar as áreas potenciais e efetivas de reprodução de peixes
nos reservatórios como várzeas e lagoas marginais. O uso dessas áreas
pela ictiofauna é avaliado, com ênfase nas espécies de piracema. São
propostas medidas de proteção, enriquecimento ou restauração do
potencial biogênico dessas áreas, visando favorecer a reprodução dos
peixes e a conservação da ictiofauna e da atividade pesqueira.
Elevador e escada para peixes
A Usina Hidrelétrica Engenheiro Sergio Motta (Porto Primavera),
além de participar de todas essas atividades, ainda dispõe de um
sistema para transposição de peixes pioneiro no País. Trata-se de um
conjunto formado por elevador para peixes e por uma escada para
transposição de peixes de piracema.
Colegas de imprensa,
O material acima foi preparado pelo Departamento de Comunicação da
CESP, pelo jornalista André Rocha, Mtb 45.653. Para mais informações,
nossa equipe de imprensa está à disposição pelos telefones (11)
5613-3566, 5613-3858, 9965-0359, pelo fax (11) 5613-3538 ou pelo email
inform@cesp.com.br
Saudações,
Maria Cláudia Flesch Fortes (mtps 11462)
Gerente do Departamento de Comunicação da CESP
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