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Edição
240 | 11 de abril de 2007
Lucro líquido da Aracruz alcança R$ 278 milhões no
primeiro trimestre
A Aracruz
Celulose alcançou no primeiro trimestre de 2007 lucro
líquido de R$ 278 milhões, 20% inferior ao registrado no
mesmo período do ano anterior. Embora o resultado
operacional tenha sido melhor e a despesa financeira,
reduzida, o lucro foi afetado principalmente pela menor
valorização do real, que foi de 4% de janeiro a março
contra 7% nos três primeiros meses de 2006. A valorização
do real reduz o endividamento da Aracruz em moeda
estrangeira e beneficia o resultado do hedge do
fluxo de caixa. Assim, o ganho da empresa com o impacto da
valorização da moeda brasileira foi R$ 184 milhões
inferior ao do primeiro trimestre de 2006. Desde o final
de 2004, a Aracruz vem utilizando a estratégia de proteger
a exposição do fluxo de caixa em reais por meio de
derivativos. A estratégia proporcionou um ganho acumulado
de aproximadamente R$ 270 milhões em 2005 e 2006. No
primeiro trimestre de 2007, o ganho foi de R$ 42 milhões,
um benefício correspondente a R$ 13/t. Para saber mais,
acesse
www.aracruz.com.br/ri.
Moody´s coloca 'rating' da Aracruz em análise
para possível elevação
A agência
de classificação de risco Moody’s informou que o
rating da Aracruz encontra-se em processo de revisão
para possível melhora. Estão sob análise as notas Baa3 em
moeda local (escala global) e a Aa1 para emissor (escala
nacional). De acordo com a agência, "o rating da
Aracruz reflete o perfil favorável de produção e elevadas
margens da companhia que são suportados pela sua escala,
auto-suficiência em eletricidade e fibra de madeira, bem
como uma logística eficiente". O relatório da Moody’s
destaca que "a gestão financeira prudente da companhia é
baseada em rigorosas políticas de liquidez e
endividamento, as quais têm assegurado uma estrutura de
balanço saudável e indicadores de crédito fortes mesmo em
períodos de baixa no ciclo da indústria".
Primeira no mundo a divulgar resultados do 1º tri
A Aracruz
foi a primeira companhia de capital aberto em todo o mundo
a anunciar seus resultados auditados do primeiro
trimestre. Somente ontem, 10 de abril, teve início a safra
de divulgação de resultados nos Estados Unidos, com a
comunicação do desempenho da Alcoa. Até o próximo dia 30,
320 empresas do S&P500 divulgarão seus resultados, a maior
parte delas na segunda quinzena do mês.
Aracruz disposta a buscar entendimento com comunidades
indígenas
A Aracruz
manifestou, em audiência na Vara Federal de Linhares (ES)
no dia 28 de março, disposição em discutir um acordo que
encerre a disputa de terras com comunidades indígenas no
Espírito Santo. A sessão foi convocada pela juíza federal
Isabel Cristina de Souza com o propósito de promover
entendimento entre as partes, após devolução à Funai, pelo
então ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, do
processo relativo à ampliação de reservas indígenas no
estado. Em seu despacho, o ministro solicitou o
aprofundamento de estudos "com vistas a elaborar proposta
adequada, que componha os interesses das partes" e
incorporou parecer da consultoria jurídica do Ministério
da Justiça que concluiu que "os Tupiniquim e
Guarani Mbyiá não habitam a pretendida faixa
territorial em caráter permanente nem as utilizam para
suas atividades produtivas desde a década de 1960 [...]".
O parecer do Ministério da Justiça também reconheceu que a
Aracruz tem sólida documentação de suas propriedades, e
gera riquezas, empregos e desenvolvimento nas áreas
demandadas pela Funai. Participaram da audiência
lideranças indígenas de todas as aldeias e representantes
do Ministério Público Federal, da Fundação Nacional do
Índio (Funai) e da companhia. A Aracruz manifestou-se
aberta a negociar uma solução que encerre definitivamente
a disputa, estabeleça a segurança jurídica necessária às
partes e crie condições para a promoção do desenvolvimento
econômico e social das comunidades indígenas. Clique aqui
para mais informações sobre a questão:
www.aracruz.com.br/indios/
Estudantes de oceanografia conhecem a Aracruz
Estudantes
do 7º período da disciplina de poluição marinha, do curso
de oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo
(Ufes), conheceram, no último dia 3, a fábrica da Aracruz
em Barra do Riacho (ES). Durante a visita, eles
participaram de uma palestra sobre meio ambiente
industrial com o especialista João Lages Neto, que mostrou
todo o processo de utilização e reaproveitamento da água e
os cuidados ambientais da companhia na produção de
celulose. O grupo conheceu a unidade fabril e a Estação de
Tratamento de Efluentes (ETE), esta última acompanhado
pelo coordenador André Luis Bogo, que também fez uma
apresentação sobre as etapas de tratamento de efluentes.
Essa é a segunda turma do curso a visitar a fábrica. Na
primeira visita, alunos da disciplina de hidrologia também
conheceram as medidas adotadas pela empresa com relação ao
correto tratamento da água.
Cedagro comemora dois anos
O Centro de
Desenvolvimento do Agronegócio (Cedagro) comemora, no dia
16 de abril, seu segundo aniversário. A organização
não-governamental foi criada em 2005 para promover o
agronegócio no Espírito Santo e tem a Aracruz como uma das
associadas. A comemoração acontece no Cerimonial Espaço
Verde, na Mata da Praia, Vitória (ES). O engenheiro
agrônomo, Nelson Élio Zanoti, abrirá o evento com a
palestra "Agroenergia - Impactos no Estado do Espírito
Santo". Desde sua origem, a organização tem promovido
diversas ações com a finalidade de defender, promover e
fortalecer atividades relacionadas à agricultura e à
pecuária. A instituição conta atualmente com 21 empresas
associadas, entre elas a Aracruz e algumas de suas
empresas parceiras, como Arboris, Bioflorestal, Inflor e
Komatsu.
Você sabia...
... que
a Aracruz foi a primeira companhia brasileira a ter ações
negociadas na Bolsa de Nova York sob um programa de ADRs
de nível 3? O fato aconteceu em maio de 1992 e até 1995 a
Aracruz era a única empresa do país a ter ações negociadas
na bolsa americana.
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