Comentário da Semana de 26 a 28 de dezembro de 2006
Foi curta a última semana do ano mas muito expressiva para os indicadores da crise que há muito tempo deixou de existir. A crise política que eclodiu com os graves desmandos políticos em 13 de maio de 2005 e se arrastou até meados de 2006, foi perdendo fôlego diante da leniência do legislativo federal e da falta de vontade política do Governo e dos partidos para punir os responsáveis. A inércia do executivo e a campanha eleitoral sepultaram a crise no memorial do esquecimento.
A semana encerra com o Ibovespa atingindo 44.473 pontos, um dos recordes do ano, registrando expressivo crescimento mensal de 6,06% e anual de 32,93%. A Bolsa se consagrou em 2006 como a melhor alternativa de investimentos.
O dolar encerrou a semana com queda de 0,56%. A queda no mês foi de 1,39% e no ano de 8,09%.
O Risco Brasil termina o ano com a menor pontuação da sua história aos 193 pontos, apresentando expressiva queda anual de 36,93% e refletindo uma consistente imagem externa para investidores estrangeiros.
Depois da posse, das férias do Presidente e da eleição das mesas da Câmara e do Senado o novo Ministério será definido. Os contribuintes e os investidores esperam que o executivo e o legislativo comecem a trabalhar antes do Carnaval para transformar as promessas de campanha em projetos de desenvolvimento.
O Termômetro de 2006 revelou ao longo do tempo que, felizmente, as crises políticas de qualquer natureza, não têm mais o poder de alterar o desempenho econômico promovido pelo mercado e pela iniciativa privada.
A equipe técnica do Acionista projeta novo termômetro para 2007, visando oferecer uma ferramenta objetiva de acompanhamento dos principais indicadores da nossa economia.
Comentário da Semana de 18 a 22 de dezembro de 2006
A semana encerra com recorde histórico no Risco Brasil, fechando aos 194 pontos. A variação do Ibovespa e do dolar se mantiveram dentro de padrões normais. O Ibovespa fechou o pregão de sexta-feira aos 43.355 pontos, acumulando alta de 3,45 no mês e de 29,59% no ano.
O dólar cotado a R$2,148 encerra a semana com queda acumulada no ano de 7,57%.
O Risco Brasil aos 194 pontos, acumula queda anual da ordem de 36,6%.
O governo vai esperar a chegada de janeiro para definir o perfil do novo ministério. Enquanto o Presidente e seus colaboradores pensam na composição política e concluem o pacote de medidas a serem implentadas no novo mandato, os membros do congresso continuam desenvolvendo suas execráveis ações. Tentaram dobrar seus vencimentos e manterem intatos o custoso rol de benefícios financeiros que desfrutam com avidez. A opinião pública barrou a malfadada tentativa de equiparação da remuneração dos congressistas com as dos ministros do STJ. A imprensa ajudou muito aos repercutir a indignação dos contribuintes e da sociedade. Esperemos que na nova legislatura a moral do congressistas seja recuperada.
Comentário da Semana de 11 a 15 de dezembro de 2006
A semana encerra com recordes históricos nos indicadores do nosso termômetro. O Ibovespa oscilou na sexta-feira até os 44.263 pontos, maior pontuação da sua história, fechando o pregão aos 43.595, com alta de 1,44% na semana, e de 30,31% no ano.
O dólar cotado a R$2,146 encerra a semana com queda acumulada no ano de 7,66%.
O Risco Brasil fecha a semana aos 201 pontos, batendo seu recorde histórico e acumulando uma queda anual da ordem de 34,31%.
O cenário externo, liderado pelo comportamento da economia americana, estimula desempenho positivo das bolsas. A confiança dos investidores extrangeiros refletido no Risco Brasil assinala para perspectivas de novos investimentos.
O governo continua discutindo com os líderes dos partidos da sua base política apoios para o novo mandato. Enquanto isto, essas mesmas liderançcas agridem a sensibilidade dos contribuintes legislando em causa própria e atribuindo-se aumentos salariais incompatíveis com a renda média dos brasileiros. Nunca, em qualquer período da nossa história política, houve um congresso tão insensível aos anceios da nação e tão leniente com a corrupção que atingiu expressivo número de impunes congressistas.
Comentário da Semana de 04 a 08 de dezembro de 2006
O Ibovespa encerrou a semana com crescimento da ordem de 4%, tendo atingido sua pontuação recorde aos 43.157 pontos dia 05.
O dólar cotado a R$2,140 encerra a semana com queda de 1,3%.
O Risco Brasil aos 215 pontos apresenta queda de 4,9% na semana e acumulada no ano da ordem de 29,7%.
Muita conversa de líderes políticos tem sido mantida para a formação do novo governo. A coalizão construída sobre troca de favores e distribuição de cargos tem duração efemera. O sucesso de qualquer coalizão política repousa sobre um programa consistente de governo que funciona como catalisador dos interesses de partidos comprometidos com os anseios da população. Algo difícil de se conseguir. Falta um projeto consistente de gestão e não existem partidos políticos comprometidos com os interesses da população. Os interesses que prevalecem, como sempre, são de grupos políticos que disputam o poder pelo poder. Os contribuintes e os investidores que fazem o país crescer continuam trabalhando a espera das definições políticas e enquanto o governo deixa.
Comentário da Semana de 27 de novembro a 01 de dezembro de 2006
O Ibovespa encerrou a semana com o primeiro dia do mês de dezembro em queda. Na semana a queda foi de 1,03%. O mês de novembro porém, fecha com alta de 6,8% e acumulada no ano de 25,34%.
O dólar cotado a R$2,168 encerra a semana estável em relação à anterior. No mês registra alta de 1,03%, acumulando queda expressiva de 6,8% no ano.
O Risco Brasil aos 226 pontos acumula queda da ordem de 27,12% no ano.
O panorama político se mantém aquecido pelas discussões relativas à formação do novo governo, especialmente, visando a constituição de uma maioria sólida no legislativo.
A pretendida coalizão será formada, tudo indica, pela distribuição de cargos e posições de poder e não pela adoção de um programa transparente de governo, discutido e negociado com os partidos da base, testemunhado pela sociedade.
Os investidores e os contribuintes continuam esperando esta definição do governo eleito.
Enquanto isto, os episódios de corrupção que envergonham o país a tantos meses dissipam-se nas nuvens do esquecimento e no vácuo da nova legislatura, confirmando a curta memória dos nossos políticos.
Comentário da Semana de 21 a 25 de novembro de 2006
A semana foi de 4 dias face ao feriado de segunda-feira em São Paulo. O Ibovespa encerrou o último pregão com alta de 1,77% na semana, de 6,35% no mês e de 24,82% no acumulado do ano.
O dólar cotado a R$2,17 apresenta alta de 1,77% na semana. No ano a queda acumulada é de 6,63%.
O Risco Brasil aos 223 pontos acumula queda da ordem de 27,12% no ano.
O governo discute com partidos aliados a formação da nova equipe de dirigentes nos diversos escalões da administração pública. Um governo de coalisão é o grande sonho da presidência. Sonho dificil de realizá-lo face às correntes persolnalistas que dividem os partidos da base aliada. São agremiações que se reunem em torno de pessoas e não de idéias ou filosofias políticas até porque os programas partidários não diferem muito entre sí. São via de regra, manifestação de propósitos. Promessas apenas. Na nossa política os programas de partidos se amoldam aos interesses pessoais dos caciques de cada tribo. Razão pela qual a fidelidade partidária não pode existir. A apuração das responsabilidades dos sanguessugas anda no congresso em rítmo de férias. O mensalão já se perdeu nas brumas do passado. O fim do mandato dos congressistas parece indicar que as coisas vão ficar como estão. Os contribuintes devem aguardar a próxima legislatura.
Comentário da Semana de 13 a 17 de novembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana aos 41.029 pontos, mantendo a pontuação média de 41.075 pontos no período. A variação na semana foi de alta de 0,76%, acumulando no mês 4,5%. No ano a alta é de 22,6%.
O dólar cotado a R$2,16 apresnta alta de 0,46% na semana. No ano a queda acumulada é de 7,06%.
O Risco Brasil aos 219 pontos acumula queda da ordem de 28,43% no ano.
Enquanto o governo prepara os acordos políticos para o novo período de gestão, o mercado vai trabalhando sem grandes percalsos, aguardando a próxima reunião do COPOM e de olho no movimento de fusões e incorporações nacionais e no desempenho das economias mundiais.
Comentário da Semana de 06 a 10 de novembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana aos 40.719 pontos depois de atingir 41.334 e ameaçar a chegada no patamar histórico dos 41.979 do dia 09 de maio do corrente ano. A leve alta da semana foi de 0,7%. No ano a variação acumulada é de 21,71%.
O dólar cotado a R$2,151 se manteve relativamente estável, registrando queda de 7,44% no ano.
O Risco Brasil aos 221 pontos fecha com alta de 4,25% na semana e queda acumulada no ano de 27,78%.
O ambiente político se mantem em absoluta calma. As várias correntes discutem a formação do novo governo e a formação de alianças. O mercado reage mais à impulsos externos do que ao movimento da política brasileira. Até a definição do novo ministério o mercado tende a se manter estável esperando que as promessas eleitorais comecem a se materializar.
Comentário da Semana de 30 de outubro a 03 de novembro de 2006
O Ibovespa fecha a primeira semana do mês aos 40.435 pontos com prenúncio de retorno dos investidores estrangeiros. No ano acumula alta da ordem de 7,90% no mês.
O dólar cotado a R$2,140 se manteve relativamente estável, variando 0,14% na semana. No ano apresenta queda de 7,92%.
O Risco Brasil aos 212 pontos fecha com queda de 4,93% no mês e de 30,72% no acumulado do ano.
As escaramuças eleitorais e eleitoreiras já são passado. O resultado das eleições divulgados duas horas depois do encerramento da votação demonstrou a excelência do processo de apuração e do sistema desenvolvido pela tecnologia nacional. O TSE e os Tribunais Regionais estão de parabéns pelo eficiente gerenciamento do pleito, exemplo de gestão que deve inspirar os Poderes Executivos e Legislativo. Talvez essa lição possa ser aproveitada na gestão da previdência, do sistema de saúde e do controle aéreo, todos carentes de boa administração, moderna e eficiente. Os contribuintes esperam agora que o governo deixe o mercado trabalhar!
Comentário da Semana de 23 a 27 de outubro de 2006
O Ibovespa fecha a semana aos 39.328 pontos depois de quatro pregões consecutivos em alta. Na semana apresenta uma alta de 1.68% e de 7,90% no mês.
O dólar cotado a R$2,137 se manteve estável na semana. No mês apresenta queda de 1,52%.
O Risco Brasil aos 215 pontos fecha com queda de 7,23% no mês e de 29,74% no acumulado do ano. Durante a semana manteve-se em 211 pontos.
A manutençcão pelo FED da taxa de juros americana em 5,25% e o anúncio da taxa de crescimento do PIB no terceiro trimestre em frustante 1,6%, pautaram o movimento da BOVESPA no fechamento da semana.
No âmbito interno, o mercado continua descolado dos condeáveis episódios políticos que marcaram o primeiro mandato. A semana inicia com a questão eleitoral concluída e revelando outro grande sucesso de gestão da Justiça Eleitoral. Presidente reeleito, sucessões estaduais resolvidas e novos legislativos eleitos preparam-se, agora, passadas as refregas eleitorais, para assumirem seus novos mandatos. Os brasileiros esperam que o grande espetáculo do crescimento, comece a ser montado e, finalmente, apresentado à nação.
Comentário da Semana de 16 a 20 de outubro de 2006
O Ibovespa fecha a semana aos 38.642 pontos apresentando pequena queda de 0,54%. No mês acumula alta de 6,02%.
O dólar cotado a R$2,139 se manteve relativamente estável nesta semana. No mês apresenta queda de 1,43%.
O Risco Brasil aos 211 pontos fecha com a mesma pontuação da semana anterior, registrando uma queda acumulada no ano de 31,05%.
O ambiente externo influenciado pelos suecessivos recordes do índice Dow Jones da Bolsa de Nova York, manteve a BOVESPA estável, variando de 38.642 a 39.919 na semana. O clima político continua influenciado pelas nuvens do segundo turno. As denúncias de corrupção no Governo continuam se renovando com novos capítulos que revelam detalhes das falcatruas já praticadas e novos personagens envolvidos. O eleitor a cada dia assume maior responsabilidade pois a ele cabe definir o futuro do país no ato de indicar seu candidato.
Comentário da Semana de 09 a 13 de outubro de 2006
O Ibovespa fecha a semana em alta de 2,40 %, e no mês de 6,59 % aos 38.850 pontos.
O dólar cotado a R$2,137 registra queda de 1,20 % na semana e de 1,52 % no acumulado do mês.
O Risco Brasil aos 211 pontos fecha a semana com uma das menores pontuações da sua história, registrando uma queda acumulada no mês da ordem de 9,05%.
O ambiente externo influenciado pela perspectiva favorável dos indicadores da economia americana tem estimulado os negócios na BOVESPA. A nossa economia continua descolada dos problemas políticos atravessando com relativa tranquilidade o período eleitoral.
Comentário da Semana de 02 a 06 de outubro de 2006
O Ibovespa fecha a primeira semana do mês em alta de 4,09%, aos 37.940 pontos.
O dólar cotado a R$2,163 registra pequena queda de 0,32%.
O Risco Brasil, aos 223 pontos fecha a semana em queda da ordem de 3,88%.
Wall Street e o desempenho da economia americana ainda pautam o comportamento da BOVESPA como a de outras bolsas ao redor do mundo. O resultado do primeiro turno das eleições não se refletiu nos indicadores de desempenho do mercado. A temperatura da campanha pelo segundo turno deve subir alguns graus sem alterar, significativamente, o clima do mercado que deverá se manter com relativa cautela. A punição política de vários membros do partido do govêrno mantém a crise política ainda em evidência podendo recrudecer os ânimos na oposição.
Comentário da Semana de 25 a 29 de setembro de 2006
O Ibovespa encerra o mês aos 36.449, apresentando crescimento mensal da ordem de 0,60% e anual de 8,95%.
O dólar cotado a R$2,170 registra crescimento no mês de 1,71% e no ano, queda de 6,63%. A cotação média do do dólar no mês foi de R$2,169.
O Risco Brasil, aos 232 pontos fecha o mês em alta de 5,45%. No ano apresenta queda de 6,63%.
Wall Street e o desempenho da economia americana influenciaram o comportamento da BOVESPA em varias oportunidades durante o mês. O Mercado aguarda o desenrolar das eleições muito mais calmo do que em ocasiões anteriores. A nossa economia parece ter se descolado do cenário político, felizmente. O futuro do país está, mais uma vêz, nas mãos do eleitor. Caso reflita seriamente sobre o país que deseja e tenha informação adequada sobre a capacidade dos candidatos, a mão do eleitor acertará na escolha. O segundo turno será providencial para o contribuinte, especialmente, definir sua opção com o foco nos projetos que se espera sejam discutidos nesta breve e decisiva campanha.
Comentário da Semana de 18 a 22 de setembro de 2006
O Ibovespa com 34.798 pontos fecha a semana em queda de 3,79%, acumulando no ano uma alta de 4,01%.
O dólar cotado a R$2,209 encerra a semana com alta de 2,65%. No ano o dólar acusa uma queda acumulada de 4,95%.
O Risco Brasil, aos 249 pontos fecha a semana com alta de 14,22%. No ano a queda é de 18,63%.
O cenário externo marcado por golpe na Tailândia com reflexos nos emergentes asiáticos e enfrentando, ainda, a insegurança quanto ao crescimento da economia americana e o futuro das suas taxas de juros, manteve deprimido o desempenho das bolsas ao redor do mundo.
Aqui, além do cenário externo adverso, temos a lamentar o surgimento de novo e grave escândalo político, protagonizado pelo mesmo elenco vínculado ao partido do governo. O resultado dos nossos indicadores não poderiam ser outros. Os agentes do mercado se esforçam para mudar o rumo da nossa economia. Infelizmente, os políticos também se esmeram e com sucesso atingem seus objetivos: mais corrupção!
Comentário da Semana de 11 a 15 de setembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana em queda de 1,06%, aos 36.169 pontos, acumulando no ano uma alta de 8,11%.
O dólar apresentou pequena queda de 0,32% , encerrando o pregão cotado a R$2,152. No ano o dólar acusa uma queda acumulada de 7,40%.
O Risco Brasil, aos 218 pontos, se mantem estabilizado na semana, acumulando uma queda significativa de 28,76% no ano.
O panorama político continua empanado pelos episódios de corrupção protagonizados no executivo e no legislativo nacionais. Episódios que se renovam a cada semana, incluindo novos personagens. A cidadania aguarda as próximoas eleições para decidir no voto quem deve ser responsabilizado por tantos desmandos praticados com dinheiro público.
Comentário da Semana de 04 a 08 de setembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana em queda de 2,07% e com movimento reduzido em função do feirado da Independência, aos 36.558 pontos.
O dólar apresentou pequena alta de 0,94%, encerrando o pregão cotado a R$2,159. No ano o dólar acusa uma queda acumulada de 7,10%.
O Risco Brasil, aos 221 pontos, se mantem estabilizado na semana, acumulando uma queda significativa de 27,7% no ano.
A situação política se mantem inalterada, espoucando aqui e ali novos casos de desmandos éticos na esfera federal. Não bastasse os tristes episódios que atingem a credibilidade e honorabilidade do Congresso e do executivo, surge, agora, a denúncia de mau emprego de verbas de publicidade promovida pelo Tribunal de Contas da União. Nada mais surpreende a opinião pública que em estado catatônico não assimila tanta tragédia moral e ética.
Comentário da Semana de 28 de agosto a 01 de setembro de 2006
O Ibovespa fecha a semana em alta de 3,82%, aos 37.329 pontos, acompanhando a tendência das bolsas americanas que reagem positivamente, alinhadas a alguns indicadores favoráveis da economia. No ano o Ibovespa acumula alta de 11,52%.
O dólar registrou pequena queda de 0,83% na semana, fechando a R$ 2,139. No ano o dólar apresenta uma queda acumulada de 7,96%.
O Risco Brasil fecha a semana com queda de 3,06%, acumulando no ano uma variação negativa da ordem de 27,45%.
A situação política permanece inalterada. O processo dos sanguessugas a cada dia incorpora novos protagonistas. Cresce o número de parlamentares e de executivos da área publica envolvidos na vergonhosa roubalheira das verbas da saúde. A sociedade a tudo assiste revoltada e impotente. Os principais candidatos às eleições para presidência fazem veladas manifestações sobre este assunto com total falta de indignação. Os eleitores parecem não se concientizar do poder que detêm. A nação parece anestesiada com tantos escândalos.
Comentário da Semana de 21 a 25 de agosto de 2006
Os mercados ao longo da semana se mantiveram atentos aos números de habitação divulgados nos EUA , que poderia identificar uma desaceleração da econômia na América. Apesar desses números virem mais fracos, não podemos afirmar que a economia americana está se desacelerando . Os emergentes estão preocupados, pois são esses os primeiros a sofrer, mas no tocante ao Brasil estamos com os fundamentos adequados para uma primeira tempestade, caso houver. O IBovespa esteve ao longo da semana em queda, perdendo ao redor de 3,35% e fechando a semana em 35.957 pontos. O dólar se manteve estável, não flutuando mais que 1% na semana, fechando em 2,1570. Para o Risco Brasil, este muito influenciado pela volatilidades dos países emergentes, ao longo da semana tendo uma alta de 5,99%, fechando em 230 pontos. O quadro político continua nebuloso, pois as notícias vindas de Brasília se mantém negativas no que diz respeito as CPI'S. Esperamos que as pizzas futuras queimem!
Comentário da Semana de 14 a 18 de agosto de 2006
As bolsas ao redor do mundo pautam seu comportamento pelo da economia americana. A incerteza em relação a evolução das taxas de juros norte-americana mantém os mercados em alerta. O Ibovespa apresentou alta de 1,64% na semana.
O dólar registrou pequena variação durante a semana fechando a R$ 2,147, com pequena queda de 0,88%.
O Risco Brasil mais, uma vez, depois de chegar à sua menor pontuação aos 205 pontos, fecha a semana aos 216.
A situação política permanece inalterada. O processo de corrupção avança lentamente envolvendo a cada semana novos personagens da cena política. O mercado, felizmente, assiste indiferente o desenrolar desta ópera triste e vergonhosa que enrubece a nação.
Comentário da Semana de 07 a 11 de agosto de 2006
O desempenho da economia americana continua pautando os noosos indicadores, especialmente o Ibovespa. Não bastou a decisão do FED de manter a taxa de juros americana em 5,25%. A pressão inflacionária decorrente dos conflitos no Oriente Médio e a tendência do preço do petróleo deixam o mercado muito pessimista, indicando possível alteração na política de juros. A Nyse e Nasdaq em queda contaminaram o desempenho dos mercados mundiais.
O Ibovespa fechou a semana em queda de 1,17%, acumulando alta de 10,43% no ano, aos 36.944 pontos.
O dólar fechou a semana cotado a R$ 2,166, com queda de 0,41% e no acumulado do ano, de 6,48%.
O risco Brasil registrou sua menor pontuação histórica nesta semana aos 205 pontos, fechado em 208, com queda anual de 32%.

A crise política deixou de existir para o mercado, transformado-se em pano de fundo do cenário ético do país. A cada semana os casos de corrupção já de conhecimento público agregam novos episódios. Infelizmente, novos casos são divulgados a cada dia pela operosa Polícia Federal, envolvendo políticos, gestores públicos e agora, até autoridades militares. Aumenta a lista de casos de corrupção que tanto envergonha o país. A esperança repousa cada vez mais no voto consciente do eleitor em outubro.
Comentário da Semana de 31 de julho a 4 de agosto de 2006
O desempenho da economia americana pautou nesta semana, como de costume, o comportamento da bolsa de valores. A desaceleração econômica indicada pelos índices que medem o desempenho do mercado de trabalho americano apontam para a redução do aperto monetário e a estabilização da taxas de juros. A evolução do preço do petróleo, entretanto, permanece como variável crítica em função da evolução do conflito no Oriente Médio.
O Ibovespa fechou a primeira semana do mês em alta de 1,24 %, aos 37.847 pontos.
O dólar fechou a semana cotado a R$ 2,183, com alta de 0,37 no mês e queda de 6,07% no ano.
O risco Brasil se mantém estável no patamar dos 220 pontos.
A crise política transformou-se, na verdade, em uma crise sem precendente na histórica política do país, de falta de ética dos titulares de cargos públicos em todos os poderes. É, definitivamente, uma crise de carência de vergonha do homem público. O novo escândalo de Rondonia junta-se, agora, aos episódios nefastos do mensalão e dos sanguessugas. A solução está, mais uma vez, com o eleitor. Pense antes de votar.
Comentário da Semana de 24 a 28 de julho de 2006
A escalada dos juros americanos parece estar no fim. A divulgação da taxa de crescimento do PIB no segundo trimestre de 2,5%, inferior aos 5,6% do trimestre anterior, abaixo também das previsões dos analistas de 3% a 3,5%, revela que a economia está em desaceleração e que os juros tendem a se estabilizar, dirigindo-se à rota de queda. As bolsas voltaram a subir de olho, ainda, na evolução das operações militares no Oriente Médio e no comportamento do preço do petróleo.
O Ibovespa atingiu sua maior pontuação desde 2 de junho fechando a semana em 37.381 pontos, com alta de 2,05% no mês e de 11,27% no ano.
O dólar fechou a semana cotado a R$ 2,175, com alta de 0,41% no mês e queda de 6,41% no ano. As medidas cambiais anunciadas esta semana pelo Governo não devem repercurtir a curto prazo, segundo manifestação de analistas do mercado.
O risco Brasil caiu para 220 pontos, voltando às menores pontuações do ano.
A crise de seriedade que atinge o Congresso Nacional continua evoluindo com o anúncio oficial, a cada dia, de novos integrantes da longa e vergonhosa lista de corruptos sanguessugas. A CPI e o Judiciário não terão tempo para limpar o congresso antes das eleições logo, cabe ao eleitor fazê-lo pelo voto em 3 de outubro. Espera-se que cada um cumpra com seu dever.
Comentário da Semana de 17 a 21 de julho de 2006
As controversas manifestações do Presidente do FED sobre as perspectivas da economia americana, o recrudescimento da crise do Oriente Médio e o comportamento dos preços do petróleo têm provocado grandes flutuações nas bolsas dos EE.UU., contaminando o desempenho do mercado de capitais ao redor do mundo.
O Ibovespa apresentou pequena alta na semana de 0,46% aos 35.510 pontos. No acumulado do ano a alta é de 6,14%.
O dólar fechou a semana relativamente estável , cotado a R$ 2.2,01%. No ano a moeda americana apresenta queda da ordem de 5,29%.
O risco Brasil caiu para 234 pontos, apresentando queda anual de 23,53%.
O legislativo federal continua em grave crise de credibilidade com a divulgação pela imprensa do nome de mais de cem parlamentares envolvidos no escândalo das ambulâncias. A crise, definitivamente, é de vergonha. Só pode ser resolvida pelos eleitores em 3 de outubro.
Comentário da Semana de 07 a 14 de julho de 2006
A crise do Oriente Médio provocou nova escalada nos preços do petróleo que atingiu ontem, US$ 78 em Nova York. Os indicadores de vendas no varejo e o índice de confiança do consumidor norte-americano tiveram desempenho considerados negativos em relação aos números esperados. Os índices da NYSE e da NASDAQ despencaram contaminando as bolsas ao redor do mundo.
O Ibovespa fechou a semana com queda de 2,28 %, aos 35.349 pontos. No acumulado do ano a alta é de 5,66%.
O dólar fechou a semana com com alta de 1,37%. No ano a moeda americana apresenta queda da ordem de 4,78%.
O risco Brasil chegou a 252 pontos, apresentando queda anual de 17,76%.
O clima político se mantem inalterado aguardando o início da campanha eleitoral.
Comentário da Semana de 03 a 07 de julho de 2006
A primeira semana de julho encerra com nossos indicadores ainda influenciados pelo comportamento da economia americana e ao comportamento dos custos do petróleo que afetou as bolsas mundiais.
O Ibovespa fechou a semana com queda de 1,44%, aos 36.101 pontos. No acumulado do ano a alta é de 4,47%.
O dólar fechou a semana com com pequena alta de 0,78%. No ano a moeda americana apresenta queda da ordem de 6,07%.
O risco Brasil chegou a 243 pontos, apresentando expressiva queda anual de 20,6%.
A situação política continua andando em terreno difuso encontrando pela frente um ambiente eleitoral em franco desenvolvimento e que promete grandes confrontos. Diariamente surgem novos caso de corrupção revelados pela imprensa. Mais de 130 candidatos ao Congresso Nacional, omisiados em quase todos os partidos, são apontados como indiciados em denúncias acolhidas pelo judiciário. O desempenho da economia ainda imune a estes episódios, não é afetado por ora.
Comentário da Semana de 26 a 30 de junho de 2006
Os indicadores de desempenho da economia americana apontam para uma estabilidade na taxa de juros e de inflação, acalmando os mercados ao redor do mundo.
O Ibovespa fechou a semana com alta de 5,77% a 36.630 pontos, recuperando a posição do mês em 0,27%. No ano a alta é da ordem de 9,49%.
O dólar fechou a semana com queda de 6,80 %, cotado a R$ 2,166.
O risco Brasil chegou a 240 pontos, apresentando expressiva queda anual de 21,57%.
A situação política ainda conturbada pela corrupção e leniência do Congresso não afeta o comportamento do mercado, mais sugeito às intempéries do clima econômico externo. Esperemos que o clima eleitoral que se avizinha tambem não interfira.
Comentário da Semana de 19 a 23 de junho de 2006
A evolução dos indicadores de desempenho da economia americana ainda provocam polêmica interna e ditam o comportamento das bolsas ao redor do mundo.
O Ibovespa fechou a semana em 34,546 pontos, registrando pequena recuperação de 0,76% no período e de 3,6% no ano.
O dólar manteve-se relativamente estável, fechado a semana cotado a R$2,231.
O risco Brasil flutuou ao redor do patamar dos 257 pontos.
A composição da nova CPI para apurar o triste episódio dos "sanguessugas" da início à novos capítulos da grande novela da corruoção brasileira. Aguardemos novos lances de desmandos no executivo e legislativo federais. Já é rotina, parece.
Comentário da Semana de 12 a 16 de junho de 2006
As notícias e as análises sobre o desempenho da economia americana, divulgadas quinta-feira foram responsáveis pelo início da recuperação das bolsas ao redor do mundo. As perspectivas melhoraram segundo o próprio FED que entende que a inflação ainda esta sob controle.
O Ibovespa fechou a semana com queda de 1,93%, aos 34.398 pontos, retornando aos patamares de janeiro último. No ano, registra alta de 2,81%.
O dólar apresentou na semana relativa flutuação fechando em torno de R$2,246.
O risco Brasil depois de vários dias em alta voltou aos 253 pontos no fechamento do pregão, apresentando uma queda no ano de 17,42%.
A rotina nos meios políticos do país continua a mesma. Anuncio de de criação de outra CPI com o objetivo de investigar novos episódios de corrupção de parlamentares federais e estaduais com verbas da saúde, não chega a ameçar o rítimo do mercado.
Comentário da Semana de 02 a 09 de junho de 2006
A economia americana e as manifestações do presidente do FED - Federal Reserve - ao mercado têm alterado o humor das bolsas ao redor do mundo. No Brasil, suas declarações sobre inflação e juros provocaram sensível queda nas cotações do Ibovespa e expressivos retornos dos capitais estrangeiros aqui aplicados. Com sucessivas quedas o Ibovespa fechou a semana com perda de 7,6%, aos 35.074 pontos, retornando aos patamares de janeiro último. No ano, registra alta de 4,84%.
O dólar apresentou na semana relativa flutuação em torno da média de R$2,55.
O risco Brasil depois de expressiva tendência de alta fechou a semana em 257 pontos, registrando queda de 16,5% no ano.
O comportamento do executivo e do legislativo pode ser avaliado pelos deprimentes acontecimentos registrados em Brasília. Uma súcia de renegados, financaciada com dinheiro do espoliado contribuinte, invade e depreda instalações da Câmara Federal, revelando ao país, ao vivo e acores, um deprimente espetáculo de ausência de autoridade.
Comentário da Semana de 29 de maio a 02 de junho de 2006
A inflação americana e as expectativas em relação ao comportamento dos juros têm influenciado, negativamente, o desempenho das bolsas ao redor do mundo. Os paises em desenvolvimento são os mais afetados. O Brasil passou pelas tubulências na bôlsa sem tumultos maiores nos indicadores econômicos.
Ainda com relativa volatilidade a Bovespa encerra a semana com queda de 1,75% e com crescimento anual de !3,41%.
O dólar apresentou na semana expressiva flutuação mas com tendênca de se estabilizar. Fecha a semana com alta de 1,47% e com queda acumulada no ano de 2,02%.
O risco Brasil depois de expressiva tendência de alta fechou a semana em 274 pontos, registrando queda de 10,5% no ano.
O processo eleitoral já iniciou, extraoficalmente. Os políticos parecem ter esquecido a corrupção endêmica que assola o país. Os partidos governistas sublimaram os escândalos e a oposição, preocupada com as pesquisas eleitorais, não repercutem os sussuros das ruas e dos contribuintes que se envergonham com o desempenho dos congressistas. A esperança está na próximo pleito.
Comentário da Semana de 19 a 24 de maio de 2006
A análise dos indicadores de desempenho da economia americana e as projeções sobre a sua evolução levaram nervosismo ao mercado de capitais do mundo todo.
A semana foi de grande volatilidade na Bovespa que não ficou indiferente ao comportamento das bolsas dos países em desenvolvimento. O Ibovespa depois de grandes quedas recuperou-se na sexta-feira, fechando em 38.629 pontos com alta de 2,38% no período, queda de 4,3 % no mês e alta acumulada no ano de 15,47%.
O dólar depois de expressivas altas recuou na sexta -feira, fechando em R$2,244. Na semana apresentou alta de 1,54% e no mês, de 7,47%, acumulando no ano queda de 3,44%.
O risco Brasil depois de expressiva tendência de alta fechou a semana em 267 pontos, registrando queda de 12,7% no ano.
A corrupção na área pública não apresenta tendência de queda. Os corruptos continuam sendo abasolvidos pela maioria dos congressistas abrigados sob o manto da impunidade e da carência de eficácias da legislação brasileira. O mercado espera que em outubro o voto da cidadania consciente corrija as deformações éticas da maioria dos parlamentares federais.
Comentário da Semana de 15 a 19 de maio de 2006
A evolução da inflação americana tem repercutido negativamente nas principais bolsas mundiais. O índice de preços ao consumidor, divulgado durante a semana, acusou uma alta de 0,6%, superior às previsões do mercado (0,5%) espalhando pelo mundo temores de que a taxa de juros nos EE.UU continue também em alta. Estas espectativas aliadas ao preço ascendente do petróleo são os principais combustíveis que fazem arder as maiores economias do planeta.
O Ibovespa registra queda de 3,9% na semana e de 6,5% no mês. O acumulado do ano revela alta de 12,8% depois de ter atingido 25,5% dia 09 do corrente quando os pontos atingiram 41.979.
O dólar se mantêm em tragetória ascendente para regosijo dos exportadores. Fecha a semana com alta de 1,10% e de 5,9% no mês. Acumula no ano, entretanto, queda de 4,9%.
O risco Brasil acusou alta de 4,8% na semana e de queda de 14,4% no acumulado do ano, refletindo as oscilações do mercado americano e sua repercussão na nossa economia.
A crise de seriedade na política brasileira continua grave. O congresso por seus representantes segue protagonizando episódios nefastos para a imagem do país, afetando sensívelmente a autoestima do cidadão honesto, espoliado contribuinte brasileiro, que sustenta a súcia que se apoderou da cena política.
Comentário da Semana de 08 a 12 de maio de 2006
A semana encerrou com o Ibovespa em queda de 2,91%, acumulando no ano um crescimento de 20,19. O dólar apresentou alta de 4,33% na semana e queda de 7,7% no ano. O risco Brasil fecha a semana em alta de 8,33%. Tais desempenhos são pautados pelo comportamento da inflação americana que levou o FED a elevar sua taxa básica de juros para 5%, ameaçando os investimentos estrangeiros em países em desenvolvimento. As bolsas dos principais países da europa também registraram desempenho negativo.
No plano político continuam as revelações de novos casos de corrupção em diversas instâncias do governo. As revistas semanais destacam graves denúncias contra conhecidas figuras políticas. Aparentemente estes imbróglios não afetam o comportamento da economia. O mercado tem se mantido alheio às confusões do setor público.
Comentário da Semana de 02 a 05 de maio de 2006
Semana de 02 a 05 de maio de 2006
O começo do mês de Maio/06 mantêm boas expectativas para a bolsa de valores, rompendo os níveis de 41.000 pontos. O dólar por sua vez continua sem força tendo um desempenho negativo e se aproximando de um patamar preocupante de R$ 2,00.
O risco Brasil não tem se alterado mantendo-se em um viés de 214 a 220 pontos.
No cenário político tivemos mais uma vez uma manifestação forte e importante de um colaborador do partido dos trabalhadores no final da semana. A entrevista de Silvio Pereira para o Jornal o Globo é bastante forte e pode trazer algum desconforto ao Governo Federal. Mais um teste para a blindagem do mercado.
Comentário da Semana de 24 a 28 de abril de 2006.
O Ibovespa encerra o abril com excepcional desempenho acumulando crescimento de 6,37% no mês e 20,65 no ano, além de bater novo recorde histórico superando os 40 mil pontos no período.
O dolar fechou no último pregão do mês com a menor taxa desde 2001: 2,088, acumulando uma queda de 3,56 no período e de 10,15% no ano.
O Risco Brasil fechou o mês aos 216 pontos, um a menos da sua menor pontuação histórica de 215.
A crise política continua a revelar esquelos nos ármários dos políticos. A cada fim de semana as revistas revelam novos capítulos desta execrável novela que desnuda para o país as mazelas produzidas pelas ações do políticos em todos os níveis.
Comentário da Semana de 17 a 20 de abril de 2006.
Outra semana curta com o feriado de Tiradentes, encerra com excepcional desempenho do Ibovespa, que fechando a 39.774, recupera 4,44% no período, 4,82% no mês e 18,89% no ano, além de bater novo recorde histórico superando os 40 mil pontos no pregão da última quarta feira.
O dolar se manteve sem grande flutuação no período, fechando em R$ 2,121 com queda de 0,84% na semana e 2,03% no mês.
O Risco Brasil fechou a semana em 228 pontos, com pequena queda na semana e mantendo-se próximos à media dos 231 pontos.
O desempenho dos políticos continua em baixa. Novos atos de corrupção são divulgados pela imprensa semanal enquanto o Congresso continua anistiando seus membros acusados pelas próprias CPIs e pelo Ministério Público Federal como corruptos.

Comentário da Semana de 10 a 13 de abril de 2006.
Os feriados da Semana Santa encurtaram o período de negócios no mercado de capitais. A semana encerra com o Ibovespa em queda de 2,17%, fechando a 38082 pontos.
O dolar registrou relativa flutuação, fechando em R$ 2,139, com queda de 0,56% na semana e 1,20%  no mês.
O Risco Brasil fechou a semana em 237 pontos, com pequena queda na semana e mantendo-se próximos à media dos 235 pontos.
O ambiente político continua registrando episódios negativos como o do indiciamento pelo Ministério Público Federal de 40 pessoas envolvidas nos nefastos episódios de corrupção, entre elas, importantes estrelas cadentes da fulgurante constelação política vinculada ao governo.

Comentário da Semana de 03 a 07 de abril de 2006.
O Ibovespa na primeira semana de abril fecha o pregão a 38.926 pontos depois de bater um novo recorde anual quando chegou a 39.285 pontos.
O dolar manteve-se com leves oscilações, fechando a 2,150, com queda de 0,69% na semana e 7,49% no ano.
O Risco Brasil fechou a semana em 240 pontos, com alta de 2,13% no mês.
O mercado tem reagido bem aos imbróglios políticos. A absolvição dos parlamentares corruptos e a conseqüente sensação de impunidade e desilução de parcela expressiva dos cidadãos não tem se refletido no comportamento do mercado.

Comentário da Semana de 27 a 31 de mar de 2006.
O Ibovespa fecha o último pregão de março com queda no mês de (1,72)%, acumulando no ano um crescimento da ordem de 13,42%. O mercado se manteve cauteloso diante da crise política que abateu em pleno vôo a mais cintilante estrela do govêrno Lula. Os desmandos éticos da cúpula do poder não está sendo capaz de alterar o rumo da economia e o mercado assinala descolamento de mais uma crise política.
O dolar apresentou pequena alta de 0,51% na semana, acumulando alta de 1,22% no mes de março. A queda acumulada do ano é da ordem de 6,84%.
O Risco Brasil se manteve ao redor dos 230 pontos, apresentando uma leve alta de 6,35% no mês e acumulando um queda de (23,20)% no ano.

Comentário da Semana de 20 a 24 de mar de 2006.
O Ibovespa fecha a semana em queda de (1,24%) e acumula no mês uma perda de (2,68%). No ano, entratanto, a alta é da ordem de 12,32 %. O mercado se mantém cauteloso frente às graves denúncias que rondam as altas esferas do executivo federal. A próxima semana será crítica para a presidência.
O dolar se manteve com pequenas variações ao redor da média da semana que foi de R$ 2,139.
O Risco Brasil se manteve ao redor dos 230 pontos.
A crise política se agrava com os novos episódios promovidos pela banda corrupta do governo e pela vergonhosa anistia dos mensaleiros promovida pelos deputados.

Comentário da Semana de 03 a 17 de mar de 2006.
O Ibovespa fecha a semana em alta de 3,14%, recuperando boa parte da perda da semana anterior. No mês acumula queda de 1,45%. No ano, entratanto, a alta é da ordem de 113,73%. A semana foi bastante influenciada pelo comportamento da economia americana. O pregão de sexta revelou um movimento cauteloso decorrente de novas notícias comprometoras a respeito do Ministro Palocci.
O dolar bate novo recorde dia 16 quando atingiu suma mais baixa cotação a R$ 2,110, fechando a semana em 2,126 com tendência de se manter nesse patamar.
O Risco Brasil variou manteve uma média de pontos de 225 na semana.
A crise política se arrasta com abasolvições e cassações de congressistas e dirigentes partidários. A ótica do mercado não se confunde com a ética política.

Comentário da Semana de 06 a 10 de mar de 2006.
O Ibovespa fecha a semana com queda de 5,99%, acumulando no mês uma perda de 4,48%. No ano, entratanto, a alta é da ordem de 10,3%. A semana foi de alta volatilidade refletindo o comportamento da economia dos principais países e em especial o comportamento dos juros no mercado americano.
O dolar recuperou 1,28% das perdas acumuladas do ano, hoje de 7,96%.
O Risco Brasil variou entre 218 e 236, acumulando uma queda da ordem de 22,8% no ano.
A crise política se agrava com a lenidade da Câmara ao absolver dois deputados condenados pela Comissão de Ética, contrariando, frontalmente, as espectativas da sociedade. A cidadania se desilude com o clima de pizza que envolve o congresso. A economia continua sem ser afetada pelos embróglios políticos.

Comentário da Semana de 01 a 03 de mar de 2006.
O feriado do Carnaval encurtou a primeira semana de março que apresentou mais um recorde do Ibovespa, o 15º do ano, fechando o pregão de sexta-feira aos 39.239 pontos. A redução no rítmo dos investimentos externos foi compensada pela espectativa do mercado em nova queda expressiva da taxa de juros na reunião do COPOM na semana que se inicia.
O dólar fechou a semana em R$ 2,112 mantendo em descendência a curva de cotação mesmo com a atuação do BACEN.
O Risco Brasil se mantém estável aos 219 pontos.
O ambiente político atravessa sem turbulências uma passarela nebulosa ainda impreganada da letargia do improdutivo recesso e dos fluídos do carnaval.

Comentário da Semana de 20 fev a 24 fev de 2006.
No último dia da semana e de um mês mais curto em razão do Carnaval, o IBOVESPA registra seu 13º recorde histórico no ano, fechando em 38.610 pontos e proporcionando um ganho anual da ordem de 15,41%.
O dólar fechou a semana e o mês em R$ 2,139 revelando uma persistente tendência de queda e registrando uma perda mensal de 3,43% e anual de 7,96%. O contínuo ingresso de recursos externos vem derrubando a cotação da moeda e complicando ao desempenho do setor exportdor. A isenção de tributação nos investimentos estrangeiros tende a manter a curva descentendete da cotação do US$.
O Risco Brasil se manteve relativamente estável fechando a semana aos 221 pontos e rfev elando leve tendência de queda.

Comentário da Semana de 13 fev a 17 fev de 2006.
O Ibovespa cresceu 3,91% nesta semana fechando-a com o acumulado do mês positivo e com alta de 14,84% acumulada no ano aos 38.421 pontos.
O dólar fechou a semana em R$ 2,125 com persistente tendência de baixa, apresentando pequena flutuação neste período. A decisão de isentar a tributação dos investimentos estrangeiros em títulos públicos e no lançaamento de ações e o comportamento aquecido das exportções indicam que o dólar deve se manter aubda em queda conforme estimam os anlistas de mercado.
O Risco Brasil se manteve estável fechando a semana aos 229 pontos.

Comentário da Semana de 06 fev a 10 fev de 2006.
O Ibovespa depois de registrar uma pontuação média da ordem dos 38 mil pontos na semana anterior, nesta, manteve-se em relativa queda fechando sexta-feira em 36.975, com média semanal na casa dos 36 mil pontos. O dólar fechou a semana em R$2,165 depois de atingir R$2,150 durante o pregão de sexta-feira, uma das mais baixas cotações dos últimos tempos. O dolar apresenta queda de 1,95% na semana, de 2,26 no mês e de 6,84% no ano. O anúncio de compra de US$ 20 bilhões em títulos da dívida externa pelo Tesouro Nacional além de provocar a oscilação da moeda, derrubou, também, o Risco Brasil que atingiu sua menor pontuação desde sua criação:224 pontos.

Comentário da Semana de 30 jan a 03 fev de 2006.
O Ibovespa registra novo recorde de 38.484 pontos no primeiro dia de fevereiro o que não impediu de fechar a semana com queda de 1,48 %. No més acumula queda de 2,89% e no ano um ganho de expressivos 11,41%. O dólar fecha a semana em queda sendo cotado a R$ 2,208. O Risco Brasil atinge 260 pontos mantendo-se nas menores marcas da sua história. A classe política e o Congresso, desprezando as demandas da cidadania, continuam a fermentar a pizza da crise esperando levá-la ao forno impunemente.

Comentário da Semana 23 a 27 de janeiro de 2006.
Semana atípica com quatro dias úteis. O mercado continua alheio à crise política e registrando recordes nos indicadores. O Ibovespa rompeu a casa dos 36 mil pontos, ultrapassou os 37 mil dia 26, atingindo 38.014. O Risco Brasil no mesmo dia chegou aos 263 pontos a menor marca da sua história. O dólar, por sua vez, encerrou esta semana com a menor cotação do mês. No cenário político, o reinicio dos trabalhos do Congresso movimentou as CPIs e o Conselho de Ética. Os políticos corruptos voltam à cena depois de um recesso remunerado que os deixou à margem da opinião pública. A opinião pública em breve vai ficar sabendo se a pizza que se prepara nos bastidores da política será ou não assada no forno da impunidade.

Comentário da Semana 16 a 20 de janeiro de 2006.
Foi uma semana de novo recorde do Ibovespa. Dia 18 este índice atingiu sua maior pontuação até agora, 36.858, fechando a semana em 36.694. O dolar apresentou pequenas flutuações no período fechando em queda cotado a R$ 2,278 em razão do Banco Central ter reduzido o volume de contratos nas operações de swap reverso. O Risco Brasil atinge no fechamento da semana uma de suas menores pontuação. O Congresso volta a funcionar depois de uma convocação remunerada vazia. As reuniões das CPIs e do Conselho de Ética retomam os processos de cassação. O Mercado, alheio às ações políticas, registra bom desempenho e novos recordes no Ibovespa.

Comentário da Semana 09 a13 de janeiro de 2006.
A euforia e os recordes da primeira semana do ano deram lugar a uma atitude de otimismo contido dos investidores. A realização de lucros desestimulou a evolução crescente do Ibovespa que variou entre 35.049 e 35.952 na semana.
O dólar manteve-se variando entre R$ 2,251 a 2,284, fechando a semana em R$ 2,272. O Risco Brasil permanece abaixo dos 300 pontos refletindo a percepção positiva do mercado externo na nossa economia. Os congressitas continuam gozando da convocação extraordinária como se em férias estivessem e mantendo a crise política em fermentação e sem afetar a os negócios.

Comentário da Semana 02 a 06 de janeiro de 2006.
A primeira semana do ano fechou com o Ibovespa batendo três históricos recordes de pontuação, atingindo 35.475 pontos no encerramento do pregão de sexta-feira. O reingresso de recursos externos para investimentos na Bolsa voltou a depreciar o real. As tentativas do BACEN para anular a queda não surtiram efeito e o dolar acabou a semana cotado a R$ 2,282. O Risco Brasil

Nota:
A equipe técnica Acionista elegeu em maio de 2005 três indicadores para monitorar o reflexo da crise política-ética, eclodida no executivo e no legislativo federais a partir de 13 de maio:
1 - O Ibovespa, índice que mede a evolução dos negócios na Bolsa de Valores e repercute os reflexos das políticas do governo no mercado de capitais;
2 - A taxa do dólar cuja evolução reflete a posição da balança comercial e a confiança do mercado no real; e,
3 - O Risco Brasil, medido pelo índice EMBI+, desenvolvido pelo Banco JP Morgan e que mede a confiança dos investidores estrangeiros no nosso mercado e nos títulos do governo.
Atendendo solicitação de usuários continuaremos em 2006 a divulgar estes indicadores. A divulgação será atualizada às segundas-feiras com dados da semana anterior e incluirá breves comentários sobre a repercussão das ações do governo nos referidos indicadores.

Produção: Equipe Técnica Acionista.com.br
Fonte: BOVESPA, Zero Hora, JPMorgan
Atualizado em 04/01/2007

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