Indicadores de Mercado
 

Indicadores de Mercado
O Portal Acionista apresenta, semanalmente, tabela atualizada da evolução do Ibovespa, do volume diário de negócio, da cotação do dólar comercial americano e do Risco Brasil com breve comentário sobre as variações ocorridas no período. O gráfico representa a variação relativa     dos respectivos índices, tendo como base os índices do dia 28/12/2006 para a série de indicadores relativos ao período 2007/2014.




Acesse aqui a tabela fonte dos gráficos

Variação Percentual dos Indidicadores do Mercado
Período Ibovespa US$ R.Brasil
12 Meses (1,46) 11,8 27,4
Ano 1,17 (5,2) (5,7)
Mês 3,4 (1,5) (5,3)
Semana 0,5 0,6 (0,5)

Comentários

Semana de 14 Abril a 17 Abril
                                                                             O Futuro Se Constrói Hoje

Carlos Dix Silveira - Economista

A recuperação da economia americana, o grande motor que faz girar a economia mundial, segundo se divulga há algum tempo, parece ser uma estimulante realidade. Artigo recente de Exame (Ed. 1063), refere que no primeiro trimestre foram registradas nas bolsas dos EUA 68 ofertas públicas, maior número em dez anos, que captaram US$11,6 bilhões. Este é um fato inequívoco de que a confiança do investidor esta voltando com força e que o investimento de risco não preocupa tanto como recentemente. “As pessoas tomam decisões de investimento com base em fatos objetivos, mas são influenciadas por suas emoções e crenças”, na visão de Daniel Kanehman, Premio Nobel de economia. Os mercados de ações refletem a situação da economia real? Seus sinais são um indicador confiável do que está por vir? Estas questões concentram a grande discussão sobre o avanço da economia dos EUA, cujas bolsas veem batendo repetidos recordes de pontuação. O último relatório do FED, banco central americano, projeta um crescimento do PIB entre 2,8 e 3% este ano, contra 1,7% de 2013. A estimativa de 2015 é de crescimento do PIB entre 3 e 3,2%. Energia, saúde e tecnologia são os setores que estão puxando e vão manter o nível de crescimento americano nos próximos anos. É fato que o mercado está dando preferência a riscos do que a dividendos. As empresas que operam óleo e o gás de xisto estão reinventando o setor de energia americano, aumentam extraordinariamente a produção, elevam o valor das ações e alavancam o crescimento das bolsas.

Aqui este setor tem desempenho diferente. Nossa principal empresa, a décima terceira petroleira do mundo até pouco tempo atrás, especialista em águas profundas e orgulho dos brasileiros, desfila mas páginas de política e de polícia todos os dias e que neste domingo de Páscoa nos oferece novas e lamentáveis provas de corrupção reveladas por revistas semanais. Explicações sobre vários investimentos suspeitos causam mais confusão que o silêncio sobre esses reprováveis eventos. O depoimento do Diretor Cerveró, quarta-feira na Câmara, sobre o projeto Pasadena, deixou mais dúvidas do que certezas. Se o negócio da compra da refinaria era bom, como afirmou o depoente e ainda afirma o presidente à época, desde que executado o projeto original, que incluía investimento na ampliação e atualização da planta de refino, ainda hoje a mais sucateada daquela região, para aumentar a produção e elevar a taxa de retorno, quem errou ao transformá-lo num investimento irrecuperável? A direção da empresa responsável pelo cancelamento dos investimentos? Os membros do Conselho de Administração que aprovaram a alteração do programa de investimentos focando apenas o pré-sal? Quem responderá, afinal, pelos prejuízos da companhia e de seus acionistas? A síndrome da presunção que acomete os administradores públicos brasileiros os faz ignorar o mercado e se considerarem acima de tudo e de todos. A incompetência técnica da maioria dos nossos congressistas não garante que uma CPI esclareça este imbróglio de Pasadena e das refinarias Abreu e Lima em Pernambuco e a de São Lorenzo na Argentina, contestadas pelo TCU e MPF. Mas, certamente, trará à tona muitos outros episódios escusos que jazem ocultos nas profundezas do pré-sal. As ações preferenciais da empresa no primeiro trimestre deste ano, desvalorizaram-se 7,61% e, as ordinárias, 6,44%. As ações da Petrobras e de outras estatais apresentaram quinta-feira relativa recuperação, atribuída, em parte, ao resultado das pesquisas da reeleição presidencial divulgada pelo IBOPE, com queda de 40% para 37% das intenções de votos.

A inflação continua a preocupar o mercado. Pesquisa Focus, divulgada esta semana, revela que os economistas de instituições financeiras projetam um IPCA de 6,47% no fim do ano, maior do que os 6,35% da projeção anterior. Não é afastada, consequentemente, mais um avanço na taxa Selic nos próximos meses, apesar das manifestações do Bacen. Atualização das tarifas de energia elétrica, transporte urbano e combustíveis são focos inflacionários que alimentarão o IPCA, fatalmente, agora acompanhados do aumento do custo dos jogos da CEF. A prévia do IPCA-15 de abril, divulgada quinta-feira, registrou uma alta da ordem de 0,78%, superior ao índice de março, de 0,73, e ao IPCA de abril de 2013, de 0,55%. O teto da meta de 6,5% continua, portanto, bastante ameaçado tendo como vilão o grupo alimentação.

A Standard & Poor’s diminuiu, segunda-feira, a nota de mais nove bancos brasileiros: ABC Brasil, BTG Pactual, Fibra, Indusval, Intermedium, Mercantil do Brasil, Pan, Banco de Brasília e Paraná Banco. A agência considera que esses bancos enfrentam, atualmente, condições operacionais mais apertadas e que acredita ter enfraquecido seus perfis financeiros, como qualidade dos ativos, capital e rentabilidade. A S&P já havia rebaixado em março a nota dos títulos brasileiros, da Petrobras, Eletrobras e Samarco, esta subsidiária da Vale, além de outras treze instituições financeiras. Esta decisão não deixa de ser, também, uma avaliação da nossa economia.

A Páscoa reduziu a semana da bolsa e o Ibovespa fechou o pregão de quinta-feira, aos 52.111 pontos, com alta de 0,5% na semana, de 4,4% no acumulado do mês e de 1,17% no ano. O índice acumulado dos últimos doze meses caiu para 1,46%. Há, finalmente, uma tênue tendência de recuperação do Ibovespa. Ainda é cedo para estimar que essa tendência vai perdurar. O ambiente continua volátil motivado pelas ações do governo. Talvez o correto seja dizer pela falta de ações que adapte a política econômica às necessidades atuais da economia real. O mercado não é absoluto. O mercado precisa de controle, não de intervenção, segundo Delfim Neto. Não será represando preços e tarifas ou interferindo politicamente nas estatais que a economia vai encontrar saídas para seus problemas. Há, indubitavelmente, necessidade de se promover uma revisão da política econômica. O resultado da atual política comprova essa necessidade. Não devemos esquecer que o futuro é construído pelas decisões que se tomam hoje.

*Período referente as oscilações mais fortes das bolsas mundiais.






A evolução da taxa de câmbio reflete a instabilidade da nossa economia, conforme variação do dólar médio semanal demonstrado no gráfico a seguir:


A variação do preço do petróleo, uma das commodities mais influentes na participação da crise financeira mundial, esta demonstrada no gráfico a seguir:


Semana de 07 Abril a 11 Abril
                                                                              Panorama Difuso na Bolsa

Carlos Dix Silveira - Economista

Persistem no mercado notícias negativas sobre o andamento da nossa economia. As fontes dessas notícias estão espalhadas nas mais diferentes mídias e baseadas em análises de especialistas e renomadas entidades internacionais. Não se trata, portanto, de meras críticas de cunho político partidário. Mais certo interpretá-las como uma análise da política econômica hoje adotada. O governo, ultimamente, vem creditando esse desfile de críticas à oposição. Na verdade, poucos políticos, sejam da situação ou da oposição, tem condições de emitir uma análise tecnicamente isenta da realidade nacional. Aliás, esse despreparo é também causa dos desvios provocados por muitos projetos aprovados no congresso que aumentam, insensatamente, a já exagerada despesa pública. Especialmente, em ano eleitoral, a situação luta para se manter no poder, e, a oposição, a tirá-la do governo, ambos a qualquer custo, geralmente, a nosso custo, a custo dos contribuintes e das futuras gerações.

A inflação é um dos temas quentes da semana. Consta na última ata de reunião do Copom, divulgada quinta-feira, 10, que as decisões futuras serão definidas “com vistas a assegurar a convergência tempestiva da inflação para a trajetória de metas”. Em outras palavras: a inflação continua persistente apesar do esforço solitário do Banco Central para trazer o IPCA para o centro da meta (4,5%). Sozinha, a taxa de juros não tem sido um instrumento eficaz para reduzir a inflação que já bordeja o teto de 6,5%, e certamente vai superá-la no auge da campanha eleitoral. O IPCA acumulado nos últimos doze meses chegou a 6,15% em março. Nos três primeiros meses de 2014, está em 2,18%. De abril a dezembro deste ano, caso a inflação seja igual a média do mesmo período de 2013, que foi de 0,425% ao mês, o IPCA de 2014 será de 6,15%. Caso a inflação média do período ABR/DEZ seja igual a media dos últimos doze meses, de 0,499%, a inflação do ano fechará em 6,86%, atropelando o teto da meta. Considerando que a inflação do primeiro trimestre deste ano foi superior a do mesmo período de 2013 (1,94%), e, ainda, que este ano teremos o agravante das eleições e o inevitável ajuste dos preços congelados, administrados pelo governo (combustíveis e energia), a inflação tende a estourar o teto da meta (6,5%). O otimismo do Ministro da Fazenda não mais influencia ninguém. Pelo contrário, deixa o mercado perplexo, ainda mais depois da divulgação de que o governo já cogita em não mexer nos preços represados de combustíveis e energia, para não agravar a inflação e, paralelamente, proteger a campanha da reeleição. A herança para 2015 será de ajustes (leia-se recessão) complicados (combustíveis e energia elétrica, entre outros) para correção dos erros do governo.

Outra notícia, também significativa, é a de que sopram ventos desfavoráveis da Ásia. O Primeiro-ministro chinês anuncia que, pela primeira vez em dez anos, o PIB deve crescer menos que a meta do governo, de 7,5%. O crescimento da economia chinesa, desde 1998, tem superado a meta anual. Indicadores revelam retração da indústria este ano. O governo declara que não tomara medidas de impacto para reverter a situação atual. "Em lugar disso nos concentraremos em desenvolvimento saudável de médio e longo prazo" declara o Primeiro-ministro Li Keqiang. Dados oficiais demonstram que as exportações caíram 6,6% em março e 18,1% em fevereiro. As importações, por sua vez, caíram 11,3%, maior queda em um ano. O impacto dessa desaceleração será sentido ao redor do mundo, especialmente nos países produtores de commodities, soja e minério de ferro no caso do Brasil, que no ano passado exportou para a China 19% de tudo o que foi vendido para o exterior, dobro do exportado para os EUA, nosso segundo parceiro. Portanto, não se duvida que a desaceleração chinesa afetará o ritmo do nosso crescimento. Estudo recente do FMI e do BID coincidem na conclusão de que quase 30% da desaceleração recente do PIB brasileiro em relação à média observada entre 1998-2013, que foi de 3,1% a.a., adveio da desaceleração chinesa. O Ibovespa já acusou esta alteração no ritmo comercial chinês.

A Petrobras permanece frequentando as páginas policiais dos principais noticiários do país, escritos e televisionados. Novos capítulos e detalhes de malfeitos praticados por apadrinhados políticos na petroleira são diariamente revelados. A luta entre situação e oposição para instalar uma CPI específica para a Petrobras ou uma genérica, que investigue o passado e o presente de muitos governos, continua ocupando espaço na mídia. O valor das ações da empresa acompanha o tobogã das notícias. Baixa com novas falcatruas descobertas, sobre com a queda das intensões de votos na reeleição presidencial. O modelo de gestão pública hoje aplicado no país dificulta a administração eficaz das empresas estatais. A diferença entre a empresa privada e a empresa pública é que aquela é controlada pelo governo, e esta por ninguém, como dizia Roberto Campos.

Tendo este cenário como pano de fundo, a Bovespa fechou a semana com alta de 1,5%, no acumulado do mês, de 2,9%, e no do ano com 0,7%. Nos últimos 12 meses o Ibovespa acumula queda de 6,38%. Na contramão das principais bolsas mundiais, o resultado positivo da bolsa foi estimulado pelas ações da Petrobras, especialmente depois que o governo anunciou que estuda aumentar a proporção de álcool na gasolina de 25 para 27%. Esta medida, na interpretação do mercado, poderá reduzir o custo de importação do combustível. O panorama no mercado de ações tende a se manter difuso enquanto a política econômica não demonstrar uma atitude clara e positiva para resolver os problemas que o país enfrenta.

Semana de 31 Março a 04 Abril
                                                                        Projeto Prioritário é a Reeleição

Carlos Dix Silveira - Economista

Novo ânimo na bolsa entusiasma investidores arredios e os leva a voltar aos pregões com mais ímpeto. O início da semana foi promissor. O Ibovespa de segunda-feira, aos 50.415 pontos, fecha o mês de março com alta de 7,05% após quatro meses de quedas. Aliás, foi o melhor março desde 2010, quando a alta foi de 7,18%. O acumulado do ano caiu para 2,12%. O dólar acompanhando na contramão a ascensão da bolsa, fechou março em expressiva baixa, aos R$2,269. O retorno do investidor estrangeiro ao mercado ficou evidente com o saldo líquido de mais de R$ 2 bilhões. Segundo interpretação de muitos analistas, as eleições passaram a fazer parte das preocupações dos investidores. Se o rebaixamento da nota da S&P e o bilionário enrosco da refinaria de Pasadena não interferiram nas mesas de operação da bolsa, certamente a pesquisa CNI/Ibope, revelando a queda na avaliação positiva do governo, foi recebida com entusiasmo pelo mercado financeiro.

Entrementes, após dois meses de fechamento negativo da balança comercial, março registrou um tímido superávit de encabulados US$ 112 milhões, menor saldo desde 2001. O primeiro trimestre encerra com déficit de US$ 6,1 bilhões, o maior já registrado desde o início da série em 1994, e superior ao déficit do mesmo período do ano passado, de US$ 5,2 bilhões. Também neste quesito o governo está devendo resultado. A crise financeira da Argentina, nosso terceiro maior parceiro comercial, e a estagnação da União Europeia, outro player importante, respondem pelas dificuldades que o país enfrenta no comércio com o exterior. O movimento do governo em busca de novos mercados e de acordos bilaterais é muito lento e não faz parte da agenda prioritária da política externa ideologizada que hoje se pratica.

Ainda quarta-feira o Copom, comitê de política econômica do BC, elevou a taxa Selic de 10,75% para 11% por decisão unânime de seus membros. Com o aumento decretado o país passa ter a maior taxa de juros do mundo. É evidente a preocupação do BC com a tendência da inflação. O ano eleitoral e as dificuldades políticas do governo e de seus candidatos é mais um agravante. O comunicado do comitê declara: “O Comitê irá monitorar a evolução do cenário macroeconômico até sua próxima reunião para então definir os próximos passos na sua estratégia de política monetária”. O próprio banco, após as medidas que vem adotando, parece não acreditar que o IPCA convirja para o centro da meta, 4,5%, tão cedo. As recentes projeções do RTI – Relatório Trimestral de Inflação, indicam uma inflação de 6,1% no fim deste ano contra 5,6%, no RTI de dezembro último. Investidores de todos os matizes enfrentam, diariamente, o impacto de tais notícias no comportamento da bolsa. O Ibovespa é o termômetro da confiança no desempenho dos governos. A volatilidade do índice indica que a confiança não é o forte do governo.

Enquanto isso, refluindo das profundezas do pré-sal, barris de petróleo contaminado poluem, ainda mais, o cenário dos malsucedidos projetos da Petrobras. Antes tão assídua nas páginas econômicas, hoje presença constante nas deprimentes páginas de política e de polícia. O mercado global assiste, perplexo, inconsequentes discussões sobre a empresa. Primeiro, uma injustificável briga fraticida no congresso para aprovação de comissão de inquérito proposta pela oposição. O governo, por seu turno, tenta impedir o trabalho de qualquer tipo de comissão mas, para confundir o eleitorado, propõe outras duas mais amplas, com objetivo de investigar também escândalos de trens e metrôs vinculados a próceres da oposição. Segundo, a Polícia Federal que já investigava a compra da refinaria de Pasadena e a denúncia de pagamento de propina de uma fornecedora holandesa, instaura um terceiro inquérito para apurar a venda de uma refinaria na Argentina. Terceiro, além da PF, o Tribunal de Contas e o Ministério Público Federal investigam essas nebulosas negociações. Sem entrar no mérito das justificativas inverossímeis de tais contratações, o que sobra, na realidade, é um cenário extremamente constrangedor para o governo e uma desvalorização inconsequente da maior empresa brasileira. Conforme análise publicada pela imprensa, no período 2010/2014 a Petrobrás desvalorizou 67%, contra 10% da Exxon Mobil e 20% da Chevron, entre outras; em 2013 a empresa apresentou a menor rentabilidade do setor, 6%; a relação dívida/geração de caixa da companhia é de 3,6 quando a média das dez maiores é de 0,9; a dívida líquida disparou de US$ 37 bilhões em 2010 para US$ 94 bilhões em 2013. Petróleo e energia, importantes setores econômicos na mão do governo, estão passando por uma crise de gestão cada vez mais grave. O Ibovespa repercute esses lamentáveis resultados nos pregões da bolsa. A imagem do país sucumbe nesse lodaçal de incompetência.

A primeira semana de abril fechou com o Ibovespa em alta de 2,64%. No acumulado do ano o índice apresenta queda de (0,83%), e no dos últimos doze meses, de (6,53%). A perspectiva de evolução dos índices da bolsa é muito complexa e desanimadora. A política econômica e o processo de gestão do governo se complementam para implantar um projeto de reeleição. Essa parece ser a agenda prioritária que tem como meta, efetivamente, a vitória nas urnas. Não se vê nenhum esforço efetivo para mudar a caótica situação política e econômica do Brasil.


Produção:
Equipe Técnica Acionista.com.br
Fonte: BOVESPA, Zero Hora, JPMorgan
Atualizado em 22/04/2014

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