Indicadores de Mercado 2015
Índice de Indicadores de Mercado 2014



O Portal Acionista apresenta, semanalmente, tabela atualizada da evolução do Ibovespa, do volume diário de negócio, da cotação do dólar comercial americano e do Risco Brasil com breve comentário sobre as variações ocorridas no período. O gráfico representa a variação relativa dos respectivos índices, tendo como base os índices do dia 28/12/2006 para a série de indicadores relativos ao período 2007/2015.



Fonte: Bovespa, BCB, JPMorgan, Imprensa



Acesse aqui a tabela fonte dos gráficos


Variação Percentual dos Indicadores do Mercado
Período Ibovespa US$ Risco Brasil
12 Meses (13,29) 48,5 63,3
Ano (13,29) 48,5 63,3
Mês (3,93) 1,60 26,2
Semana (1,51) (0,10) 0,0



Semana de 28 a 30/12/2015


Evolução de Indicadores Econômicos


Carlos Dix Silveira / Economista


Juros - A pesquisa Focus, promovida semanalmente pelo Banco Central, mantém a taxa Selic de 2015 em 14,25%. Para 2016 a previsão da taxa passou de 14,75% para 15,25%. A tendência da taxa de juros para 2016 permanece instável considerando que a inflação continua persistente e a política econômica ainda é uma incógnita.


Inflação - A estimativa do IPCA de 2015 foi alterada de 10,70% para 10,72% esta semana. A crise política alimenta as perspectiva de alta em 2016 embora a última estimativa tenha recuado levemente de 6,87%, para 6,86%.


PIB - A projeção de queda do PIB de 2015 desta semana foi mantida em 3,70%. O PIB de 2016 passou de uma retração de 2,80%, para 2,81%. A tendência do PIB de 2016 continua declinante, acompanhando as incertezas da política econômica.


Dólar - A estimativa da taxa de câmbio no encerramento do ano foi mantida esta semana em R$ 3,90. Para 2016 a previsão continua em R$ 4,20. Quarta-feira (30), o dólar à vista fechou o pregão cotado a R$ 3,948.


Bolsa - O Ibovespa fechou a semana aos 43.349 pontos em queda de 1,51% na semana, de 3,93% no fechamento de dezembro e de 13,29% no acumulado do ano. A bolsa deve se manter volátil enquanto não se definir claramente a linha da política econômica do novo ministério.


Economia & Política - 2015 decididamente foi um péssimo ano para a economia brasileira. Penso que 2016 não será muito diferente. Por quê? Pela simples razão de que nada parece que ira mudar na política econômica até aqui adotada. O ministro da Casa Civil declarou há poucos dias: “Quem banca a politica econômica não é o ministro da Fazenda, é a presidenta da República e ela convoca o ministro para cumprir, evidentemente. Se ilude quem aponta o fuzil para este ou aquele ministro. Quem vai bancar a política econômica, quem decide é ela. Quem bancou a questão do ajuste fiscal foi a presidente Dilma". A afirmação do ministro não foi desmentida ou mesmo corrigida. Logo o que disse é a expressão da verdade. “Saber o que não sabe é um dos segredos do gestor competente”. O administrador que não sabe o que sabe se confunde e acaba pensando que sabe tudo sobre todas as coisas. A complexidade atual da economia brasileira, especialmente depois de uma década de errática política econômica, exige a participação de uma expressiva equipe de especialistas para implantar as medidas necessárias à recuperação econômica. A Presidente demonstra não ter embasamento técnico necessário para formular uma política econômica eficaz para o país e nem tem liderança política para defender no conturbado Congresso Nacional os projetos das grandes reformas que a situação econômica do país exige: tributária, previdenciária e ajuste fiscal com redução da gastança pública desenfreada. Quem hoje no governo pode liderar uma agenda que provocará redução de benefícios sociais e de programas assistências, muitos deles populistas e eleitoreiros tão a gosto do petismo, com evidente prejuízo eleitoral? Quem no governo tem condições de convencer o Congresso de que as reformas propostas são vitais para o país? Mais, quem no governo acredita mesmo que a situação do país é grave e que essas reformas são essenciais se, aparentemente, a própria Presidente não acredita? O que esperar, portanto, de 2016?















Semana de 21 a 23/12/2015


Evolução de Indicadores Econômicos


Carlos Dix Silveira / Economista


Juros - A pesquisa Focus, promovida semanalmente pelo Banco Central, mantém a taxa Selic de 2015 em 14,25%. Para 2016 a previsão é de uma taxa da ordem de 14,75%. A tendência da taxa de juros para 2016 ainda é uma incógnita face a curva ascendente da inflação.


Inflação - A estimativa do IPCA de 2015 foi alterada de 10,61%, para 10,70% esta semana. A crise política persistente e a alteração no ministério da Fazenda agrava a previsão da inflação de 2016 que passa de 6,65% para 6,87%.


PIB - A projeção de queda do PIB de 2015 foi alterada de 3,62%, para 3,70. O PIB de 2016 passou de uma retração de 2,67% para 2,80%. A tendência do PIB de 2016 continua declinante, acompanhando a crise que não encontra solução.


Dólar - A estimativa da taxa de câmbio no encerramento do ano foi mantida esta semana em R$ 3,90. Para 2016 a previsão continua em R$ 4,20. Sexta-feira (23), o dólar à vista fechou o pregão cotado a R$ 3,952.


Bolsa - O Ibovespa fechou a semana aos 44.014 pontos em leve alta de 024% na semana. Acumula queda de 2,45% no mês, de 9,24% no ano e de 13,51% no ano. Os indicadores da economia brasileira indicam tendência de volatilidade.


Economia & Política - Então, é Natal. Período de confraternização da família cristã e de outras crenças. A troca de presentes é uma tradição iniciada com os Reis Magos e que se pratica em todo mundo. Como as crianças, também os adultos esperam por um presente nessa data. Eu, realista que sou também idealizo meu presente. Gostaria que o Papai Noel ou quem o representasse me concedesse um ano de 2017 melhor que este que se encerra na próxima semana. Um ano com estabilidade da moeda, com PIB positivo, com juros mais baixos, com inflação dentro da meta e, se possível com uma dívida em relação ao PIB menor. Um realista como eu nada espera de positivo de 2016, razão pela qual prefiro considera-lo como uma extensão deste, provavelmente não tão ruim, mas sem ignorá-lo. Pelo contrário, creio que devemos mantê-lo em observação permanente, evitando surpresas desagradáveis. Feliz Natal!




Semana de 14 a 18/12/2015


Evolução de Indicadores Econômicos


Carlos Dix Silveira / Economista


Juros - A pesquisa Focus, promovida semanalmente pelo Banco Central, mantém a taxa Selic de 2015 em 14,25%. Para 2016 a previsão é de alta para 16,65%. A inflação insistente, a crise econômica sem perspectiva de solução e a política americana de de alteração de juros prenunciam elevação da taxa Selic no novo ano.


Inflação - A estimativa do IPCA de 2015 foi alterada de 10,44%, para 10,61% esta semana. A crise política agravada com alteração do ministério projeta uma alteração também para 2016 cuja inflação é estimado em 6,65%.


PIB - A projeção de queda do PIB de 2015 foi alterada de 3,5%, para 3,62. O PIB de 2016 passou de uma retração de 2,31% para 2,67%. A tendência do PIB do próximo ano continua declinante em face da crise persistente que pode piorar com o novo ministério.


Dólar - A estimativa da taxa de câmbio no encerramento do ano foi alterada para R$ 3,90. Para 2016 a previsão continua em R$ 4,20. Sexta-feira (18), o dólar à vista fechou o pregão cotado a R$ 3,939 em decorrência da alteração ministerial, especialmente.


Bolsa - O Ibovespa fechou a semana aos 43.919 pontos, em queda de 2,99% na semana, de 2,68% no mês e de 9,45% nos últimos doze meses. A crise política é persistente e a econômica ganhou contornos por ora indecifráveis com a alteração ministerial. A volatilidade continuará dominando os pregões. O investidor com paciência pode garimpar oportunidades que as crises oferecem.


Economia & Política - Nada é tão ruim que não possa piorar. Sexta-feira (18) comprovou-se este aforismo popular. A substituição de Joaquim Levy por Nelson Barbosa corre o risco de ser o reinício de uma “novíssima matriz econômica”, releitura da anterior, responsável segundo muitos analistas, pela crise econômica que hoje enfrentamos. O governo tenta minimizar o reflexo político e econômico da substituição da peça mais importante da administração federal. O ministro Jaques Wagner (Casa Civil) bem que tentou, mas não foi feliz ao afirmar pela manhã que: “Quem banca a politica econômica não é o ministro da Fazenda, é a presidenta da República e ela convoca o ministro para cumprir, evidentemente. Se ilude quem aponta o fuzil para este ou aquele ministro. Quem vai bancar a política econômica, quem decide é ela. Quem bancou a questão do ajuste fiscal foi a presidente Dilma". Esta afirmação do ministro aumentou a preocupação de todos, e muito. O cenário político já é por si só, assustador e imprevisível. A judicialização das decisões legislativas, a ameaça de processo de impeachment da presidente, o avanço da operação Lava-Jato sobre membros do governo, as disputas dos feudos partidários, a inflação de dois dígitos, a depressão do PIB, a alta do dólar e a dívida pública elevada formam uma tempestade perfeita que paira ameaçadora sobre o país. O governo a tudo assiste aparentemente perdido em suas indecisões. E a Presidente insiste em orientar a economia do país, conforme o ministrp, depois da malfadada experiência de viés populista-bolivariana! A população impaciente e atônita cobra há tempos uma solução que tarda surgir. Esta seria a versão adequada do discurso de Marcus Tullius Cícero no Senado Romano, para exprimir o sentimento de brasileiros preocupado com o futuro do país:
Quo usque tandem abutere, Catilina, patientia nostra?
Até quando Presidenta abusará da nossa paciência?
Por quanto tempo tua política de gestão há de zombar de nós?
A que extremos se há de precipitar a tua desenfreada imobilidade?
Nem os ministros palacianos, nem a ronda diária da população nas feiras populares, nem o temor do povo, nem a afluência de todos os homens de bem, nem essa Brasília tão bem protegida para deleite da nomenclatura política que o povo sustenta, nem a perda de prestígio nas pesquisas de opinião e as passeatas de protesto dos eleitores, nada disto conseguiram perturbar-te?
Não te dás conta que o fracasso de teus planos populistas e a Nova Matriz Econômica foi descoberto?
Não vês que tua conspiração para perpetuar o PT no poder já é de domínio público?
Quem, dentre nós, pensas tu que ignora o que fizeste na gestão passada e fazes na atual, onde estivestes e com quem te aliastes e que decisões equivocadas tu tomastes?
Oh tempos, oh costumes, oh futuro!
O tempora, o mores!




Semana de 07 a 11/12/2015


Evolução de Indicadores Econômicos


Carlos Dix Silveira / Economista


Juros - A pesquisa Focus desta semana continua mantendo a expectativa da taxa Selic em 14,25% tanto para 2015, quanto para 2016. Perspectiva desanimadora da inflação de 2016 pode provocar nova serie de alta das taxas de juros. A recessão em alta e a inflação acima dos dois dígitos em 12 meses vai complicar a aplicação deste instrumento de controle utilizado pelo Banco Central. A taxa de juros de 2015 está definida em 14,25%. O ano que vem ainda é cedo para estimar.


Inflação - A estimativa do IPCA de 2015 foi alterada de 10,38%, para 10,44%. A crise política, moral e econômica contribuiu para agravar a inflação de 2015 e já projeta uma inflação indesejável para o próximo. A pesquisa Focus estima um IPCA da ordem de 6,70% para 2016.


PIB - O IBGE divulgou a retração do PIB do terceiro trimestre de 2015 da ordem de 1,7% e dados extremamente negativos da nossa produção industrial. A projeção do PIB de 2015 passou de 3,19% para 3,5%. O PIB de 2016 passou de uma retração de 2,04% para 2,31%. A tendência do PIB próximo ano, entretanto, depende agora também do desfecho do processo de impeachment. A crise política é grave e decisiva para a definição das perspectivas da nossa economia, independente do resultado do processo de impedimento da presidente.


Dólar - A estimativa da taxa de câmbio no encerramento do ano foi mantida em R$ 3,95. Para 2016 a previsão continua em R$ 4,20. Sexta-feira (11), o dólar à vista fechou o pregão cotado a R$ 3,883, com alta de 3,62% na semana. A manifestação das agências de risco Moody’s e Fitch sobre o rebaixamento da nota brasileira e as notícias de elevação dos juros americanos e de desaceleração econômica global, especialmente na China, pressionou a cotação do dólar no fechamento da semana.


Bolsa - O Ibovespa fechou a semana aos 45.262 pontos, em queda de 0,22%. No ano acumula queda de 9,22%. A crise política que paralisa a economia brasileira afeta o mercado e desequilibra a bolsa de valores. A volatilidade domina os pregões.


Economia & Política - "A democracia é um sistema de representação no qual os governos perdem eleições". Li não lembro onde esta frase que guardei porque explica de alguma forma, o fracasso do populismo da esquerda bolivariana latino-americana. A vitória de Macri na Argentina, da oposição ao Presidente Maduro na Venezuela e a queda na popularidade da Presidente Dilma pode ser interpretada como o esgaçar de governos que se mantiveram por muito tempo no poder. Pior, se mantiveram no poder enganando a população com programas sociais insustentáveis sem resolver o problema econômico crônico de seus países. Em 2003 o Kirchnerismo chegou à Argentina e o petismo-lulista, ao Brasil. Doze anos no poder é muito tempo. Lá como aqui os casos de corrupção e de má gestão econômica superaram os avanços sociais que tentaram implantar e em alguns casos até conseguiram algum êxito. A economia argentina foi para o brejo e a brasileira está a caminho dele. É o destino de governos populistas como o venezuelano. A inflação, o desemprego e a recessão, comum nos três países, é fruto de uma política econômica superada que só prospera no subdesenvolvimento cultural de alguns países latino-americanos, produzindo só desequilíbrios econômicos e muita corrupção. Quarta-feira (9), Agência Moody's informa que colocou a nota do país em perspectiva negativa, antes estável, significando possibilidade de sofrer novo corte depois de nos ter colocado no último degrau do grau de investimento. Entre as razões para a mudança, aponta ainda a piora da governabilidade e o aumento no risco de paralisação, impedindo que as políticas necessárias sejam adotadas. Diante desta manifestação da agência o governo teme que a agência Fitch se antecipe à Moody's e rebaixe a nota brasileira. A desavença entre Dilma e Temer exposta em carta queixosa e em declarações públicas insinceras alimenta o clima de insegurança e de litigio que paralisa a economia do país. A sociedade não aguenta mais as escaramuças políticas e o descaso dos políticos com o rumo do país. "Não há rumo certo para quem não sabe para onde vai". Que diga o mercado. Perdido que está nos dias indecisos e de preços voláteis da bolsa de valores.




Semana de 30/11 a 04/12/2015


Evolução de Indicadores Econômicos


Carlos Dix Silveira / Economista


Juros - A pesquisa semanal Focus desta semana continua mantendo a expectativa da taxa Selic em 14,25% no fechamento do ano, entendendo tratar-se de uma taxa ideal para controlar o comportamento da inflação. Para 2016 a estimativa da taxa de juros foi alterada de 13,75%, para 14,25% indicando que não são promissoras as expectativas para a economia do novo ano.


Inflação - A estimativa do IPCA de 2015 foi alterada de 10,33%, para 10,38%. A crise política já contribuiu para estimular a inflação deste ano, mas, infelizmente, só agora começa a influir sobre a taxa de 2016. A pesquisa Focus mantém a projeção em 6,64% porque é anterior a decisão da Câmara sobre o processo de impeachment da presidente Dilma cujo desenlace será determinante para a definição do rumo da nossa economia.


PIB - A retração da economia em 2015 que estava estimada em 3,15% semana passada foi alterada pela pesquisa Focus, realizada antes da publicação do PIB do terceiro trimestre do ano, para 3,19%. O PIB de 2016 passou de uma retração de 2,01%, para 2,04%. O agravamento da crise política e o desgoverno do executivo federal sinalizam uma depressão maior da economia e, consequentemente, uma tendência muito negativa para o fechamento deste e do próximo ano. Instituições financeiras já estão projetando uma recessão de 4% em 2015 e de 3,5% em 2016. A solução do processo de impeachment vai indicar o rumo da nossa economia.


Dólar - A estimativa da taxa de câmbio no encerramento do ano foi mantida em R$ 3,95. Para 2016 a previsão continua em R$ 4,20. Sexta-feira (04), o dólar à vista fechou o pregão cotado a R$ 3,739, com alta de 3,78% na semana. A anunciada alteração dos juros americanos deve alterar a cotação da moeda até o fim do ano.


Bolsa - O Ibovespa fechou a semana aos 45.360 pontos, em alta de 4,71%. No ano acumula queda de 9,27%. A crise política e o processo de impeachment vão provocar um período de muita volatilidade na bolsa. Aguardem.


Economia & Política - "Há uma aliança próxima entre interesses políticos e econômicos. O resultado é uma barreira para a competição e para mudanças institucionais inovadoras e criativas. Isso impede o Brasil de se tornar uma nação de alta renda. É um país cheio de promessas e possibilidades, mas que foi tomado de assalto por grupos de interesse que souberam se aproveitar do Estado para seus próprios benefícios. E ainda se aproveitam. Esses grupos se protegem da competição, numa ação que tende a fechar a economia e barrar a eficiência". Esta análise profética é de Douglass North, Nobel de Economia de 1993, em entrevista a Veja em 2006, referindo-se ao rumo da economia brasileira naquela época. Tem razão o economista quando ensina que "o desenvolvimento de um país depende essencialmente da qualidade de suas instituições políticas e econômicas". A crise política que enfrentamos é fruto da péssima qualidade dos políticos brasileiros cujos partidos dão preferência a candidatos com votos, mas sem condições pessoais, profissionais e não raro moral de contribuir para o aprimoramento dos legislativos de todos os níveis e para a excelência da administração pública. O Poder Legislativo é inseparável do regime democrático. Parafraseando Ernst Gombrich, professor de arte austríaco, "não existem razões erradas para se defender o poder legislativo, mas existem razões erradas para não se defender o poder legislativo". O legislativo brasileiro tem sido foco de grandes crises políticas, quer por sua atuação equivocada, quer por sua omissão irresponsável. O governo de coalisão ou de cooptação, por sua vez, é um sistema de gestão derivado da deficiência dos políticos "que serve para não funcionar", como diria o poeta Manoel de Barros, mas se presta para desenvolver projetos escusos como os levantados pela operação Lava-Jato. A crise política brasileira é preocupante. O processo de impeachment que ao mesmo tempo em que agrava a crise, pode arrefecê-la qualquer que seja o resultado. Um novo governo deve surgir da manutenção da atual presidente ou da cassação do seu mandato. Surge com ele a oportunidade de retomarmos o caminho do desenvolvimento. Caso a atual Presidente esqueça as teses populistas da esquerda falida ou o Vice-Presidente construa sua "Ponte para o Futuro". Pior não há de ficar se o desfecho deste imbróglio não for demorado.


*Última atualização em: 04/01/2016

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