|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|
||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
11 de maio de 2009 Os resultados do primeiro trimestre de 2009 foram positivos e acompanhados pela decisão de alongamento dos vencimentos com custos de hedge de combustível e cambial que prejudicaram os resultados do quarto trimestre de 2008. Essa decisão contribuiu para a redução de 3% nos custos (CASK). No entanto, excluindo o combustível, esse indicador aumentou 13,9%. As parcerias internacionais continuam presentes na estratégia da TAM. A relação oferta demanda no mercado internacional não está tão boa, quanto no nacional. De acordo com a própria empresa, a demanda fraca nas rotas internacionais em que a empresa atua surpreendeu negativamente nos primeiros meses do ano, comparando com o mercado brasileiro. No primeiro trimestre, a demanda internacional da TAM caiu 10,7% comparando-se há 12 meses, e a oferta acompanhou, com redução de 8,9%. Já no mercado doméstico, a demanda cresceu 4,75, e a oferta da TAM, 10,2%. Para atrair passageiros, e ainda mais elevar a base de clientes que até o ano passado não era maioria nas suas rotas – o passageiro de turismo - a estratégia da TAM continua a mesma: investir em horários fora dos picos e promover os programas de milhagens. Até abril, a companhia transportou menos 3% de passageiros, cerca de 7,3 milhões em relação ao mesmo período de 2008. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Equipe de Análise - Corretora Coinvalores A Tam apresentou no final de 2008 um marketshare de 75% das rotas internacionais em que ela atua. Portanto, uma das medidas mais recentes da ANAC – a liberação das tarifas para essas rotas – é prejudicial especialmente para a TAM. No entanto, na questão de preço ela pode tem uma segurança que é a alta presença no mercado internacional. Portanto, essa posição, pode sim compensar essa medida que aumenta a concorrência. Os dados mais recentes de demanda e oferta, demonstraram que a queda de demanda que houve em relação à oferta foi menor do que o mercado esperava. Isso é positivo. No entanto, não significa que a crise mundial não afetou e ainda não impactará o desempenho da TAM. No entanto, ela é uma empresa sólida, forte e líder de mercado. Além disso, a queda no valor do combustível que deve ocorrer ainda mais, devido à redução que já houve e tem ocorrido na cotação do petróleo, beneficia a companhia.
Recomendação:
MANTER, sem preço-alvo.
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Equipe de Análise - Fator Corretora Os resultados de 1tr09 foram bons, em linha com as nossas expectativas, e acima do consenso do mercado. O lucro líquido veio 23,7% acima do que esperávamos, devido ao impacto positivo da depreciação do dólar sobre os passivos em moeda estrangeira. Isso contribuiu para que as despesas com hedge de combustíveis fossem um pouco compensadas. Outro dado positivo foi a receita por assento ofertado (RASK), mesmo impactada com a queda da taxa de ocupação das aeronaves (Load Factor), foi beneficiada pelo aumento do valor pago por passageiros (Yield), tanto no mercado nacional como internacional. E por fim, o Custo por Assento (CASK) também caiu, influenciado especialmente pela queda do petróleo. Recomendação: ATRAENTE, com preço-alvo para dez/09 R$ 31,00. Com base na cotação de fechamento de 06/05 (dia de divulgação de resultados), as ações da TAM estão sendo negociadas a um múltiplo P/L (Preço sobre Lucro – indica quantos anos demora o investimento nesta ação para dar retorno) de 8,2 vezes para 2009. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Voltar ao topo |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Roberta
Noronha É importante falar que a companhia está preparada para enfrentar este cenário, principalmente operacionalmente. Não temos obrigação de dívida de curto prazo. Sabemos que ainda vamos passar por um momento de incerteza. Após o segundo semestre, acreditamos em retomada do setor. A demanda é a grande indagação, por isso, estamos sempre monitorando. Nossos resultados foram positivos, como nosso lucro operacional e líquido. No 4tr08 tivemos um impacto muito grande do hedge cambial, devido à desvalorização do real. Esse impacto que o hedge trouxe para os resultados, já foi contabilizado no próprio trimestre, quando trouxemos a valor de mercado. No 1tr09 tivemos um impacto líquido de R$ 60 milhões em decorrência da rolagem de hedge. Negociamos nossa posição e alongamos vencimentos dos próximos trimestres. Monitorar a demanda é muito importante. Revisamos o guindance que tínhamos do início do ano para agora, que antes era de crescimento de 5% a 9% para 1% a 5%. Acreditamos em recuperação doméstica, especialmente, porque essa elasticidade está relacionada às incertezas da economia e a perspectivas de recuperação ou não. No primeiro trimestre, o que aconteceu, foi que conseguimos capturar a demanda, mas março foi muito ruim, nosso Load Factor baixou muito, de uma média do período de 72% para 58%. Quanto à demanda internacional, especialmente, diante das medidas de redução tarifária, acreditamos que terá um impacto neutro ou levemente negativo. Já tínhamos uma tarifa mínima para operar e essa medida reduz ainda mais. As companhias do exterior, já operavam com esse mínimo, mas nó no Brasil nunca pudemos acompanhar, pois temos um cenário diferente. Pagamos mais devido nossa tarifa tributária, apesar de termos nossa mão-de-obra mais barata. Portanto, nunca conseguimos competir com tarifas. Governança Corporativa: Com 53,75% dos papéis negociados (free float) no Nível 2 de Governança Corporativa da Bovespa, a TAM é administrada por um Comitê de Administração, composto por oito membros, como determina a Lei das Sociedade Anônimas, têm um Conselho Fiscal não permanente, e oito comitês – Estratégico, de Auditoria, de Recursos Humanos, Risco, Sustentabilidade e Auditoria Externa. Além disso, a empresa segue um Código de Ética. |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Glossário ASK - Reflete a capacidade da empresa de ofertar assentos por quilômetro transportado. Available Seat Kilometre Corresponde ao produto da multiplicação da quantidade de assentos disponíveis em todas as aeronaves pela distância dos vôos da Companhia. *
CASK - Custo
por ASK. Hub - Centro de distribuição de vôos secundários (podem ser considerados regionais).
Load Factor -
Taxa de ocupação dos aviões medida pelo número de assentos.
RASK -
Receita por ASK, ou seja, passageiros transportados por quilômetro.
RPK -
Indicador que indica os passageiros pagantes por quilômetro
transportado. Yield - valor pago por passageiro por cada 1km viajado. Quociente da divisão da receita bruta de transporte de passageiros pela quantidade de passageiros por quilômetros transportados pagos. O resultado é apresentado em centavos de Reais por quilômetros. OUTROS
Taxa
de ocupação de equilíbrio (BELF)
Market
Share
Capacity Share
Horas
voadas
Número
de etapas
Slots FONTE: Empresas Aéreas |
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
|
Atendendo a instrução
CVM nº 388 de 30/04/2003, o analista entrevistado pelo Acionista.com.br
declara que:
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||