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O
primeiro
trimestre
não traduz
qualitativamente
o trabalho
e o
cenário de
médio e
longo
prazo da
Fras-le,
enfatiza o
diretor
superintendente
e de
Relações
com
Investidor,
Daniel
Randon, em
reunião
realizada
anualmente
com os
associados
da
ApimecSul.
O início
operacional
de novas
unidades
agora no
segundo
semestre
justificam
parte da
afirmação,
que é
contraposta
em termos
quantitativos
pelos
resultados
consolidados
da
companhia
no
primeiro
trimestre
de 2009.
Mesmo
diante
desse
quadro, a
companhia
tem uma
visão
positiva
para 2009,
especialmente,
diante das
medidas
governamentais
anunciadas
nos
últimos
dias, boa
parte que
vinha
sendo
reivindicada
por um
grupo do
qual a
Fras-le
fazia
parte.
O segundo semestre
inaugura uma nova
fase da companhia. A
entrada em operações
de unidades
industriais é o
primeiro passo na
caminhada que traçou
até 2013: ser uma
empresa global e
sustentável com
faturamento de R$ 1
bilhão. Se o Capex
para o crescimento
ainda não está
definido, outros
importantes caminhos
já estão. A partir de
agora, a unidade
industrial chinesa,
voltada ao mercado de
veículos comerciais
produzidos no país,
no Japão e na Coreia,
começa a operar com
uma capacidade de 2
milhões de peças ao
ano. No longo prazo,
esta nova fábrica
representa grandes
oportunidades de
expansão regional,
principalmente,
porque coloca a
companhia próxima e
em direção ao mercado
europeu, onde hoje a
Fras-le atua através
de escritórios
comerciais e de
distribuição, na
Alemanha e em Dubai,
na Índia.
Nos Estados Unidos, a
companhia começa a
operar com uma nova
planta no estado do
Alabama. Esta segunda
unidade terá
capacidade de 7
milhões de pastilhas
de freios ao ano. A
fábrica foi adquirida
por US$ 4 milhões,
com uma tecnologia
para dar suporte
tecnológico na
produção para o
mercado interno.
Junto com ela, a
empresa começa um
negócio de vendas de
pastilha de freio
para o mercado de
reposição.
Atualmente, a Fras-le
detém 30% do mercado
norte-americano de
veículos comerciais.
A crise financeira é
entendida com
oportunidade para a
empresa. No segmento
de reposição, a
companhia detém 25%,
mas aposta nessa nova
atuação para crescer.
Esse incremento no
futuro pode vir
através de linhas que
ainda não produz.
No mercado
brasileiro, a empresa
começa o segundo
semestre com o novo
campo de provas na
sede em Caxias do
Sul, que também conta
desde o início do ano
com uma fábrica de
sapatas de freio e
componentes metálicos
com capacidade de 40
milhões ao ano, a
qual se agrega a
capacidade atual de
120 milhões de peças
de materiais de
fricção ao ano.
Atualmente, a
companhia é
responsável por 50%
dos negócios de
reposição e 95% com
montadoras no
segmento de veículos
pesados. Em pastilhas
de freio, o
marketshare é de
39% em reposição e
30% no mercado de
montadoras. No
segmento de veículos
leves, a presença
sobe,
respectivamente, para
72% e 30%.
Em todos os casos, a
Fras-le não acredita
que possa almejar o
lugar de empresa
global através da
produção só no
Brasil, nem crescer
muito mais por aqui.
No entanto,
principalmente as
medidas de redução da
TJLP e de outras
taxas praticadas
através dos
empréstimos do Bndes,
como para a linha
Pró-caminhão, podem
dar um fôlego para o
mercado interno até o
final do ano.
|
Desempenho |
1T08 |
1T09 |
Variação %
|
|
Volume
Produzido
(tmil) |
13,80
|
10,20
|
(26,1) |
|
Peças (milhões) |
24,20
|
14,40
|
(40,5) |
|
Exportações(
US$) |
18,7 |
15,9 |
(15,0) |
|
Receita Bruta |
135,70
|
116,00
|
(14,5) |
|
Receita Líquida |
105,90
|
89,10
|
(15,9) |
|
Lucro Bruto |
30,40 |
21,60% |
(99,3) |
|
Lucro Líquido |
8,30
|
1,60
|
(80,7) |
|
Ebtida
Consolidado |
17,10
|
5,50
|
(67,8) |
|
Fonte:
Fras-le |
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